A nova versão do D&D Miniatures

Logan Bonner postou no blog da WotC sobre as mudanças no D&D Miniatures. Eu já estava devendo um post sobre meu mais novo vício, nada melhor para inaugurar essa categoria com as novidades do DDM 2.0.

Para quem não conhece, o DDM é um jogo de miniaturas colecionavéis onde exércitos formados pelas criaturas e personagens do Dungeons & Dragons se enfrentam em jogos cheios de estratégia e que duram aproximadamente 1 hora. Com a nova versão do D&D as miniaturas também sofrerão mudanças – algumas regras serão extintas e novidades vão surgir, e o mais importante, centenas de miniaturas das coleções mais antigas não serão atualizadas, o que tem deixou os jogadores mais antigos muito putos. Com razão…

I like the new rules for the minis game. The previous version had a lot of things that were unlike the RPG in an annoying way (morale, always attacking the nearest) and a faction system that left us with too many minis of creatures PCs wouldn’t fight (which is a problem for people who buy minis for RPG play, but also leaves minis players with a bunch of birds and crap).

The new rules are different from the RPG in the ways they need to be, but not in ways that just seem “un-D&D.” Many of the monsters are converted from the MM1, and they aren’t super different from the MM versions. (They usually need to be simplified a bit.) The RPG monsters look more like minis monsters. There are several reasons for this, the most important being that monsters don’t use PC rules anymore. They’re more focused on carrying out their specific shticks. This dovetails with encounter design: We have more monsters, so each one needs to be more focused.

The really cool thing about designing minis is the set of concerns that doesn’t exist in the RPG: the metagame. You’re not only thinking about whether a monster’s abilities make sense for its theme, you’re also thinking about warband building, making something different from the minis that came before, and considering the rarity and point cost.

Steve Schubert gave me some good guidelines about levels/point values to assign to minis based on how many minis we expect people to use out of each pack when playing sealed games. When I was working on a high-point-value mini, I made it the kind of creature that can be the centerpiece of a warband and can really mess with the battlefield.

The new factions are pretty cool, too. They’re kind of a loose guideline, assigned based on both theme and mechanics. It’s interesting when you find a monster that fits with two seemingly dissimilar categories, like blue (civilized) and green (wild). We don’t have a Magic-style “color pie” worked out for the factions, but there are some commonalities members of a faction will share. I’m curious to see how these evolve.

E em outro post logo depois:

Minis
I’m getting better at making minis, I think. I’m writing 8.25 minis a day on average, which is still probably slow, but that was in a week when I was learning how to make them. I’ll need to do additional passes on them, and they’ll need close scrutiny from Rob H. and Steve S. I got some info from Rob about what his ideas were for some of these minis (mostly ones that weren’t in the MM1—or in D&D at all). Steve hooked me up with concept art. I’ve made some notes for things that don’t look so great, but most of the art is good. There’s a spider that uses transparent plastic. Sure hope the sculpt works out! (One of the things about minis is that there are far more stages where things can go wrong and totally ruin a mini. The art can be bad, the rules can be bad, the sculpt can be bad, the paint can be bad… there’s less control than on the RPG side.)

Deixando de lado a cretinice de não atualizarem todas as minis velhas, eu estou otimista com as mudanças. O teste de moral é uma coisa bizonha – quando a criatura chega na metade de seus pontos de vida faz um teste meio difícil (DC 20) ou saí correndo do mapa – que torna o jogo muito mais aleatório do que ele deveria ser, e pior, não existe no Dungeons & Dragons… Entendo que é uma forma de valorizar os comandantes (que somam seus niveís de comando no teste de moral de seus seguidores), mas mesmo assim, não é nada legal mesmo, até já me acostumei com a parada, mas acho que o jogo será muito melhor sem essa regra, e talvez mais atrativo para quem já joga D&D.

Aliás, quanto mais as regras forem parecidas com as da quarta edição melhor para o DDM. Apesar das asneiras que algumas pessoas dizem, as minis claramente são um produto derivado e vendem menos que a linha Dungeons & Dragons de RPG. Na verdade o DDM tem vendido menos até que o Star Wars CMG, e a própria WotC já falou que a maior parte dos consumidores de DDM sequer jogam o skirmish, ou seja, o jogo de miniaturas em sim, mas somente utilizam as peças em seus jogos de RPG. Então tornar o jogo mais parecido com o Dungeons & Dragons é essencial para aumentar os jogadores…

Agora as novas facções eu realmente não entendi, acho que está faltando um preview bacana para o D&D Miniatures, quase tudo que temos até agora são informações de uma entrevista genérica sobre a nova edição e de posts em fóruns. Na página oficial do DDM a nova versão do jogo sequer é citada. É, parece mesmo que as miniatures não são tão importantes assim em comparação com o RPG né?

Comments are closed.