Restaurantes e editoras

Chris Pramas fez um pequeno e interessante post em seu blog, onde fala de um programa de TV sobre restaurantes cujos gerentes e donos, apesar de apaixonados com o que fazem, não tem nenhuma noção do que estão fazendo, e então traçou um paralelo com as empresas de RPG gringas, e com a própria Green Ronin.

É o tipo de coisa que ao mesmo tempo me desanima, mas parece útil – eventualmente tenho vontade de trabalhar com uma editora ou algo na área de RPG que não seja escrevendo, mas se com a Secular muitas vezes eu já fico frustrado com parte do trabalho “de backstage”, imagino em uma editora tradicional, com toda a complicação logística de impressão, armazenamento, distribuição e por ai vai…

Acho que vou abrir um restaurante vegetariano mesmo.

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