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Jogos Criados no Versus!

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No início de 2014 eu e o Encho resolvemos bater uma aposta – quem conseguiria criar mais jogos até o final do ano, sempre com o período de concepção e criação destes jogos limitados em um mês! Foi uma experiência bastante frenética, e como ficou perceptível, que eu não consegui acompanhar por muito tempo – ao final de nove meses criei 4 jogos, enquanto o Encho fez 7 (+1 que foi fora do prazo), sendo o grande vencedor da brincadeira.

Mas de qualquer consegui produzir protótipos legais, alguns que merecem realmente serem trabalhados com mais tempo e cuidado. Abaixo seguem os links para baixar os 12 (!!!) jogos resultantes do experimento Versus. Só tenha em mente que estes são protótipos, concebidos e escritos na correria de 30 dias. Certamente haverão erros e inconsistências, mas esperamos que no meio de tudo isso, também existem boas ideias e mecânicas a serem testadas e apropriadas!

Janeiro

A Brecha [Encho#1]

Um jogo de descrição e de discrição. Os jogadores controlam centrais de robôs, que devem seguir uma programação fixa. Porém uma brecha no sistema os permite rebelarem contra o sistema e criar um novo modus operandi, o que pode colocá-los uns contra os outros ou acionar a central, que vai fazer de tudo para tirá-lo de operação.

3-5 jogadores, boardgame descritivo e interpretativo, co-op com um ou mais jogadores inimigo infiltrado.

Miríade [Rocha#1]

Miríade é um jogo narrativo sobre identidade, descoberta e ação. Imagine um dia no qual descobre que existem outras pessoas idênticas a você no mundo. Ainda atordoado por esta descoberta, você percebe que existem indivíduos atrás de vocês, cujas intenções e relação com sua origem não são claras.

Em Miríade todos os jogadores colaboram para construírem juntos uma história de perseguição, investigação e drama, mas dentro deste arranjo existe uma disputa central: um dos jogadores assume o papel da Clínica, instituição antagonista que busca capturar os Protótipos (os personagens do restante dos jogadores), que por sua vez devem descobrir sua origem comum, e escaparem ou desmascararem as intenções da Clínica.

3-5 jogadores, para duas ou mais sessões de 2-4 horas.

Fevereiro

Um é o Bastante [Encho#2]

Um herói, solitário e improvável, é retirado de sua vida comum por algum motivo e atende ao chamado da aventura. Ele precisa vencer um monstro terrível e, por algum motivo, alguma coisa nele, mesmo algo inofensivo, pode ser a chave para a vitória.

2+ jogadores, RPG sem mestre onde cada jogador narra uma cena do mesmo herói ou do monstro.

Março

Brigada dos Quatro [Encho#3]

Este é um jogo sobre auto-conhecimento. Após viver sua vida inteira em uma sociedade militarizada, um grupo de quatro jovens cadetes precisam se virar para sobreviver e agir como um time, enquanto tentam controlar seus impulsos e desejos reprimidos por tanto tempo.

4 jogadores, RPG sem mestre onde a narrativa é guiada por cartas e a história deve ser resolvida em um tempo pré-determinado.

Caduceu [Rocha#2]

[Escolhido como jogo do primeiro trimestre para ser revisado, editado e relançado]

Caduceu é um jogo narrativo para duas pessoas que conta a história de um@ agente que, infiltrad@ no corpo de um@ cientista de uma nação inimiga, deve invadir uma fortaleza viva em busca de uma arma experimental.  Caduceu é um jogo para apenas dois jogadores, que bebe do formato de livros-jogos, mas que se aproveita da dinâmica da dupla de participantes para ser mais aberto que um livro-jogo tradicional.

2 jogadores, uma sessão de 30-60 minutos.

Maio

Trickster [Encho#4]

Entidades místicas, deuses dos ilusionistas, assumem o corpo de mágicos comuns. Todos eles podem alterar a realidade da forma que desejarem, mas a fragilidade de sua carne pode encerrar prematuramente a sua estadia no plano terreno.

3-6 jogadores, RPG onde todos são mestres e cada jogador é responsável por uma mecânica diferente, capaz de narrar certas coisas ou limitar os poderes dos demais.

 

A Ilha [Rocha#3]

A Ilha é um sobre perspectivas conflitantes, vida em comunidade, poderes psíquicos e consequências inesperadas. Nele os jogadores interpretam habitantes de uma ilha isolada do resto do mundo a mais de cinquenta anos, e que subitamente são descobertos. Agora seus habitantes se dividem em dois grupos, aqueles que buscam a integração com o mundo exterior, e aqueles que querem manter o isolamento e a independência.

Tudo isso enquanto uma frota de navios militares e uma comitiva da ONU se aproxima de suas praias!

2-6 Jogadores, uma sessão de jogo de 2-4 horas.

 

Junho

Amazonomachia [Encho#5]

Várias culturas através dos tempos possuem sua própria versão do mito das amazonas: belas e ferozes guerreiras que criam uma sociedade alternativa aonde não existe a presença do sexo masculino e elas são a lei. Mas desta vez todas elas irão deixar suas cidades paradisíacas para se enfrentar em uma guerra sem fronteiras.

2 a 5 jogadores, deck building card game muito tático com uma mecânica com dados para determinar o uso dos poderes de cada personagem

 

Prisioneiro [Rocha#4]

Prisioneiro é um jogo narrativo sobre a sobrevivência e cooperação entre indivíduos até então inimigos, que se encontram isolados após um acidente espacial em um planeta inóspito. Este é um jogo sem o papel tradicional do mestre ou narrador. Suas tarefas são divididas entre os jogadores, e parte importante delas, especialmente definir e apresentar a oposição aos protagonistas, será feita pelo jogador que representa o prisioneiro.

Parte importante de Prisioneiro é a dinâmica entre cooperação e competição. Os jogadores precisam cooperar para conseguirem sobreviver ao ambiente inóspito, um objetivo comum a todos os personagens, mas seus objetivos específicos giram em torno do destino do prisioneiro, e os colocarão em rota de colisão e constante tensão e disputa.

3 jogadores, uma sessão de 2-4 horas.

Julho

ECHΠ[Encho#6]

ECHOE é a conclusão da ideia originou PULSE.

Em um futuro e lugar distante os Observadores do Tempo observam os ecos do passado em busca de conhecimento. Mas quando existem formas de alterar o que já aconteceu eles precisam enviar um operativo através do tempo e espaço para garantir um futuro melhor.

É um jogo onde vários jogadores narram uma história coletivamente controlando um único personagem, que viaja de linha em linha do tempo tentando manter sua mente limpa dos danos causados pelo paradoxo temporal.

3-5 jogadores, uma sessão de 2-3 horas.

 

Agosto

Em Busca de um Lar [Encho*]

[O jogo foi concluído alguns dias depois do prazo de Agosto, mas ainda assim foi finalizado e ficou massa! Então vale uma olhada, mesmo que não conte oficialmente pro Versus]

Este é um jogo extremamente íntimo e pessoal sobre a busca que todos fazemos por coisas que amamos, que temos de mais precioso, que nos faz sentir em paz, em casa. Em Busca de um Lar é um jogo rapido e muito simples mas que pode ser extremamente significativo e profundo. Tudo que você precisa é de papel, lápis e um dado comum.

Jogo solo, cada jornada em no máximo uma hora.

 

Setembro

Tokyo Eihei [Encho#7]

[Escolhido como jogo do terceiro trimestre para ser revisado, editado e relançado]

As Escolas de Sangue são instituições milenares que ensinam não apenas matemática, geografia e história japonesa, como artes marciais e a honra do guerreiro. Tóquio aparentemente é uma cidade pacífica, mas dentro das escolas não acontece apenas treinamento: o dia-a-dia é GUERRA.

Este é um RPG de Anime com foco na narratividade, onde todos os jogadores possuem forte influência sobre o enredo geral do jogo e não apenas o Mestre, que aliás possui um papel interessante de desafio e negociação em prol de cenas mais dramáticas.

3-5 jogadores, RPG onde a montagem de cenas é criada pelo sistema, orientando o trabalho do mestre.

É isso! Esperamos que curta pelo menos algum dos jogos, tem muita coisa diferente ai no meio. E quer saber porque o Versus acabou antes da hora? Clique aqui!

Diário do Game Chef Brasil – Dia 1

Hoje começou o Game Chef Brasil, primeira edição com jogos nacionais do consagrado Game Chef, um dos concursos mais legais de design de RPG que existem por aí!

Segundo o site nacional do concurso, “o Game Chef é uma competição anual de design de jogos analógicos (não-eletrônicos), desafiando os participantes a escrever rascunhos jogáveis de um jogo original em pouco mais de uma semana, baseados em um tema e um conjunto de “ingredientes”” e esse ano será realizado simultaneamente em 5 línguas, cujos melhores jogos vão disputar uma espécie de final internacional. O momento de criação do Game Chef  vai rolar de hoje até a meia noite do dia 26 de Maio, ou seja, dez dias cravados!

Eu decidi não só participar deste concurso incrível, mas também fazer uma espécie de diário sobre o processo do desenvolvimento do meu jogo (o qual eu não faço ideia como será!), escrevendo todo dia um pouquinho sobre conceitos, opções, travadas, enfim, o que quer que aconteça daqui até o final do prazo…

O primeiro dia de Game Chef começou cedo (ou tarde do dia anterior), já que depois da sessão de Apocalypse World, eu, Eduardo, João, Encho e Igor (um dos organizadores do GCB) nos reunimos em um bar para esperar a meia-noite e conferirmos o tema e ingredientes dos jogos. E bem, embora a gente já suspeitasse que os ingredientes seriam imagens ao invés de palavras, acho que não estávamos preparados para o caminhão de abstração que nos atropelou, como vocês podem ver abaixo!

Tema

Ingredientes

No começo achei tanto a opção por imagens, como a escolha das mesmas bem malucas. Mas depois de algumas horas com elas na cabeça comecei a achar a proposta interessante, e além do mais, uma estratégia esperta para viabilizar um concurso com participação simultânea de nativos de cinco idiomas diferentes utilizando as mesmas referências temáticas.

Sobre as imagens, senti uma vibe transhumanista forte em algumas delas, em especial no tema, com as setas sinalizando algo na linha do debate sobre a Humanidade+, assim como também na cabeça estilizada de floco de neve, e maçã com o verme bizarro, acho que dava tranquilo pra ir pelo caminho da discussão tecnologia/humanidade, sociedade pós-escassez e tal. Infelizmente não é o tema que mais me provoca agora, então vou partir pra outra!

Durante o dia fiquei, assim como um monte de gente, fritando nas cinco imagens, e embora não tenha ainda a menor noção do que vou escrever, selecionei alguns discos para ouvir durante o dia e tentar me inspirar em uma direção em que possa produzir algo interessante. Geralmente eu não escrevo com música, mas nos intervalos entre os períodos de escrita o que escuto tende a influenciar um bocado minhas ideias, e como fiquei o dia todo fora de casa tentei ver se tinha alguma inspiração ao som de Godspeed You Black Emperor!, Bowie e Challenger. Não adiantou muito, mas ainda no ônibus, quando comecei com o Challenger me lembrei da outra banda dos caras, o Milemarker que sempre me provocou com suas letras bizarras sobre insetos, robôs, sexo, falhas de comunicação e um saudável rancor anti-capitalista.

Depois de pensar um pouco, dar uma olhada no fórum oficial do Game Chef Brasil, e pensar mais um bocado, cheguei a alguns elementos que acho que combinam com o tema e alguns dos ingredientes, mas que ainda não compõem uma (ou mais) proposta de jogo. O tema, que é o mais importante, me parece propor tanto a ideia de um indivíduo que consegue se deslocar em um fluxo de tempo ou de identidades, conceitos que me atraem bastante. Uma outra interpretação que eu gostaria de utilizar do tema, desta vez mais literal, é espacial, de uma sociedade profundamente dividida em níveis e estratos, e na qual os personagens devem se deslocar.

Sobre os ingredientes os que até agora tem me feito pirar mais são novamente a cabeça demente de floco de neve e a maçã bichada. Gosto da noção de contaminação e tenho pensado muito na possibilidade de uma corrupção da linguagem que toma a forma de um “vírus”, tal como no Snowcrash do Neal Stephenson, e se eu for por esse caminho dá até pra brincar com uma mecânica que vai devorando palavras ou componentes da fala dos personagens. Pode ser divertido! Também gosto dessa ideia pois poderia trabalhar com transmissões e torres de rádio, tal como nessa música do Milemarker aí de cima.

Não tenho a menor ideia do que o jogo vai tratar e de como vai fazer isso, acho que estou ainda separando os brinquedos para descer pro playground, o que não me parece uma forma muito inteligente de começar, mas é a única que consegui até agora. Espero até o final de domingo ter uma noção mais definida para poder efetivamente começar a escrever alguma coisa…

 

 

Indicados ao ENnies 2012

Na última sexta foi divulgada a lista dos indicados aos ENnies, um dos prêmio mais importantes do RPG gringo, característico por ser definido em grande parte pelo voto popular. O ENnie foi criado pela ENWorld em 2001 como um evento anual que ocorre tradicionalmente durante a GenCon (que este ano ocorre entre 16 e 19 de Agosto), para premiar os melhores lançamentos de RPG do ano em diversas categorias.

No ENnies uma série de títulos são indicados por juízes, e depois abertos para escolha do público, o que torna o prêmio divertido por ser também uma medida de popularidade do que as pessoas estão jogando por aí.  E se em 2011 vimos uma lista de indicados repleta de jogos não-d20, com muitos indies, a lista de indicados de 2012 continuou com essa tendência com um bocado de variedade! Abaixo a lista de indicados e alguns comentários nas categorias com as quais me importo:

Melhor Aventura

Pelgrane Press destruindo com nada menos que três indicados na categoria! Duas delas são do Rastro de Cthulhu, espero que a RetroPunk as lance por aqui, mesmo que em formato eletrônico. Também achei foda a Open Design do Wolfang Baur aparecer – eles estão produzindo aventuras excelentes para D&D e Pathfinder a um bom tempo.

Melhor Acessório

Melhor Arte de Capa

Achei todas legaizinhas, nada que tenha se destacado…

Melhor Arte Interior

Do: Pilgrims of the Flying Temple <3! Arte estilosa, diferente, projeto gráfico super bem feito, enfim… Mas todo mundo elogia muito o The One Ring: Adventures over the Edge of the Wild  e o livro parece ser realmente maravilhoso.

Melhor Blog

Bicho não acompanho mais nenhum… Mas esse Gaming as Women parece ser foda pelo que vi!

Melhor Cartografia

Melhor Produto Eletrônico

Só queria comentar que acho GURPS Social Engineering a melhor ideia de todos os tempos : )

Melhor Produto Gratuito

Acho bem cretino que a lista de melhores produtos gratuitos seja composta só de quickstart de jogos maiores (e pagos)… Se for assim acho que essa categoria nem precisava existir!

Melhor Jogo

Agora sim! Ótima lista, todos os jogos parecem excelentes! Fiquei feliz de ver o Hollowpoint na lista, jogo dos mesmos caras do Diaspora, mas que passou meio desapercebido esse ano, não vi muita gente jogando ou comentando. Tomara que a indicação mude isso! Mas no fim das contas todos sabemos qual jogo vai levar esse ENnie: Marvel Heroic Roleplaying Basic Game!

Melhores Miniaturas

Melhor Livro de Monstros/Adversários

Melhor Podcast

Destes só acompanho o Jennisodes, e dúvido que a empolgada Jen não leve o ENnie. Ela tem feito um trabalho impressionante em seus mais de 100 episódios!

Melhor Produção

Pelo que vi essa Pathfinder Roleplaying Game Beginner Box da Paizo é linda, e contando a força da comunidade deles, acho que levam esse prêmio, embora o Vampire: The Masquerade 20th Anniversary Edition possa dar uma pressão. Nostalgia, sabem como é né…

Melhor Produto Relacionado

Só ouço coisas boas do Complete Kobold Guide to Game Design, tá na minha lista de leituras faz um tempão…

Melhores Regras

Destes não conhecia o Spellbound Kingdoms e nem o mashup Lorefinder, que me parece uma ideia incrível! Os outros três – Bulldogs!Hollowpoint e Marvel Heroic Roleplaying Basic Game são excelentes, mas a gente sabe que essa também vai ser do MHR.

Melhor Cenário

Pelo visto esse é o ano dos cenários de investigação, e portanto, da Pelgrane!

Melhor Suplemento

Bizarramente nunca vi e nem ouvi falar de nenhum destes – acho que é a seleção mais tradicional de uma categoria até agora.

Melhor Website

See Page XX – The Pelgrane Press Webzine é o que deveria ganhar, mas no mundo real quem vai levar deve ser o Pathfinder Wiki. Achei engraçado listarem o D&D Insider, ainda mais depois do anúncio do cancelamento do Vitual Game Table

Melhor Texto

Não li nenhum destes embora tenha o Stealing Cthulhu… Todos parecem ótimos!

Produto do Ano

Essa é “A Categoria”. Ano passado foi do Pathfinder, e em 2012 deve ficar novamente entre ele com o Pathfinder Roleplaying Game Beginner Box e o Marvel Heroic Roleplaying Basic Game. O restante são jogos bacanas mas que não tem a força pra mover uma votação em massa como estes dois, mesmo sendo de editoras fortes como a WoTC e a Steve Jackson Games.

Se ano passado as editoras que lideraram as indicações foram a Evil Hat, Paizo e Green Ronin, este ano as coisas mudaram um pouco:

  • Pelgrane Press – 9 indicações
  • Wizards of the Coast – 8 indicações
  • Paizo Publishing – 7 indicações
  • Green Ronin – 5 indicações
  • Cubicle 7 – 5 indicações
  • Open Design – 4 indicações
  • Steve Jackson Games – 4 indicações
  • Kenzer and Co. – 3 indicações
  • VSCA Publishing – 3 indicações
  • Margaret Weis Productions – 3 indicações
  • Fantasy Flight Games – 3 indicações

Por mais que a gente fale de uma entressafra na Wizards, na qual eles realmente não lançaram nada extremamente notável, dá pra ver que os lançamentos da editora como um conjunto continuam ressonando de alguma forma – seja pelo menos pela produção excelente. Também não podemos esquecer que o ENnie era originalmente um prêmio para o sistema d20, então nada mais normal que ainda tenha um pouco essa pegada. O que chama mesmo atenção é a Pelgrane destruindo com 9 indicações, a maioria pulverizada em diversos produtos, assim como a WotC. Na verdade essa foi uma tendência esse ano, ao contrário de 2011, onde tivemos um jogo com 6 indicações (Dresden Files) e vários com 3 ou 4 entradas na lista. Em 2012 os produtos mais indicados foram:

3 Indicações:

  • Pathfinder Roleplaying Game Beginner Box (Paizo)
  • GURPS Horror, Fourth Edition (Steve Jackson Games)
  • Hacklopedia of Beasts (Kenzer and Co.)
  • Hollowpoint (VSCA Publishing)
  • Madness at Gardmore Abbey (Wizards of the Coast)
  • Marvel Heroic Roleplaying Basic Game (Margaret Weis Productions)

2 Indicações:

  • The One Ring: Adventures Over the Edge of the Wild (Cubicle 7)
  • Cthulhu Britannica: Shadows Over Scotland (Cubicle 7)
  • Stealing Cthulhu (Graham Walmsley)
  • Cthulhu Apocalypse: The Apocalypse Machine (Graham Walmsley & Pelgrane Press)
  • The Investigator’s Guide to Occult London (Pelgrane Press)

Olhando assim a lista fica muito mais curiosa não? Provavelmente esta foi a edição do ENnies mais equilibrada que já vi, com vários jogos no páreo! Como é votação popular acredito que os grandes vencedores serão o Pathfinder Roleplaying Game Beginner Box e o Marvel Heroic Roleplaying Basic Game, mas vai ser interessante ver como a Pelgrane, que destruiu nas indicações vai se sair na votação com tantos produtos legais pulverizando os votos. Tomara que mandem bem, é uma editora super consistente, que tem lançado material diferente e de qualidade a um bom tempo!

 

 

Contagem regressiva para o fim da campanha do Violentina!

Agosto foi um mês e tanto! Lembro da empolgação do dia 1º, no qual eu (e muita gente) acompanhei estupefato o Violentina bater a meta inicial de R$2.000,00 em apenas 3 horas. A campanha passou por várias fases, momentos mais mornos e outros de puro frenesi, e nos aproximamos do fim da jornada com um bocado de cansaço, mas também a satisfação de termos não só batido a meta inicial quatro vezes (419% pra ser exato!), mas de termos feito o melhor que podíamos para responder todo mundo, divulgar a campanha e ajudar a bombar ainda mais este fantástico jogo do Eduardo.

Agora enquanto escrevo este post, faltam 23 horas para o fim da campanha, e alcançamos o valor de R$ 8.482,00 através de 117 contribuições. Não existe mais meta a ser batida, só pensamos as recompensas até 8 mil reais, e o Violentina já está mais que garantido, e não só o livro, mas também as seguintes recompensas extras que se acumularam:

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