A Dragon esta ai (pelo menos parte dela)

Hoje a seção da Dragon foi atualizada na página da Wizards of the Coast com o editorial da edição #360 e com o primeiro artigo digno da Dragon – isso porque semana passada a revista virtual foi inaugurada com o Fortress of the Yuan-ti que foi largamente criticado por ser um artigo mais apropriado a Dungeon e que não era dos melhores de forma geral…

 

O que temos da Dragon #360 até então:

 

Editorial: How Did We Get Into This? por Kim Mohan
Ele fala coisas típicas de um editorial “de nova fase” – faz uma retomada do início da revista em 1976, fala das vantagens da revista eletrônica e de como eles são bem intencionados…

 

Fortress of the Yuan-Ti: The Lost Portals of Castle Serastis por Ari Marmell
O polêmico artigo de lançamento da revista é um Web Enhancement da aventura Fortress of the Yuan-Ti com três encontros adicionais. Realmente não é tão legal, e pelo tipo da matéria deveria mesmo ter saido na Dungeon #151.

 

Ecology of the Death Knight por Matthew Sernett
Agora sim, um artigo de uma seção clássica da Dragon. Bem legal mesmo, com diversas versões para o surgimento dos Death Knights, informações sobre a psicologia e organização dos caras, sobre as Soul Weapons, e a boa e velha tabelinha de conhecimento -aliás, parece que agora o Conhecimento (religião) se tornou apenas Religião mesmo.

 

No fim do artigo Sernett faz uma revisão do Death Knight desde seu surgimento em 1981 até a terceira edição, e fala das mudanças para a nova edição – que terá um Death Knight mais porradeiro e parecido com um cavaleiro do que com um mago.

In designing the death knight for 4th Edition, we originally developed the concept without including any kind of fiery blast or spellcasting. We wanted the death knight to feel more like an undead knight, so we gave it special weapon and shield abilities, an ability that activates when foes flank it, a special mount power, and a melee-oriented fear ability. Development of the concept stripped away some of the complexity, because the NPC that becomes a death knight should have interesting melee powers just like the NPC turned into a lich should have interesting spellcasting powers. The second design also brought back 3rd Edition’s abyssal blast and added undead leadership powers. Yet that version of the monster still didn’t feel right. It didn’t emphasize melee, and it felt too much like a lich because the death knights employed phylacteries.

The final mechanics for the death knight template are easy to use and reinforce the death knight as a significant melee threat. The melee-oriented abilities augment any capabilities the NPC already has, rather than making a DM choose between using a death knight power or an NPC power. The death knight retains its supernatural nature without having abilities that feel like spells, and it can be a great leader of undead without necessitating undead minions. The new soul weapon concept gives the death knight its own space in mechanics and story, bringing new life to this decades-old undead.

Além disso tudo temos uma listinha de Death Knights famosos e algumas idéias e fontes de inspiração cheios de links para a wikipedia, o que não é nada mal mesmo.

Outros artigos estão prometidos para a Dragon #151, como o Demonomicon of Iggwilv: Graz’zt e a medida que forem lançados postarei comentários aqui. Mas não irei ficar copiando as matérias inteiras igual faço com as notícias e colunas, é meio nada a ver e fica gigantesco.

E no fim do mês a teremos a revista em PDF – quero muito ver se vai manter a excelente diagramação antiga ou se teremos alguma inovação nesse sentido!

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