Diário do Game Chef Brasil – Dia 3

Ontem foi o terceiro de participação no Game Chef Brasil, e o desespero só aumenta!

Ainda tenho muito pouco definido, e cada vez que chego no facebook e vejo a galera produzindo capas, falando dos atributos do personagens, fico ainda mais surpreso com a velocidade da galera!

GamechefOntem também marcamos um encontro de participantes do Game Chef de BH em nosso bar/loja/QG (Kobold’s Den!). Foram cinco participantes: eu, Eduardo, João, Kobold e Encho, além do Bone, que não é participante e foi lá só pra beber e encher o saco mesmo!

As idéias do pessoal estão ótimas, vão desde jogos mais soltos e com uma puxada aos roleplay poems (a nova tendência em BH depois do impacto da presença dos Luizes do Boi Voador por aqui!), até propostas mais tradicionais, que é onde acho que meu jogo se encaixa. Espero que todo mundo consiga enviar seus jogos até dia 26 e que BH chegue com pelo menos uns cinco no GCB!

Eu mesmo falei pouco da minha ideia de jogo (mais por enrolação minha mesmo), e ainda não tenho muito definido… Em minha cabeça é mecanicamente uma mistura de The Quiet Year e MouseGuard, com mestre definido e dois tipos de turnos distintos, onde ações específicas são realizadas.

A proposta do jogo é ser sobre exploração X sobrevivência, e colocar os jogadores em uma espécie de dilema entre indivíduos (seus personagens) ou comunidade (criada coletivamente pelos jogadores). Isso se passaria em um cenário de fim do mundo, poucos anos após uma espécie de vírus transmitido por ondas de rádio ter desolado a sociedade. Grupos e pequenas comunidades de refugiados se escondem nos terraços e andares mais altos dos prédios, e tentam sobreviver com os poucos recursos que possuem e conseguem coletar nas ruínas.

Aí entram os dois tipos de turnos: um deles se passa no abrigo no topo dos prédios, durante o qual são elaboradas as relações entre os sobreviventes, além de melhorias e manutenção daquela comunidade. No entanto esse turno é limitado pelos recursos (água e comida), que devem ser coletados periodicamente no nível do solo, durante o turno de exploração. No turno de exploração os personagens err.. exploram as ruínas do mundo, conseguem suprimentos e descobrem (os jogadores inventam) algo sobre o mundo, mas ao fazer isso se expõe ao vírus radiofônico (que cada vez mais afeta sua personalidade e dificulta a vida em comunidade). Fez algum sentido?

Hoje vou tentar dedicar uma ou duas horinhas pra começar a escrever de verdade, e na atualização de amanhã já devo ter algo no Google Docs para mostrar aqui!

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