Tons de Cinza #01

Hora de dar mais um passo no longo processo de dar vida novamente a isso aqui!

Desta vez vou tentar algo que nunca havia feito antes, fazer um podcast! Na verdade tenho pirando nesta ideia tem uns 6 meses, quando comecei a escutar uma série de podcasts legais gringos com grande frequência. A febre do podcast bate forte, e no mesmo mês catei um microfone bacana no ebay! Mas essa era a parte fácil…

Depois veio a onda de gravar. Acho que ainda estou um tanto fora do ritmo da parada, mas acredito (e espero!) que isso seja algo que venha com o tempo.

Enfim, sobre o novo podcast se chama Tons de Cinza (deu pra perceber um padrão aqui né?) e terá como foco a discussão sobre game design e produção independente de jogos de RPG. Este primeiro episódio é mais de apresentação, onde falo sobre a proposta e ideias para a brincadeira, e na segunda edição começamos pra valer!

Como é a primeira vez que eu faço isso, críticas e sugestões são essenciais!

Feed do Tons de Cinza

8 Comentários

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  1. Parabéns pelo podcast cara, a diversidade é o melhor elemento da nossa blogosfera. Ouvir sobre Game Design aplicado ao RPG é foda. Mandaver, já assinei o feed.

  2. João Mariano disse:

    Parece bem interessante a tua proposta para o Tons de Cinza se bem que este episódio já foi bom de ouvir. Dou-te já os parabéns por conseguires fazer um monocast fluído e informativo. ;) Fico na expetativa de ouvir os restantes.

  3. Scizornl disse:

    Será muito útil para muitas pessoas, parabéns. Processo de publicação sem orientação de uma pessoa que já está por dentro do mercado é complicado. Muitas pessoas assim como eu tem até vergonha de perguntar para grandões dúvidas na publicação de material.

    Fica aquele pensamento: “Será que ele vai realmente me ajudar?”

    Mais ou menos assim que eu penso. Espero que esteja muito errado. Mas vamos lá. Vou assinar o RSS quando chegar em casa. Abraços e sucesso.

    • Rocha disse: (Author)

      Ei Scizornl, pra começar nem grandão nisso aí eu sou né?

      Acho que mais ajudar, o legal é pensar junto. Sabe quando você tem uma ideia, e de repente lê ou escuta algo que te faz aprimorar aquela ideia original, ou transformá-la em algo totalmente novo? Pois é, se o Tons de Cinza funcionar um pouco assim já fico feliz demais!

  4. Marcos Silva disse:

    Gostei do formato e da proposta. Também acho massa o momento atual do RPG, tanto no país quanto em língua portuguesa em geral. Rola mesmo essa vontade de conversar sobre isso, e o podcast é uma ótima escolha para manter essa conversa com o máximo de pessoas.
    Aguardando os episódios seguintes!

  5. Parabéns pela iniciativa, Rocha! A minha sugestão é simplesmente continuares a gravar e a ouvir podcasts, aprende-se muito com a experiência. A minha única crítica não tem a ver com o formato – os episódios regulares do Jogador-Sonhador também são de meia-hora – mas com a razão pela qual vais dividir conversas de mais de quarenta minutos em partes diferentes.

    Se o “pod” de podcast significa “playable on demand” a duração do episódio praticamente não é relevante desde que o programa tenha o mínimo de estrutura, pois o ouvinte pode sempre fazer pause e continuar a ouvir mais tarde. Acho que o problema dos episódios longos está apenas no risco de se perder o fio à meada e no tamanho do ficheiro que necessita de ser hospedado e descarregado. Assim sendo, não acho necessário fixar um limite de 30/40 minutos para todos os episódios, penso que é melhor decidir caso-a-caso qual a duração mais razoável consoante o conteúdo apresentado.

    Entretanto, estou muito interessado neste Tons de Cinza e já subscrevi o RSS feed. Obrigado por iniciares este projeto pela divulgação dos processos de criação de RPGs em língua portuguesa.

    • Rocha disse: (Author)

      Ei Ricardo e Marcos! Estou escutando cada vez mais podcasts, acho que realmente escutar outras coisas é crucial para saber o que funciona ou não (ao menos pra você) no formato!

      Realmente, acho que um corte “artificial” no fluxo de um conversa ou entrevista pode atrapalhar mais até do que um arquivo de uma hora e meia ou duas, como foi sua entrevista com o Eduardo sobre o Violentina, que aliás ficou ótima! Ali não sei se caberia uma divisão em duas partes, já que a conversa foi bem cadenciada e amarrada.

      Mas acho que em alguns casos, uma conversa sobre mais de um tópico ou mais geral, pode ser uma boa estratégia sim dividir. Vamos experimentando por aqui!

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