Fim da restrição de multiclasse para paladinos e monges

Ok, momento “Galvão eu já sabia” da quarta edição. David Noonan postou ontem em seu blog sobre o fim da restrição de multiclasse para paladinos e monges, e revela que essa incomoda e tosca idéia quase foi limada ainda na terceira edição.

 

Mas todo mundo com juízo sabe que a restrição de multiclasse não faz o menor sentido e era apenas uma das “vacas sagradas” da segunda edição que foi mantida para agradar os jogadores mais conservadores.

 

Quando estávamos escrevendo o Crônicas da Sétima Lua eu propus a idéia e tirar as restrições, mas antes me preparei para ser apedrejado pelo resto do pessoal. Na época me surpreendi quando todo mundo concordou imediatamente com a idéia, mas pensando bem era mesmo o mais lógico a fazer. A terceira edição propõe um paradigma de “todo mundo pode ser qualquer coisa” – não existem mais restrições de determinadas raças para serem de certas classes, quase qualquer raça de monstro pode ser usada por um personagem, existem mais classes de prestígio do que já existiram kits na segunda edição, enfim a idéia é ser tudo liberado mesmo, com o máximo de possibilidades possíveis. Mas ai os caras me vêm e mantém a restrição de monges e paladinos, e ainda com uma desculpa esdrúxula de que são caminhos que exigem mais disciplina e dedicação…

Historical Perspective on D&D 3.0, Part II: Yesterday I talked about how we stuck to our guns with cyclical initiative. Today, let’s look at the evil twin: Multiclassing restrictions for monks and paladins. Fairly late in the 3.0 process, there was a push to get rid of them and let monks and pallies multiclass however they like. The playtesters told us with some certainty: “Don’t you dare.” So the multiclass restrictions remain.

And they’re a mistake. I’d contend that you put the world-story through bigger contortions explaining someone who multiclasses into barbarian than you do explaining a monk who multiclasses into something else, then takes more levels of monk. And the other nine classes probably get downright offended that there’s something special about the dedication that a monk and a paladin have to their craft. The path of the paladin “requires a constant heart,” but a cleric or a druid can multiclass freely? The dedication and study of a monk exceeds that of a wizard? Baloney.

With the benefit of hindsight, I wish we’d stood our ground–and I tend to hold playtester feedback in high regard, so that’s a weird attitude for me to take.

Comments are closed.