All posts by Rocha

FreeMarket – Mr. Smile Parte I [Criação de Personagens e do MRCZ]

FMlogo

No mês de Outubro decidi juntar os amigos para jogar umas das minhas melhores aquisições do ano – o maluco, bonito e esperto FreeMarket, criado pelos já manjados Luke Crane (Burning Wheel e Mouse Guard) e Jared Sorensen (OctaNE, InSpectres e Lacuna). Esse post é o primeiro de uma pequena série contando como foi a experiência!

Resumindo muito, Freemarket é um jogo de ficção científica. Mas não aquela FC que estamos acostumados nos RPGs, com caras vestidos de preto lutando contra alienígenas/inteligências artificiais/corporações malvadas. Aqui, os jogadores representam moradores de uma sociedade utópica em um satélite na órbita de Saturno, na qual não existe morte, leis, e todas as necessidades básicas dos indivíduos foram suplantadas, que se dedicam basicamente a criar, modificar e destruir as coisas que compõem o modo de vida do satélite.

Continue Reading →

Tons de Cinza #02 – Financiamento Coletivo

Aos 45 do segundo tempo chego com o episódio de Setembro do Tons de Cinza!

O segundo episódio do podcast é voltado para a parte de produção, enfocando especificamente as possibilidades do formato de financiamento coletivo. E ninguém mais apropriado para falar disso que o truta Eduardo Caetano, criador do Violentina e da primeira campanha de financiamento coletivo de um jogo de RPG no Brasil.

Não foi bem uma entrevista, já que eu também participei do processo de formatação da campanha do Violentina, então foi um bate-papo, embora no final eu tenha ficado com alguns Jô Soares feelings, achando que falei mais que o Eduardo. Vivendo e aprendendo, esse negócio de podcast é bem mais difícil do que parece!

Continue Reading →

As tiragens das editoras independentes

No início da semana escrevi um artigo sobre o que acho que significam as tiragens no RPG nacional e porque elas não devem ser utilizadas como único parâmetro para avaliar um título, seja hoje seja nos saudosos anos 90. Acabei me estendendo falando muito do passado e de como as tiragens funcionavam a 10 ou 20 anos atrás e não dei a atenção devida ao modelo atual adotado por várias editoras independentes, portanto farei isso agora. Afinal quem vive de passado é museu e um ou outro site de RPG por aí!

Vou partir da discussão já feita sobre tiragens, investimento e risco feita no artigo anterior, então acho que se você não ele ainda essa pode ser uma boa hora para fazê-lo. Resumidamente, parece que todos concordamos no artigo anterior que uma maior tiragem representa um maior risco de recuperar seu investimento inicial, mas também um maior lucro por cópia vendida. Todo mundo por aqui ainda? Então vamos lá!

Continue Reading →

O que a tiragem significa?

Volta e meia aparece a discussão sobre as tiragens de livros de RPG no Brasil. Um dado que  é divulgado com certa tranquilidade em outras paragens, e no RPG nacional por vezes adotou uma característica meio nebulosa, conhecido muitas vezes apenas pelos “insiders“… Recentemente, a discussão voltou a tona, e desta vez  as tiragens serviram como lastro para o argumento que o RPG teve uma fase áurea que já acabou. Mas o que diabos a tiragem de um livro significa hoje?

A definição da nossa amiga Wikipedia é simples, mas trás o cerne do elemento que quero discutir aqui:

Continue Reading →