Deathwatch, o novo livro de Warhammer 40K!

Por Tiago Marinho

Após um extremamente bem-sucedido início na Black Industries, e agora nas competentes mãos da equipe criativa da Fantasy Flight Games, o universo de Warhammer 40k Roleplay continua se expandindo de formas inusitadas, por caminhos muito diferentes daqueles tomados por seu irmão “medieval”, Warhammer Fantasy Roleplay.  Passado no Milênio das Trevas, uma época onde a humanidade batalha pela sobrevivência em uma galáxia dominada pela guerra, destruição e inomináveis horrores, ele mistura ficção científica, terror e um pouco de crítica social. Ser um homem nestes tempos é ser meramente um a lado de incontáveis bilhões, e viver no regime mais cruel e sanguinário que se possa imaginar.

Após dois produtos – Dark Heresy, que trata das missões dos membros da Inquisição e coloca os jogadores nos papéis de seus adeptos em busca dos inimigos ocultos do Império, com o objetivo de “Matar os Mutantes, Queimar os Hereges e Expurgar os Impuros”, com extremo preconceito e medidas ainda mais extremas; e Rogue Trader, que descreve os verdadeiros aventureiros do 41o milênio em uma nave espacial explorando a vastidão do vácuo, proibida para qualquer um a não ser um deles, munidos de autorização especial concedida pelo prórpio Deus-Imperador – finalmente a Fantasy Flight entendeu que os fãs estão cansados de esperar para poder finalmente assumir o papel de um membro dos Adeptus Astartes, mundialmente famosos pela alcunha de Space Marines, os grandes heróis do Império.

Qualquer cidadão do império será capaz de dizer que os Space Marines são pessoas modificadas a partir de cirurgias e tratamentos genéticos para se tornarem verdadeiros super-humanos, trajados em armaduras que aumentam ainda mais sua enorme força e durabilidade, adornadas pelas cores e símbolos de seu Capítulo (uma unidade composta por aproximadamente 1000 Space Marines, cada uma com seus objetivos, costumes e táticas de combate) e munidos de seus sagrados bolters (armas de fogo que expelem projéteis explosivos de alto calibre e pontas de urânio exaurido capazes de penetrar quase qualquer material), absolutamente fiéis e devotos ao Imperador e à proteção da raça humana contra seus inimigos – os Xenos, Hereges, Mutantes, Cultistas e Demônios. Mas poucas pessoas fora da Inquisição ou do Adeptus Ministorum sabem da existência do capítulo conhecido como Deathwatch, que reúne os melhores dentre os melhores campeões de cada organização de Space Marines em uma elite capaz de destruir qualquer ameaça à humanidade, se conseguirem ultrapassar as barreiras de seus ritos e crenças diferentes, frutos de anos de experiências e treinamentos com companheiros de outros capítulos – e considerando que um deles é capaz de viver por séculos, certos preconceitos podem nunca desaparecer. E exatamente sobre suas histórias que se trata Deathwatch, o novo livro da série Warhammer 40k Roleplay, que pode ser usado sozinho, ou em conjunto com outros da série.

O release completo pode ser encontrado no site da Fantasy Flight. Lembre-se – não há tempo para a paz, respeito ou perdão – existe apenas a GUERRA!

To be Unclean
That is the Mark of the Xenos
To be Impure
That is the Mark of the Xenos
To be abhorred
That is the Mark of the Xenos
To be Reviled
That is the Mark of the Xenos
To be Hunted
That is the Mark of the Xenos
To be Purged
That is the fate of the Xenos
To be Cleansed
For that is the fate of all Xenos

2 Comentários

O que acha? Tem alguma crítica ou sugestão? Só mandar! Deixe um Comentário

  1. Cabelo Branco disse:

    Hei amigo!

    Isso já era de conhecimento antes de sair Dark Heresy.

  2. RicardolbSdA disse:

    esse tipo de material não passa nem perto daqui, que dorga!

Comments are now closed for this article.