Tons de Cinza #02 – Financiamento Coletivo

Aos 45 do segundo tempo chego com o episódio de Setembro do Tons de Cinza!

O segundo episódio do podcast é voltado para a parte de produção, enfocando especificamente as possibilidades do formato de financiamento coletivo. E ninguém mais apropriado para falar disso que o truta Eduardo Caetano, criador do Violentina e da primeira campanha de financiamento coletivo de um jogo de RPG no Brasil.

Não foi bem uma entrevista, já que eu também participei do processo de formatação da campanha do Violentina, então foi um bate-papo, embora no final eu tenha ficado com alguns Jô Soares feelings, achando que falei mais que o Eduardo. Vivendo e aprendendo, esse negócio de podcast é bem mais difícil do que parece!

  • 03:50 – O que é financiamento coletivo
  • 07:10 – Apresentação do Violentina
  • 09:15 – O andamento da campanha de financiamento coletivo do Violentina
  • 11:40 – O modelo de financiamento coletivo na publicação de jogos
  • 15:20 – Pontos da campanha do Violentina que poderiam ser melhorados
  • 18:50 – Pontos da campanha do Violentina que deram muito certo
  • 20:50 – Discussão sobre o formato das recompensas
  • 25:40 – Projetos que podem se beneficiar do financiamento coletivo
  • 31:40 – Mínimo que um projeto precisa estar desenvolvido para ser potencializado pelo financiamento coletivo
  • 35:55 – Dicas para um novo projeto de financiamento coletivo

Feed do Tons de Cinza

Notas do episódio:

Um Comentário

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  1. Olá Rocha e Caetano,

    bom dia. Escutei o episódio na madruga e encontrei algumas respostas. O tempo de apuração é um dos fatores determinantes para obtenção do sucesso? Estou estudando mais sobre o crowfunding. Quero embarcar nesta, e obviamente provou por “A+B” que mesmo “sem dinheiro” é possível realizar um projeto.

    O processo mais complicado é a questão das recompensas, acredito que nem todo RPG é possível fazer esta hierarquia. É difícil enxergar algo que agrege. Outra coisa que não foi comentada, desculpe se não reparei, é que lá no movere.me só aceita cartão de crédito. Tanto é que não comprei o ViolentinA por não ter um.

    Bem descobri “N” fatores lá no movere.me. É uma pegada que poderá se tornar uma moda. Porque ninguém, absolutamente ninguém sai perdendo.

    Sugestão para a próxima edição dos Tons de Cinza: Algumas informações sobre como procurar serviços terceirizados, como ilustradores, revisores, diagramadores, enfim todos que auxiliam o processo de publicação. Se é mais vantajoso ou não.

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