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	<title>Área Cinza &#187; Outros</title>
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	<description>Notícias Sobre a Indústria do RPG e o Mundo Nerd em Geral</description>
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	<itunes:author>Área Cinza</itunes:author>
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		<title>Um aplicativo excelente para o D&amp;D 4ª edição</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 13:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 4ª edição]]></category>
		<category><![CDATA[Maratona]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa semana conheci o iplay4e, um aplicativo incrivelmente simples e bacana tanto para quem gosta de ter uma grande quantidade de personagens prontos à disposição, como para aqueles mestres que incorporaramlaptops ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa semana conheci o <a href="http://iplay4e.appspot.com/">iplay4e</a>, um aplicativo incrivelmente simples e bacana tanto para quem gosta de ter uma grande quantidade de personagens prontos à disposição, como para aqueles mestres que incorporaram<em>laptops</em> as suas mesas de jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei a usar o <a href="http://iplay4e.appspot.com/">iplay4e</a> hoje para testar, e basicamente ele funciona como um depósito de personagens feitos usando o <em>D&amp;D Character Builder</em>, que <a href="../2008/12/dd-character-builder-beta-download/">foi liberado na versão beta para todo mundo, mesmo aqueles que não são assinantes do D&amp;D Insider</a>. No site você pode tanto fazer o upload de seus personagens, para acessá-los de outros lugares, e mesmo disponibilizá-los para outros jogadores e mestres, como também procurar todos os personagens já catalogados, de acordo com seu nível, raça e classe. Perfeito para improvisar aquele NPC de última hora em sua aventura! O serviço ainda tem poucos personagens, principalmente acima do 10° nível, mas se a moda pegar pode se tornar uma ferramenta genial para os mestres despreparados, e mesmo para aqueles que querem economizar um tempo na criação de suas aventuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não é só isso &#8211; a parada é muito bem feita, e depois que você acessa um determinado personagem, tenha sido ele criado por você ou outra pessoa, você tem acesso a todos os itens, talentos e poderes com roladores integrados, ou seja, só clicar em um determinado poder que o programa faz a rolagem com os modificadores necessários! Genial mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Resta saber se o <a href="http://iplay4e.appspot.com/">iplay4e</a> não corre o risco de ser exterminado pela<em> Wizards</em>. Um ponto positivo neste sentido é que o programa não usa os textos descritivos dos poderes, habilidades e talentos, apenas suas partes mecânicas. E eles tomaram o cuidado de não usar a marcar <em>Dungeons &amp; Dragons</em> em nenhum lugar, o que deve tornar as coisas um pouco mais difíceis para os advogados da WotC caso se voltem contra o aplicativo. Por outro lado, ele não respeita a licensa especial da editora para websites, pelo simples fato dela ainda ser inexistente… Então vale a pena baixar os personagens rapidinho só para garantir!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fracasso da expedição!</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 01:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área Cinza]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[É com pesar que faltando apenas alguns minutos para o fim do prazo, nossa instituição declara o fracasso da expedição em busca da fonte perdida. Apesar da bravura e disposição de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É com pesar que faltando apenas alguns minutos para o fim do prazo, nossa instituição declara <a href="../2009/04/promocao-area-cinza-os-cacadores-da-fonte-perdida/">o fracasso da expedição em busca da fonte perdida</a>. Apesar da bravura e disposição de nossos associados, a mítica fonte perdida, na qual os magos da costa afirmam o fracasso de seu mais recente e poderoso feiticço, não foi encontrada, e assim entra oficialmente para a galeria de boatos e lendas que circulam nosso meio de arqueólogos do RPG nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que ninguém tenha recebido o tesouro prometido, agradecemos o empenho e dedicação de todos os aventureiros em busca da Verdade, embora ela seja muito mais difícil (às vezes até impossível!) do que pareça para alguns.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Settlers of Catan na Wired</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 01:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Boardgames]]></category>
		<category><![CDATA[Settlers of Catan]]></category>

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		<description><![CDATA[O site da Wired, a melhor, e provavelmente mais famosa revista de tecnologia e cultura nerd do mundo trouxe essa semana uma bela matéria de 4 páginas sobre o fenômeno do jogo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.wired.com/">site da Wired</a>, a melhor, e provavelmente mais famosa revista de tecnologia e cultura nerd do mundo trouxe essa semana <a href="http://www.wired.com/gaming/gamingreviews/magazine/17-04/mf_settlers?currentPage=1">uma bela matéria de 4 páginas sobre o fenômeno do jogo de tabuleiro Settlers of Catan</a>, contando desde de sua criação em 1995 pelo alemão Klaus Teuber, até sua entrada no mercado norte-americano como carro chefe dos chamados<em> eurogames</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu comprei uma caixa do <em>Settlers</em> no ano passado, e até <a href="../2008/09/descobrindo-catan/">já postei aqui uma resenha da minha primeira partida</a>, e realmente o jogo é o exemplo clássico daquela expressão “fácil de aprender e difícil de dominar”, com uma série de regras e mecânicas que são muito simples e bem pensadas para manter as partidas dinâmicas e divertidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A matéria é muito grande para copiar aqui, mas acho que alguns trechos merecem comentários, como este sobre o apelo dos jogos:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Board games have continued to thrive for a simple reason: Whether for adults or children, they are—like poker nights, softball games, and bowling leagues—an excuse to hang out and interact with friends and family. As <a href="http://www.jesperjuul.net/ludologist/">Jesper Juul</a>, a ludologist, or game expert, at MIT explains, they create a communal experience that brings people together. Who won the last time and how, some interesting tactic, or a particularly remarkable stroke of luck all produce a shared memory.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Acho difícil alguém aqui no AC ler esse trecho e não pensar no RPG. Acho até engraçado, muitas vezes nós jogadores de RPG exaltamos as qualidades do nosso hobby como se fosse o único jogo ou modelo onde elas existissem, e esquecemos que o RPG é um tipo de jogo entre vários, todos capazes de oferecer não só horas de diversão com amigos, mas também construir uma uma espécie de “cultura compartilhada” na falta de um termo melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre as diferenças entre os jogos de tabuleiros tradicionais, como Banco Imobiliário (<em>Monopoly</em>) e os<em>eurogames</em> -</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">But part of the reason we don’t play much Risk and Monopoly as adults is that those are actually poorly designed games, at least in the German sense. <a href="http://www.boardgamegeek.com/wiki/page/Derk_Solko">Derk Solko</a>, a garrulous former Wall Streeter who cofounded the Web site <a href="http://www.boardgamegeek.com/">BoardGameGeek.com</a> in 2000 after discovering Settlers, explains it this way: “Monopoly has you grinding your opponents into dust. It’s a very negative experience. It’s all about cackling when your opponent lands on your space and you get to take all their money.” Monopoly, in fact, is a classic example of what economists call a zero-sum game. For me to gain $100, you have to lose $100. For me to win, you have to be bankrupt. Gouging and exploiting may be perfect for humiliating your siblings, but they’re not so great for relaxing with friends.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Eu tenho essa experiência com o War, um jogo que eu curto, mas que assim como o Truco, tenho plena convicção que foi criado pelo capeta para dissolver famílias e terminar namoros, já que é baseado na traição, humilhação e destruição dos seus companheiros de jogo. No Catan as coisas não são tão hippies ao ponto de não haver disputa ou uma sacanagem, mas ela se dá de maneira um tanto indireta, e se concentra nas rodadas de negociação dos recursos &#8211; e ai vale a lei do mercado. Três cartas de trigos por uma de madeira, nada pessoal, mas é pegar ou largar baby!</p>
<p style="text-align: justify;">Entrando mais a fundo nestas mecânicas que fazem o jogo ser interessante e divertido até sua última rodada, até mesmo para quem está perdendo &#8211; o</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Wheeling and dealing turns out to be an elegant solution to one of the big problems plaguing Monopoly—sitting idle while other players take their turns. Since every roll of the dice in Settlers has the potential to reap a new harvest of resource cards, unleash a flurry of negotiations, and change the balance of the board, every turn engages all the players. “The secret of Catan is that you have to bargain and sometimes whine,” Teuber says.</p>
<p style="text-align: justify;">Finally, the game is designed to restore balance when someone pulls ahead. If one player gets a clear lead, that person is suddenly the prime candidate for frequent attacks by the Robber, a neat hack that Teuber installed. Roll a seven—the most likely outcome of a two-dice roll, as any craps player knows—and those with more than seven resource cards in their hand lose half their stash, while the person who rolled gets to place a small figure called the Robber on a resource tile, shutting down production of resources for every settlement on that tile. Not surprisingly, players often target the settler with the most points.</p>
<p style="text-align: justify;">All of this means that players must use strategy and move smartly, but even flawless play doesn’t necessarily lead to easy victory. This is why kids can play with adults, or beginners with experts, and everyone stays involved.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Falando assim parecem soluções meio óbvias, mas só o lance todos os jogadores poderem ganhar recursos em todos os turnos, sejam deles ou não, já muda totalmente a dinâmica do jogo, e te faz ficar ligado durante a partida inteira. Isso também faz os turnos ficarem mais rápidos, já que todo mundo está focado e administrando seus recursos e possibilidades continuamente. Além disso, como são várias rolagens de dados por rodada completa, isso diminui um pouco a influencia do azar, já que é bem mais provável que você receba algum recurso durante as  jogadas de dados de todos os jogadores do que só no seu próprio turno.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente algumas idéias interessantes sobre alguns de nossos temas favoritos da semana aqui no Área Cinza: o mercado de jogos norte-americano e seu futuro frente ao crescimento das plataformas digitais -</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Settlers has become so successful in the US that other German-style games are starting to ride in its wake, even in the midst of the recession. New Mexico entrepreneur <a href="http://www.boardgamegeek.com/boardgamedesigner/3288">Jay Tummelson</a> licenses, translates, and imports German mass-market hits like Carcassonne alongside more offbeat titles like Galaxy Trucker by Czech designer <a href="http://www.boardgamegeek.com/boardgamedesigner/789">Vlaada Chvatil</a>. His company, Rio Grande Games, sold half a million of these titles in 2008. “We’re growing at 30 to 35 percent a year, compounded,” he says. “In the US, most of my customers this year weren’t my customers two or three years ago. They didn’t know these games existed.”</p>
<p style="text-align: justify;">Teuber’s plan for overcoming this challenge is, oddly enough, computers. He hopes that digital versions of Settlers will help conquer (sorry, liberate) the US market. He and his son Guido are convinced that moving the game online and onto platforms like Xbox 360 and Nintendo DS is the best way to win converts outside the board game world. The idea is that after getting to know the game and its rules on the PC and game consoles, people will be more likely to buy the analog version—still the most fulfilling and social Settlers experience—to play with friends.</p>
<p style="text-align: justify;">In 2007, Teuber launched the English- language version of <a href="http://www.playcatan.com/en/">PlayCatan.com</a>, an online community that draws 15,000 or more players a day from around the world. The US audience is the site’s fastest-growing segment. That same year, Big Huge Games released a <a href="http://www.xbox.com/en-US/games/c/catanxboxlivearcade/">downloadable version</a> of Settlers for Xbox 360. And a PC version of the game and its expansions will come out in English this spring featuring multiplayer and AI smart enough to challenge the strongest players.</p>
<p style="text-align: justify;">Will it be enough to take on the likes of Hasbro and become the go-to game in every American’s hall closet? That’s certainly the plan. “The challenge is to stay at a high level for years, to catch up to Monopoly,” Teuber says. “It’s a very, very high goal. If we could come into the neighborhood, that would be great.” Only a few billion wheat-for-sheep trades to go.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Partindo do pressuposto que os bons jogos são capazes não só de fornecer algumas horas de diversão, mas também criar uma experiência e memórias compartilhadas, a aposta de Teuber e sua gangue está na especificidade da versão “analógica” do jogo, ou seja, o evento social de se jogar Settlers of Catan. E por mais que isso exista em alguma medida nas partidas virtuais, ainda sim é apenas em um nível bem primário e diferente. De forma parecida com o que ocorre com o RPG aliás. Assim, as versões eletrônicas surgem não como concorrentes, mas como uma outra forma de se apresentar as regras e proposta do jogo, mas com lacunas na experiência da interação social. E ai que entra a versão tradicional, que seria algo como o pacote completo.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma proposta extremamente interessante, que inclusive vai de encontro com muitas abordagens à respeito dos jogo multi-plataformas, que partem do pressuposto que a experiência de determinando jogo pode ser transferida para diversas mídas sem passar por grandes modificações. Já nosso amigo Teuber, aposta justamente nessa diferença como o grande trunfo do <em>Settlers of Catan</em>, e até agora parece que têm dado certo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cools as Ice!</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 01:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>

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		<description><![CDATA[A Marvel trouxe para a Era YouTube uma de suas idéias mais estranhas e divertidas dos anos 90: a série What The–?! que parodiava os personagens da editora e contava com autores ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Marvel trouxe para a Era YouTube uma de suas idéias mais estranhas e divertidas dos anos 90: a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/What_The--%3F%21">série What The–?! </a>que parodiava os personagens da editora e contava com autores conhecidos como  Stan Lee e John Byrne. A nova versão em vídeo, cuja estréia rolou semana passada, usa animação em <em>stop motion</em> e conta com piadas politicamente incorretas envolvendo a sexualidade de alguns ícones da editora, que resulta em algo mais divertido e ousado do que eu esperava da Marvel.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro episódio “<a href="http://www.marvel.com/news/comicstories.7371">There’s No Business Like Snow Business</a>“, a trama gira em torno do Homem de Gelo, que após perder seus poderes em uma batalha, decide começar uma carreira como apresentador de talk-show entrevistando outros hérois e vilões do universo Marvel. O destaque para mim é o quadro de culinária com o Justiceiro e algumas outras piadinhas e tiradas com a cultura pop, que resultam em um primeiro vídeo bacana e com uma ótima lição de moral! Se a série seguir estes rumos pode se tornar algo realmente excelente para quem curte quadrinhos e tem algum senso de humor.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nem tudo que te linka é ouro&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 23:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este post tem boas chances de ser mal interpretado, e algumas ainda maiores de ser interpretado corretamente e e mesmo assim causar alguma confusão. Então antes de começar gostaria de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este <em>post</em> tem boas chances de ser mal interpretado, e algumas ainda maiores de ser interpretado corretamente e e mesmo assim causar alguma confusão. Então antes de começar gostaria de lembrar que falo apenas por mim, não estou levantando uma bandeira, puxando um movimento e nem nada do tipo. Dito isto, vamos lá!</p>
<p>Esta semana apareceram mais dois agregadores de blogs de RPG, que surgem dois meses depois que <a href="http://www.areacinza.org/2008/09/agregadores-por-todos-os-lados/" target="_blank">o Tarmann anunciou que estava trabalhando no primeiro dos agregadores nacionais</a>. Estes dois novatos são a <a href="http://listaludica.blogspot.com/ " target="_blank">Lista Lúdica</a> que <a href="http://groups.google.com.br/group/blogsderpg/browse_thread/thread/7a796086126d6b85" target="_blank">segundo seu criador Romulo (que também fez a lista de discussão de blogs de RPG)</a>:</p>
<blockquote><p>Usando recursos do blogspot, construí um pequeno agregador que lista, de forma atualizada, uma série de blogs sobre jogos de tabuleiro e RPG. Para a comodidade de todos, aí está o Lista Lúdica:</p></blockquote>
<blockquote><p>Nessa página fica fácil dar uma olhadela no que andam falando por aí sobre RPG e Jogos de Tabuleiro. Se vocês quiserem adicionar algum endereço basta deixar um comentário! Se você anda com pregs de entrar no seu google reader, essa é a solução. Além do mais, a idéia é ter sempre coisa diferente. Tomarei cuidado para não sair cadastrando tudo e deixar virar um bolo doido.</p></blockquote>
<blockquote><p>(&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>Cara, é a mesma idéia do RPGBrasil, mas eles têm ferramenta buscas, núvem de tags e mais uma série de coisas sofisticadas que não pretendo colocar na lista lúdica por uma razão simples: eu a fiz apenas com as ferramentas básicas do blogspot. De &#8220;mão na massa&#8221;, só o template de 3 colunas (que eu evidentemente peguei pronto e adaptei para o que eu precisava) e, um dia, talvez, um layout próprio. A outra diferença também é que a Lista Lúdica também tem blogs de eurogames e jogos de tabuleiro.</p></blockquote>
<p>Além da falta de pretensão (o que é ótimo!), me atrai muito na Lista Lúdica a parte sobre eurogames e jogos de tabuleiros em geral, algo que ainda está engatinhando por aqui <a href="http://www.areacinza.org/2008/09/descobrindo-catan/" target="_blank">e que me interessa cada dia mais</a>. Já descobri dois blogs bem legais por lá!</p>
<p>O outro agregador é o <a href="http://www.rpg.blog.br/" target="_blank">RPG.blogs</a>, criado pelo Guilherme Moreno, antigo dono do portal SpellBrasil. <a href="http://groups.google.com.br/group/blogsderpg/browse_thread/thread/898ff4e03d648fed#" target="_blank">De acordo com ele</a>:</p>
<blockquote><p>Depois de 2 anos acompanhando o crescimento na quantidade e qualidade de blogs, principalmente a partir deste ano, resolvi construir um novo projeto, a comunidade RPG.BLOGS. Trata-se de um site que reúne os blogs de todas as pessoas, divulgando apenas uma pequena parte do conteúdo de cada post publicado em cada um deles, ficando assim mais fácil aos interessados por rpg encontrar uma fonte centralizada do que há de novo por aí.</p></blockquote>
<blockquote><p>Para quem lê, fica a vantagem de encontrar em apenas um feed as atualizações de toda uma variedade de blogs. Para os blogueiros, a certeza de terem seu conteúdo lido e comentado diretamente em seu site, garantindo assim mais acessos a seu blog.</p></blockquote>
<blockquote><p>Já coloquei alguns blogs que acompanhava como afiliados neste início, e aguardo anciosamente o feedback deles e também de outros sites, pessoas e blogueiros que queiram se afiliar e colaborar com esta comunidade.</p></blockquote>
<blockquote><p>(&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>O mais importante é que, com o tempo, quero que o site se torne uma comunidade colaborativa entre os blogs e seu público final, e como eu trabalho com internet, estarei sempre também trabalhando em prol do site, ajudando a todos a divulgarem seus blogs e, consequentemente, o rpg, que é o que sempre fiz desde a época da SpellBrasil.</p></blockquote>
<p>Bom tirando a parte visual bem superior, <a href="http://www.dot20.com.br/2008/10/27/agregadores-de-blogs-por-todos-os-lados/" target="_blank">como foi comentado pelo Nume no .20</a>, não sei exatamente no que o RPG.Blogs se destaca do <a href="http://rpgbrasil.net/rpg/" target="_blank">RPG Brasil</a> criado pelo Tarmann, que apesar de seus eventuais bugs, vem sendo discutido com um feedback bem interessante na <a href="http://groups.google.com.br/group/blogsderpg" target="_blank">lista de blogs</a>. E tendo em vista essa grande similaridade entre os agregadores, acho que cabe uma pergunta feita pelo Nume &#8211; <em>para que o mundo precisa de um agregador exatamente igual aos outros? </em>A qual ele mesmo responde adiantadamente ao dizer<em> &#8221; Neste caso sou adepto da política do “quanto mais, melhor”. </em></p>
<p>Aqui entramos na parte que pode ser definida como &#8220;meus resmungos de velho&#8221;. Eu não acho que quanto mais melhor, assim como discordo em parte do Moreno quando ele diz:</p>
<blockquote><p>Para quem lê, fica a vantagem de encontrar em apenas um feed as atualizações de toda uma variedade de blogs. Para os blogueiros, a certeza de terem seu conteúdo lido e comentado diretamente em seu site, garantindo assim mais acessos a seu blog.</p></blockquote>
<p>Ok, mas e para quem cria um agregador destes e recebe as visitas que originalmente ficariam pulverizadas em dezenas de blogs? Tem alguma vantagem né? Eu não conheço o Moreno, e assim não tenho nem como falar dele. Mas a real é que me parece um pouco estranho que apareça algo assim cheio de planos e pretensões de expansão (de forma bem diferente da Lista Lúdica pelo que entendi) meio do nada, sem um discussão prévia do que já existe, que tenha como objetivo a criação de uma comunidade de blogs, e ainda atrelado a um discurso, que quando surge relacionado a REDE RPG todo mundo adora apedrejar &#8211; a idéia do trabalho em prol do RPG. Infelizmente todos esses anos acompanhando o RPG nacional me fizeram desconfiar um pouco de todos que se apresentam como meros instrumentos para fazer o RPG avançar, ainda mais quando uma nova oportunidade de divulgar e bombar os blogs também trás implícita a subida de outro site de RPG junto com o trabalho feito por esse monte de gente.</p>
<p>E sem muitas respostas aqui, mas eu acho que é importante perguntar &#8211; será que todo <em>link</em> é bom para nós? Nesse ponto discordo do Nume, que acha que quanto mais melhor. Ok, mais visitas e acessos são legais, fato. Mas a maioria de nós sequer consegue pagar a hospedagem e/ou domínio dos nossos blogs com propagandas e <em>adsenses</em> da vida, e o mais importante, dedicamos umas boas horas por semana para escrever nossas paradas, e por melhor que seja ser lido pelo maior número possível de pessoas, acho que temos alguma responsabilidade por onde nossos textos aparecem e são divulgados, e mais importante, quem ajudamos a ser divulgados com eles.</p>
<p>Eu posso estar sendo meio besta, até porque nunca entendi muito bem o lance da internet 2.0 e tal. Mas eu acho que as coisas tem que vir em duas mãos, e não falo só de acessos. Na minha cabeça uma comunidade não é criada e oferecida, é construída em conjunto. Um portal/agregador não só me bomba com acessos, mas também cresce com a ajuda (ainda que pequena) dos <em>meus posts</em>, e acho uma pergunta válida querer entender exatamente qual a vantagem de outro agregador muito parecido com o que já existe nesta comunidade. Isso não quer dizer que ele não possa ser melhorado ou aperfeiçoado, ele pode e muito, mas colocado de lado sem discussão? Eu acho que não.</p>
<p>Enfim, acho que estamos todos fazendo um trabalho bom demais, sem nenhuma modéstia. E todo bom trabalho gera repercussão e interesse. Nos cabe avaliar até onde estas coisas são interessantes para nós, até quando elas somam ao que estamos construindo e de que forma. Neste caso eu acho que, tirando o layout mais bonitinho, não acrescenta muito. E como disse o <a href="http://doutorcarecalab.blogspot.com/" target="_blank">Trevisan</a> em uma conversa de MSN sobre o assunto, &#8220;<em>por mais que eu não tenha nada contra o Moreno, não quero nada meu associado ao trabalho da Spell por motivos óbvios</em>&#8220;. Nem eu cara, mesmo que esta seja uma possibilidade remota para o futuro.</p>
<p>Então por estes vários motivos eu prefiro ficar restrito a Lista Lúdica, que trás novas possibilidades, e ao RPG Brasil, que além de ser pioneiro neste idéia, acredito que seja o agregador que tem mais potencial de crescer em uma verdadeira comunidade dos blogs de RPG.</p>
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		<title>A voz de Cthulhu</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 11:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pramas]]></category>
		<category><![CDATA[Cthulhu]]></category>
		<category><![CDATA[Rock!]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora eu acho que entenda mais de RPG e coisas nerds, música em geral é bem mais importante e presente na minha vida. Vou aproveitar para descrever um desses belos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora eu acho que entenda mais de RPG e coisas nerds, música em geral é bem mais importante e presente na minha vida. Vou aproveitar para descrever um desses belos e raros momentos quando as duas coisas se encontram, ou seja, através da música nerd, até porque um RPG de música seria bem chato.</p>
<p>Conheci os <a href="http://www.thickets.net/" target="_blank">Darkest of the Hillside Thickets</a> pelo <a href="http://freeport-pirate.livejournal.com/" target="_blank">blog do Chris Pramas</a>,<a href="http://freeport-pirate.livejournal.com/106026.html" target="_blank"> </a>quando ele falou do <a href="http://freeport-pirate.livejournal.com/106026.html" target="_blank">show deles na PAX</a> (Penny Arcade Expo) em Agosto. Vale lembrar que o Pramas não é um nerd convencional que gosta de metal melódico, em um longíquo ano 2006 (valeu<a href="http://faire-savoir.info/" target="_blank"> Barbi!</a>) o cara me chamou a atenção quando fez uma piada sobre straight edges e <em>Minor Threat</em> em um tópico da ENworld, a qual óbviamente, apenas 1d4-2 caras entederam. Além disso ele se descreve no seu livejournal como <em>&#8220;</em><em>I am Chris Pramas, game designer and publisher by day, punk and malcontent by night&#8221;</em>, então quando ele diz que o show de uma banda foi foda, existe uma boa chance que eu vá gostar daquilo. Mas quando ele diz que o show foi foda <em>e que 3000 pessoas cantaram &#8220;Ia ia, Cthulhu f&#8217;tagn&#8221;</em><em> junto com a banda<span style="font-style: normal;">, é óbvio que eu vou gostar!</span></em></p>
<p>Baixei dois discos da banda, o <em>Cthulhu Strikes Back</em> de 95 e o <em>Great Old Ones</em> de 96, e no começo achei a banda legal, mas o vocal me fritava um pouco, com uma pegada meio rock alternativo pós-grunge a la <em>Therapy? </em>que deixa a banda com uma cara de anos 90 que não me agrada muito. Mas ok, a parada foi gravada nos anos 90 mesmo! Os riffs são sempre bons, em especial no <em>Great Old Ones</em> que é o mais hardcore dos dois, e as letras são sempre citações a obra de Lovecraft, muitas vezes com um humor nonsense, que definitivamente é o ponto alto da banda. Estou querendo pegar agora o <em>The Shadow Out of Tim</em> lançado ano passado, e ver como esses 10 anos afetaram o som deles.</p>
<p>E os caras são nerds de verdade. O vocalista (que ainda me frita um pouco) é um cara chamado Toren Atkinson, que é ilustrador e já fez um monte de coisas pra <a href="http://mypage.uniserve.ca/~thickets/clients.htm" target="_blank">Green Ronin e para a Wizards of the Coast, inclusive no d20 Call of Cthulhu</a>, trampo que deve ter deixado ele bem feliz&#8230;  E junto com o guitarrista Warren Banks (e com a contribuição do Monte Cook!) eles escreveram um RPG chamado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spaceship_Zero" target="_blank">Spaceship Zero</a> que foi <a href="http://www.greenronin.com/catalog/grr1010" target="_blank">lançado pela GR</a> e tem como tema os filmes e seriados de ficção científica dos anos 50 e 60. Nem é muito minha praia, mas fiquei bem curioso para dar uma olhada, e já mandei para a lista de livros do leilão de usados do EIRPG.</p>
<p>Enfim, a banda é bacana e o <em>Great Old Ones</em> é bem recomendado para quem gosta de rock e de Lovecraft, embora possa não agradar quem curte apenas um desses dois pilares do modo de vida ocidental. Como sou legal (e <a href="http://poeiradiscos.blogspot.com/" target="_blank">já participo de um blog de compartilhamento de discos raros mesmo</a>) os dois discos podem ser encontrados <a href="http://thepiratebay.org/torrent/3610320/The_darkest_of_the_hillside_thickets" target="_blank">aqui</a>. Os destaques são <em>Colour me Green</em> (Green is the colour of my god!), <em>Flee!</em>, <em>My Tank!</em>, o cover de The Police (tá eu sei&#8230;) <em>Walking on the Moon</em>, e a balada acústica brega <em>Diggin&#8217; Up The World</em>.</p>
<p>E de brinde o vídeo da apresentação da qual o Chris Pramas falou no seu blog:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/L-9Sl5qF3OE&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/L-9Sl5qF3OE&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Opinião sobre algumas opiniões sobre a 4ª edição</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 11:14:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 4ª edição]]></category>
		<category><![CDATA[Eu eu eu!]]></category>
		<category><![CDATA[Inutilidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boa tirinha vale mais que mil palavras&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa tirinha vale mais que mil palavras&#8230;</p>
<p><a href="http://archive.gamespy.com/comics/dorktower/" target="_blank"><img style="vertical-align: middle;" src="http://archive.gamespy.com/comics/dorktower/images/comics/scrye124.gif" alt="" width="450" height="741" /></a></p>
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		<title>Minha lista de livros para manter o D&amp;D 3.5</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 11:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[D&D 3ª edição]]></category>
		<category><![CDATA[Top]]></category>

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		<description><![CDATA[O Bruno Cobbi e o pessoal do d3system me pediram que escrevesse um artigo sobre os livros que considero essenciais para quem vai continuar jogando a edição 3.5 do Dungeons ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Bruno Cobbi e o pessoal do <a href="http://www.d3system.com.br/" target="_blank">d3system</a> me pediram que escrevesse um artigo sobre os livros que considero essenciais para quem vai continuar jogando a edição 3.5 do Dungeons &amp; Dragons, e o resultado (ou pelo menos a primeira parte dele) pode ser <a href="http://d3system.com.br/kitdnd35parte1/" target="_blank">conferido aqui</a>.</p>
<p>Foi uma matéria realmente fácil e divertida de escrever. Nada mais legal que passar por uns 40 livros e ir relembrando o que cada um tem de legal, e como podem (ou não) acrescentar uma vida útil a edição 3.5 por mais uns bons anos. Modéstia a parte, acho o resultado final é uma lista bem heterogênea e que da corda para mais uns bons 5 ou 10 anos de jogo com a terceira edição.</p>
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		<title>Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 04:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Indiana Jones]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem assisti ao Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, e o filme superou minhas expectativas. Mais de 25 anos depois de ter interpretado o arqueólogo mais famoso ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://www.cinemaemcena.com.br/filmes/203/cartazes/indianajones4_04.jpg" alt="" width="297" height="441" />Ontem assisti ao <em>Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal,</em> e o filme superou minhas expectativas. Mais de 25 anos depois de ter interpretado o arqueólogo mais famoso do mundo, é muito foda ver o Harisson Ford velhão e ainda fazendo as mesmas caras e tiradinhas irônicas que marcaram o personagem. Provavelmente só isso já valeria o ingresso.</p>
<p>Mas é claro que o filme ainda tem todos os elementos clássicos da trilogia &#8211; <span id="Conteudo1_lblTexto">cenas de ação caóticas, humor esperto, um par romântico meio a contragosto, o mapa com as linhas vermelhas, aliados traidores, inimigos caricatos e durões, armadilhas, e lógico, a trilha do John Williams.</span></p>
<p>Além das características que marcaram a franquia, Spielberg e sua turma trouxeram algumas novidades,  uma delas responsável por boa parte das críticas negativas que o filme recebeu, e que discuto mais a frente. Dos  novos personagens, o jovem motoqueiro Mutt interpretado por Shia LaBeouf é disparado o melhor. A relação dele com Jones recaptura parte da dinâmica genial entre Indy e seu pai interpretado por Sean Connery em <em>A Última Cruzada</em>, mas desta vez o personagem de Ford se encontra no lado carrancudo e mal-humorado do espectro, enquanto Mutt tenta impressionar e afrontar o arqueólogo com suas ações impetuosas.</p>
<p>A personagem de <span id="Conteudo1_lblTexto">Cate Blanchett por outro lado decepciona. Quando a espiã-russa-gata-paranormal aparece na tela não tem como não achar que ela será uma oponente à altura de Jones, mas a verdade é que durante o filme ela não faz basicamente nada de interessante. Aliás a culpa nem me parece ser de </span><span id="Conteudo1_lblTexto">Blanchett, mas do roteiro, que apresenta uma vilã cheia de possibilidades e recursos, mas que falha em fazer isso funcionar minimamente. Outro personagem estranho e que não mostra bem a que veio é o </span><span id="Conteudo1_lblTexto">professor Oxley, que anda de um lado para o outro com a caveira de cristal debaixo do braço falando coisas sem sentido e sendo muito chato. Acredito (e acho que muita gente tem essa opinião), que </span><span id="Conteudo1_lblTexto">Oxley entrou na trama para tapar um buraco que originalmente deveria ter sido preenchido por Sean Connery, porque só assim mesmo para explicar as lacunas e furos no roteiro que giram em torno do personagem desmiolado.<br />
</span></p>
<p><span id="Conteudo1_lblTexto">Além dos dois personagens acima, os outros pontos fracos do filme giram em torno de cenas bem específicas que exageram no fator &#8220;trapalhões&#8221;, como a constrangedora cena de Mutt nos cipós com os macacos de CGI, ou então que vão muito além de serem sacadas &#8211; um recurso sempre válido na trilogia, como na absurda cena do carrinho  da mina que cai de volta nos trilhos em <em>Templo da Perdição</em>, mas desta vez nem mesmo Indy e seus companheiros se mostram minimamente surpresos de sobreviverem não a uma, mas três (!!!) quedas de cachoeiras gigantescas em sequência. Diferentemente da cena da &#8220;geladeira nuclear&#8221;, onde o herói sobrevive graças a uma sacada inteligente, nas cachoeiras a impressão que fica é que o grupo de heróis só sobreviveu porque o roteirista quis assim, e a sucessão de quedas acaba sendo tão ridícula que fica engraçada.<br />
</span></p>
<p>Apesar de algumas cenas ficarem bem abaixo do restante do filme, no fim das contas <em>Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal</em><strong> </strong>é<strong> </strong>muito bom e vive perfeitamente à altura da trilogia original. Na verdade eu o achei superior ao <em>Templo da Perdição</em>, o mais fraco dos três primeiros filmes, o que já é um grande feito. Pelo menos em comparação com qualquer um dos novos filmes de Star Wars!</p>
<p><strong>Spoiler: Não leia se ainda não tiver visto o filme e sacado qual é a trama.</strong></p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>A principal crítica que o filme tem recebido (além da cena da cachoeira : ) diz respeito a inclusão de alienígenas (e discos voadores, e a Área 51) como um dos principais pontos da trama. Enquanto os três primeiros filmes tinham uma explicação mágica e religiosa para as coisas, <em>Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal</em> utiliza ficção científica no lugar, o que foi considerado por algumas pessoas como uma fuga da temática original da série, ou de suas origens.</p>
<p>Achei essas críticas meio bestas. Indiana Jones nunca foi sobre magia e misticismo, mas sim uma homenagem as histórias pulp. Nos anos 50, época em que o filme se passa, os alienígenas eram um tema recorrente, que inclusive foi muito utilizado como metáfora para retratar a &#8220;ameaça do comunismo&#8221;, outro ponto comum ao filme. Não acho mesmo que esse papo de &#8220;os deuses antigos eram na verdade alienígenas&#8221; fuja da idéia original dos filmes, pelo contrário, considero uma maneira inteligente e interessante de atualizar a temática para acompanhar o avanço de 20 anos na história.</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 21:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Gygax]]></category>
		<category><![CDATA[Homenagem]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;These rules are strictly fantasy. Those wargamers who lack imagination, those who don&#8217;t care for Burroughs&#8217; Martian adventures where John Carter is groping through black pits, who feel no thrill ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gadgets.boingboing.net/2008/03/04/dungeons-dragons-cre.html" target="_blank"><img src="http://i79.photobucket.com/albums/j135/rafaelbeltrame/gary.jpg" alt="" width="241" height="149" align="left" /></a><em>&#8220;These rules are strictly fantasy. Those wargamers who lack imagination, those who don&#8217;t care for Burroughs&#8217; Martian adventures where John Carter is groping through black pits, who feel no thrill upon reading Howard&#8217;s Conan saga, who do not enjoy the de Camp &amp; Pratt fantasies or Fritz Leiber&#8217;s Fafhrd and Gray Mouser pitting their swords against evil sorceries will not be likely to find Dungeons &amp; Dragons to their taste. </em></p>
<p><em>But those whose imaginations know no bounds will find that these rules are the answer to their prayers. With this last bit of advice we invite you to read on and enjoy a &#8220;world&#8221; where the fantastic is fact and magic really works!&#8221;</em></p>
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