Archive for outubro, 2008

O fim do D&D Miniatures

O D&D Miniatures subiu no telhado… Esta semana a Wizards anunciou (de maneira bem truncada e estranha) o fim não só das miniaturas completamente randômicas, mas do próprio jogo D&D Miniatures, ou seja o popularmente conhecido skirmish.

O modelo atual de coleções trimestrais de 60 miniaturas randômicas em boosters com 8 peças cada será abandonado após o lançamento da coleçao Demonweb em Novembro. Em 2009 teremos o início do novo modelo de venda de miniaturas, com menos peças no total, menos peças nos boosters e mais caro:

Launching in Spring 2009, the first D&D Heroes series features six different packs (18 figures total):

  • Martial Heroes 1
  • Martial Heroes 2
  • Arcane Heroes 1
  • Arcane Heroes 2
  • Divine Heroes 1
  • Primal Heroes 1

Each package contains 3 PC minis: 2 males and 1 female, and 3 unique power cards featuring brand new class powers. All three of the figures in the package will be visible so you’ll know exactly which pack to pick for your game.

Esses pacotinhos de três miniaturas vão sair por $10,99 e serão totalmente visíveis – você vai poder escolher quais miniaturas quer levar para casa, o que é uma tremenda vantagem para os jogadores de RPG que querem as miniaturas apenas para suas mesas de jogos. Outro tipo de boosters serão os de monstros, com 5 miniaturas por $14,99 e no formato semi-randômico – com 1 miniatura visível, e 4 não visíveis, sendo 1 rara, 1 incomum e 2 comuns, todas com suas respectivas power cards.

E sobre o fim do skirmish, Scott Rouse, o arauto oficial das más notícias da Wizards escreveu um artigo que explica mais a fundo as mudanças:

What does this mean for the skirmish game?

Wizards of the Coast has chosen to concentrate its D&D miniatures-creation efforts on an accessory line optimized for D&D Roleplaying Game use. November’s release of Demonweb will be the last new set that includes skirmish statistics. We will continue to update all miniatures stats from previous sets to the current D&D Miniatures ruleset as promised, with the conclusion of that process scheduled for mid-2009.

In addition, official sanctioning of D&D Miniatures skirmish events will cease right after D&D Experience in February. We hope to see skirmish play continue at the grassroots level, using the hundreds of miniatures produced for the game over the past six years and encouraged by the passionate fan sites that exist for the D&D Miniatures skirmish game.

The skirmish game has many dedicated fans, and we appreciate the years of enthusiastic support that these players have shown to the line. Unfortunately, despite this enthusiasm, the number of skirmish players has been dropping steadily over the past couple of years. We had hoped that improvements implemented during 2007 and 2008 would change that trend, but they have not accomplished enough toward that end. At this point, we can no longer justify the design, development, and production resources required to support the skirmish game.

Já disse isso antes uma porrada de vezes, mas o D&D Miniatures só se sustentava por causa do RPG, já que o público de jogadores de skirmish sempre foi mínimo. E na real é o fim do jogo. Mesmo no super fórum de D&D Miniatures nacional as pessoas estão anunciando que vão parar de jogar, e até os mais “sangue nos olhos” que continuarem jogando não serão suficientes para atrair novos jogadores, o que não vai renovar a comunidade e será a morte definitiva da parada. Uma pena mesmo.

A parada pode ser vista de duas formas – do ponto de vista do jogador de RPG e do jogador de DDM, e é um saco estar nestes dois lugares desta vez. Do ponto de vista do jogador de Dungeons & Dragons teoricamente é um boa notícia, afinal comprar boosters randômicos esperando uma ou outra miniatura legal que viu na lista de peças da coleção é absurdo. Deste ponto de vista, escolher que miniaturas comprar é um grande avanço. Mas ai entra a questão do preço.

Por mais irritante que o modelo randômico seja, ele possibilitava custos mais baixos em geral. Uma miniatura cara para ser produzida, tipo um beholder malucão de fogo ou o cubo gelatinoso, sempre era rara, e no fim das contas os custos baixos de outras peças (obviamente comuns e incomuns) compensava a produção das peças mais caras e elaboradas. Então a mudança de preços neste novo modelo é gritante, só acompanhar a comparação dos boosters novos com os velhos:

Boosters antigos:
$15.00 por 8 miniaturas = $1.88 por miniatura

Boosters novos “D&D Heroes”:
$10.99 por 3 miniaturas = $3.66 por miniatura
Aumento de 94% por miniatura.

Boosters novos “D&D Monsters”:
$14.99 por 5 miniaturas = $2.99 por miniatura
Aumento de 59% por miniatura.

Isso tudo sem contar o mercado secundário. Ok, podia ser um saco ter que comprar um booster para tira um (ou nenhum orc ou elfo), mas na real, e-bay e outros lugares da vida estão ai para isso, com preços bem módicos. Não é segredo que na gringa é possível comprar miniaturas comuns por $0.25, algumas bem legais mesmo. Então este aumento de preço ferra bastante a melhoria para os jogadores de RPG a meu ver, já que os mais espertos e que querem miniaturas oficiais acabam dando seu jeito de conseguir o que desejam sem precisar de gastar centenas de dólares em boosters. E na real, o aumento de preços das novas minis será repassado para o mercado secundário, óbvio. Então acho que será impossível encontrar as peças destas novas coleções por menos de $1.00, até as mais comuns nos maiores leilões do e-bay.

E como jogador de D&D Miniatures, o que dizer? Fiquei bem puto com o cancelamento, é uma sensação estranha despender incontáveis horas e grana com algo que subitamente é deixado de lado e que eventualmente vai ser parado de jogar. A real é que a mudança do DDM 1.0 para o 2.0, embora tenha sido benéfica do meu ponto de vista, afinal aproximou as regras do jogo as do D&D 4ª edição, foi um grande golpe nos jogadores, que se já eram poucos, começaram a cair vertiginosamente. Um pena mesmo, logo atualizo minha lista de miniaturas a venda e me desfaço de praticamente tudo, exceto o que for usar em minhas mesas de RPG.

Para finalizar um post do Andy Collins nos fóruns da Wizards, em uma resposta a um jogador que explicita de maneira até meio perturbadora tudo que praticamente todo mundo diz – A WotC é uma empresa, tem que dar lucros e por ai vai.

Originally Posted by DarthTorment
Something else I am curious about as well….
How difficult would it be for WOTC to stat these minis for 2.0 Skirmish and just post the PDFs for them? Not print actual cards? Was this option ever on the table at all as a means to retain this demographic of players that play Skrimish exclusively?
Yes, it was absolutely discussed. Many times. By many people, myself included.

While the numbers aren’t trivial, it’s not about how many hours or dollars it costs to produce the online stats. Ultimately, this is a simple zero-sum equation.

Every minute that a designer, developer, editor, typesetter, graphic designer, or web specialist spends getting a set of stats to the website is a minute they’re not spending on another product.

If those minis stats are going to make the company more money than that other product, it might well be a good idea.

But if I can use those folks on a different, more profitable project–say, a D&D sourcebook, or an RPG-focused minis product–I’m obligated as a responsible member of WotC management to support their reassignment.

Yup, that’s cold and heartless. But any other decision leads to me AND those folks looking for new jobs when the company’s bad business practices leads to layoffs or bankruptcy. I’m not particularly interested in exploring that eventuality.

I realize there’s going to be a lot of venting on this topic over the coming days, weeks, and months. I’m not trying to stop people from being frustrated. I’m just trying to provide a little more illumination behind the extremely difficult decisions we’ve made about this line over the past few months, and I hope that’s helpful.

Andy Collins
RPG Development & Editing Manager
Wizards of the Coast, Inc.

Os verdadeiros MMORPGs

Ok, enquanto minha vida esta um caos e eu saio de casa as 7 e volto as 23, geralmente meio alterado, vou demorar um pouquinho para postar sobre o segundo, e extremamente bom, artigo da Dragon sobre os gladiadores. Enquanto isso vou comentar um post do Savoir-Faire, o blog do meu grande amigo Barbi.

Aviso: este é um post com referências históricas e datas que provavelmente estão erradas, não consigo me lembrar sequer o que fiz semana passada, muito menos coisas de 7 ou 8 anos atrás.

Estavam criado os primeiros MUDs (Multi-User Dungeons) e, até onde eu sei, foram os primeiros jogos com modo multiplayer remoto da história. Muitas versões de MUDs seriam desenvolvidas, alguns usando a logomarca Dungeons & Dragons sem permissão, e eventualmente levadas para o DOS.

Com o advento dos computadores baratos (no 1o Mundo, claro) e conexões BBS via modem os MUDs se tornaram variados e numerosos. E chegaram até a década de 90 como uma das mais interessantes e acessíveis formas de entretenimento online.

Não me lembro exatamente como conheci os MUDs, provavelmente foi em 97 ou 98 através do Barbi quando entrei no Coltec. Eram jogos de texto estranhos, praticamente todos com temáticas medievais e em inglês – dois grandes problemas para mim na época, afinal meu domínio da língua nunca foi dos melhores, e eu um puta crisento à respeito de fantasia medieval: nunca tinha lido Senhor dos Anéis e achava AD&D um jogo para fracassados. Ironia do destino não?

Minha primeira experiência com esses jogos se deu em 1997, quando eu tinha acabado de entrar no Colégio Técnico da UFMG. Como o caipira que era, eu nunca tinha usado a internet até por os pés no laboratório de informática de lá. Um colega me falou de um jogo, que parecia uma sala de chat, e deixava ele acordado à noite inteira. Era um tal de Avalon.

(…)

Em uma outra oportunidade, dois anos mais tarde, eu estava vagando por alguns sites com ilustrações e textos a respeito de O Senhor dos Anéis. Acabei achando na parte de links o endereço de um tal de The Two Towers, um MUD ambientado na Terra Média. Algum tempo depois eu comprei o meu primeiro computador e pude jogar o T2T, como ele era chamado.

Apesar do Barbi ser realmente um caipira, em meados da década de 90 ainda era bastante comum adolescentes que não tinham uma extensa experiência com a internet, algo bastante raro atualmente. Já tinha passado umas horas para catar uma ou duas músicas em MP3, acompanhava um ou dois sites, mas uma experiência de imersão mesmo, ficar horas fazendo a mesma coisa e me comunicando com outras pessoas para mim também só surgiu através dos MUDs – sempre achei os chats meio estúpidos e não fui da geração mIRC.

Quando o Barbi me mostrou o The Two Towers, eu até joguei por alguns dias, mas a parada ainda não tinha me pego. Achava Tolkien meio bobo e a galera se levava muito à sério para minha maturidade de 17 anos, então eu admirava o MUD mas não tinha saco pra jogar direito. Até que o desbravador dos MUDs descolou a lista do “The Mud Connector e a diversão realmente começou para mim.

Na época o Mud Connector devia ter seus 200 ou 300 MUDs listados, e embora a maioria deles fossem o arroz-com-feijão medieval, tinha umas exceções fodas, tipo um MUD de Shadowrun, umas coisas de Vampire, e o grande amor da minha primeira fase de internet – O SWMUD, ou Star Wars Mud.

O que dizer da parada? Era um jogo baseado não só não só na maior trilogia de filmes já feita (lembre-se, estávamos em 98, ainda não havíamos sido assombrados pela Ameaça Fantasma) mas com uma comunidade grande e divertida, que levava o MUD como uma diversão ocasional para fugir do trabalho ou estudos, e não como uma peça de Shakespeare online. E tinha jedis. Muitos jedi. Na verdade no SWMUD mais da metade da galera era jedi. Ou seja, era um Star Wars melhorado, e isso para quando você tem 17 anos é tipo encontrar deus e trocar idéia com ele todo dia depois da meia noite.

Joguei quase que exclusivament o SWMUD até o fim dos meus dias de MUD, que se não me engano começaram a terminar com a faculdade. Tinha umas coisas malucas que que não faria novamente de jeito nenhum – tipo dormir até a meia-noite, acordar com o despertador, jogar até as 6 da manhã e sair correndo e amassado para aula; ou ainda na greve/férias juntar com o Barbi e Aguirre para jogarmos nos computadores do campus, onde a internet de dia era liberada. Era meio coisa de noiado, mas que eu admito que sinto saudades e ajudaram a moldar meu caráter!

No fim das contas (literalmente) eu apaguei meus personagens sempre em crises existênciais, onde questionava como estava vivendo minha vida, qual seria meu futuro, enfim, essas coisas que assolam os jogadores de jogos online quando percebem que estão deixando o mundo real um de lado demais. E no  último piti/crise existêncial a vida real estava começando a ficar hardcore e os MUDs ultrapassados, então larguei definitivamente o SWMUD.

Depois disso até joguei outras coisas como Ragnarok Online (Vamos lembrar que eu era jovem e isso foi a muito tempo atrás ok?) e até um pouquinho de World of Warcraft logo que ele saiu. Mas depois de passar 3 ou 4 anos nos MUDs diversas horas por semana, olhando para letrinhas verdes em uma tela preta, eu sabia o efeito que um jogo online com gráficos fodas poderia ter sobre mim, e me mantive distante. E no fim das contas, eu curtia mesmo a tal tela preta com letras verdes.

Beastmaster!

Mais um preview do Martial Power, e desta vez não é algo sobre guerreiros! O artigo nos apresenta o novo build dos rangers, o Beastmaster, um combatente que tem como aliado uma criatura selvagem tal qual o ranger a 3ª edição.

As sugestões do build são do foco em Força, já que estamos falando de um combatente voltado para o combate corpo a corpo, Destreza como habilidade secundária e finalmente Sabedoria. Mas a parte que realmente importa aqui são a nova habilidade de classe Beast Mastery e os poderes diferentes.

Beast Mastery é adquirida se o ranger abrir mão da habilidade de classe Prime Shot (que não é grandes coisas) e não escolher um Fighting Style (ai sim faz falta, principalmente para quem luta corpo a corpo). Em troca de não receber essas habilidades, o ranger ganha uma companhia animal, que pode ser das seguintes categorias: urso, javali, gato, lagarto, raptor (aqui no sentido de ave acredito), serpente, aranha e lobo. Essas categorias não tratam de animais específicos, mas de grupos de animais semelhantes. Os detalhes mais específicos, como espécie, traços físicos e tal ficam por conta do jogador. A espécie de uma companhia animal não afeta suas estatísticas, são todas idênticas de acordo com seu nível e categoria. Acho que vai ser naquele esquema – todas as companhias animais de 4° nível são iguais, mas o ataque do lobo pode derrubar o inimigo, enquanto o das cobras envenena e por ai vai…

Uma coisa divertida é que a habilidade Hunter Quarry é compartilhada com sua companhia animal. Primeiro o alvo da habilidade pode ser o inimigo mais próximo do seu companheiro selvagem, ao invés de ser somente aquele mais próximo do beastmaster. Além disso, a criatura animal também pode causar o dano extra do Hunter Quarry, desde que você não tenha utilizado a habilidade naquela rodada. Muito bom mesmo, além de possibilitar que o ranger fique de longe atirando enquanto a companhia animal faz o estrago, o Hunter Quarry em relação ao inimigo mais próximo do animal mas com bônus para o ranger é uma grande vantagem tática que pode ajudar e muito os membros da classe baseados em ataques à distância.

Infelizmente o beastmaster só pode ter uma companhia selvagem por vez, mas acredito que no futuro teremos talentos que dêem um jeito nisso.

Os novos poderes são um de cada tipo, livre, por encontro e diário. O poder livre é o Predator Strike um ataque corpo a corpo da companhia selvagem que causa o dano 1[B], uma novidade, e que certamente é o dano básico da criatura, que aumenta a medida em que ela avança de nível. Bacana, mas convenhamos que só pode ser realmente avaliado quando colocarmos os olhos nas estatísticas dos companheiros selvagens né?

O poder por encontro Enclose the Prey é muito bom – além de causar o dano respeitável de 2[W] + bônus do modificador de Força e Hunter Quarry ainda permite que tanto o ranger como a companhia animal usem shift em 2 quadrados antes de atacar. E com direito para dano extra de Sabedoria se a o companheiro selvagem for um lobo, aranha ou gato!

Finalmente o poder diário Driving the Quarry que causa o dano padrão dos diários de ranger (2[W] + bônus do modificador de Força), mas se o alvo estiver designado como seu Hunter Quarry, você pode movê-lo por 2 quadrados, assim como seu companheiro animal, colocando adjacente ao inimigo. Se este, além de ser seu quarry também estiver bloodied você pode mover sua criatura aliada até 4 quadrados. E se o seu companheiro animal for um gato, raptor, aranha ou lobo, você pode movê-lo para qualquer quadrado adjacente ao oponente. Quantos “ses”, este poder é tão meia-boca quanto mal escrito…

Parece que este build vai ser divertido de se jogar. O Dungeons & Dragons se tornou mais que nunca um jogo sobre posicionamento tático, e o beneficio de controlar outro combatente – ocupar mais espaços, flanquear, mover por lados diferentes – é definitivamente uma vantagem que não pode ser ignorada.

Ranking da internet rpgística de Outubro – versão remix!

Após alguma discussão na lista de blogs de RPG do Brasil, o Marlon do Inominattus levantou uma questão interessante sobre o mais recente ranking da internet rpgística – o índice do percentual global de usuários da internet que acessa os sites varia muito mesmo, ainda mais para blogs e páginas que tratem de um nicho como o RPG. Segundo o próprio FAQ do Alexa:

Sites with relatively low traffic will not be accurately ranked by Alexa. Alexa’s data comes from a large sample of several million Alexa Toolbar users and other traffic data sources; however, the size of the Web and concentration of users on the most popular sites make it difficult to accurately determine the ranking of sites with fewer than 1,000 monthly visitors. Generally, traffic rankings of 100,000 and above should be regarded as not reliable. Conversely, the closer a site gets to #1, the more reliable its traffic ranking becomes.

Isso explica bem porque o Inominattus, por exemplo, em dois dias variou de 0,000016% para 0,000026%, e desta forma se o ranking tivesse sido feito hoje, eles entrariam na frente da Spell RPG, que seria chutada da lista.

Partindo do pressuposto que essa lista é algo que eu faço no meu tempo livre, sem nenhum prêmio para os melhores colocados, mas apenas para entreter a galera e mostrar a evolução dos blogs (sim, este é um dos meus objetivos), também acho que a parada, embora seja apenas uma brincadeira, tem que ser bem feita. E o Marlon deu uma ótima sugestão de melhoria, que envolve usar como parâmetro o traffic rank no Brasil de cada site, informação que pode ser vista no final da página do Alexa. Me parece uma ótima proposta, então vamos tentar uma lista alternativa:

1- RPG Online – Pra variar eles estão na frente, sendo o lugar 2470 no ranking dos sites mais acessados do Brasil. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 1

2- Devir – A Devir vem em segundo na 2990ª colocação entre os sites mais visitados do país. Categoria: RPG e Outros Posição no outro ranking: 2

3- Rede RPG – Mantendo a configuração do mês passado a Rede vem em terceiro, sendo o  6197 site nacional. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 3

4- Jambô – A Jambô vem na cola com o traffic rank 7925. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 4

5- Espaço RPGCom traffic rank 11,252 o Espaço RPG entraria na posição orignalmente ocupada pelo Ambrosia. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 6

6- Ambrosia – A novidade do Ambrosia, entraria em 6° com 14455. Categoria: RPG e Outros Posição no outro ranking: 5

7- Daemon – Contra todas as expectativas a Daemon ressurge no top 10 desta lista com 15867 de traffic rank no Brasil. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 11

8 - D&D Brasil – Eu sei Robson, o DDBrasil tem três domínios, mas no traffic rank não dá para somar! Ainda assim o portal aparece em 8° com 22812. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 7

9 – Laboratório do Doutor Careca – Mesmo nesta nova lista o blog do Trebvisan deu aquela arrancada em comparação com o mês passado, aparecendo em 9° com 34052 dentre os sites brasileiros. Categoria: Blog Posição no outro ranking: 8

10 - Área Cinza – Como sempre minha sina é estar sempre em 10° não importa o que aconteça.. com 35531 de traffic rank. Categoria: Blog Posição no outro ranking: 10

11 - A Matilha – A Matilha seria um dos prejudicados com a mudança, caindo 2 posições, com 37133. Categoria: Blog Posição no outro ranking: 9

12 - Fale RPG – A Fale RPG continua na mesma posição com 39611. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 12

13 – Dragonslayer – Firme na 13ª posição, a DS se segura com 42672. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 13

14 – Dragão Brasil – A undead Dragão Brasil se segura em 14° com 45980 de traffic rank. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 16

15 - .20 – Subindo aqui também vem o .20, com 46291, sendo o último dos sites listados aqui que se encontram no top 50k da internet brasileira. Categoria: Blog Posição no outro ranking: 15

16 - D3system – O D3system segue caindo para 16° com 50772. Categoria: Blog Posição no outro ranking: 14

17 – WoD Brasil – O WoD Brasil, que tinha ficado de fora do outro ranking aparece neste em 17° na 62106ª colocação dos sites nacionais. Categoria: Blog Posição no outro ranking: -

18 - Dados Limpos – Caindo 1 posição na mudança do ranking vem o Dados Limpos com 63805. Categoria: Blog Posição no outro ranking: 17

19 - Spell RPG – Sempre em queda aparece a Spell RPG, que pelo menos subiu 1 lugar na mudança com 65123 de traffic rank. Categoria: Portal Posição no outro ranking: 20

20 - Inominattus – finalmente os caras do Inominattus, que não tinham aparecido no ranking oficial de Outubro. Com o traffic rank nacional de  70740 eles marcam o fim da lista. Categoria: Blog Posição no outro ranking: -

Bom primeiro o óbvio – saem o Ooze e Tomo 4e e entram Inominattus e WoD Brasi. Para além disso é possível ver que as maiores mudanças em relação ao ranking de Outubro foi a recuperação da Daemon, que na outra lista ocupava a 11ª colocação, e a posição ligeiramente pior dos sites mais novos – como Ambrosia que caiu uma posição e Tomo 4e que caiu fora, enquanto sites mais antigos se deram melhor, vide o site moribundo da DBe obviamente o da Daemon.

Acho que esse é ao mesmo tempo o ponto forte e fraco de medir pelo traffic rank nacional: ele muda muito devagar. Por um lado isso é bom, afinal se a lista de Outubro tivesse sido feita hoje mesmo usando o percentual global de usuários da internet, ela teria saido bem diferente, principalmente da 10ª posição pra baixo. Esta mudança diária, muitas vezes de 30% ou 40% torna muito difícil fazer um ranking minimamente estável, e em relação a isso eu só posso prometer fazer o ranking sempre na semana do dia 15, embora saiba que não seja o suficiente.

“E por que não usar o traffic rank nacional, afinal ele muda como uma lesma e isso é bom não é?” Mais ou menos… Alguém vai continuar lendo e discutindo esse ranking (mesmo que ele seja inútil!) se todo mês ele for exatamente igual? Aliás qual o sentido de fazer mensalmente uma parada que muda ]apenas a cada três meses? então vou segurar um pouco a onda e no dia 15 de Novembro comparar o traffic rank com este aqui da lista alternativa. Se tiver alguma mudança minimente significativa é provável que o traffic rank nacional se torne a nova medida.

E ai, sugestões?