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De volta da RPGCON 2010

Como já é de praxe, depois de dormir um pouco é hora de escrever minhas impressões sobre a RPGCON 2010 que aconteceu neste último fim de semana em São Paulo. Para quem já foi no evento e conhece a proposta e pegada da RPGCON pode seguir direto com a leitura. No entanto para aqueles que são marinheiros de primeira convenção ou querem saber como surgiu o maior evento de RPG dos últimos dois anos, recomendo dar uma lida rápida no relato da RPGCON de 2009. O post havia se perdido no crash do Área Cinza, mas várias pessoas legais me enviaram backups, então perdidos mesmo foram só os comentários…

Eu e os trutas Tiago, Giltônio e Garrell chegamos na sexta e de cara já trombamos com o Salomão que foi uma espécie de guia para os rolês de comilança e bebedeira na terra da garoa! Além de totalmente sangue bom (deve ser por causa da descêndencia mineira), na sexta mesmo o Salomão começou a agregar a galera, e acabamos fechando o dia bebendo com os também forasteiros  Wallace, CF e Thiago, e o Trevisan velho de guerra.

Sábado caímos cedo para o evento, afinal nossa palestra sobre produção independente de RPG estava marcada para às 10:30 – mesmo horário do jogo entre Argentina e Alemanha e do Encontro de Blogs, ou seja, não esperávamos uma vasta platéia! Eram 11 horas e o auditório estava vazio, e pensamos em desistir e  montar nossa barraquinha na Feira de RPG Independente, mas o sábio Giltônio insistiu que começassemos e garantiu que a sala logo encheria se a discussão rolasse…

Dito e feito. Após uma breve apresentação começamos a desembolar a conversa e o pessoal foi aparecendo, fazendo perguntas e contribuindo para que a discussão fosse muito mais rica. Logo o Guilherme da RetroPunk, editora que surgiu recentemente com uma proposta foda de lançar ótimos livros independentes e que pra mim é a grande promessa para dar uma agitada no RPG nacional no próximo ano, se identificou na platéia e fez um monte de colocações excelentes. Falamos um bocado sobre nossa experiência com a venda no mercado gringo através de PDFs, da proposta e da forma como construímos o Mamute, da neurose obsessiva que muita gente tem com o profissionalismo, como se uma proposta amadora não pudesse ser bem feita, da importância em escolher um formato adequado ao seu material, enfim, foi uma ótima conversa embora um tanto informal e meio atropelada. Gostaria mesmo de agradecer quem trocou o Encontro de Blogs (e o primeiro tempo de Alemanha e Argentina) para conversar com a gente!

Giltônio, Tiago, Garrell e eu

Depois da palestra e de uma ótima conversa com a galera sobre a venda de PDFs e a possibilidade de desembolar isso no Brasil, fomos para o pátio central montar nossa humilde barraquinha e atacar os passantes até que comprassem seus Mamutes! A atividade de ficar na banquinha trocando idéias e apresentando a proposta do fanzine para o pessoal daí pra frente dominou nossa experiência de RPGCON, mas de forma alguma isso foi ruim, na maior parte do tempo a galera era super interessada, fazia sugestões, perguntava do processo de produção e de futuros lançamentos… E tivemos a força inestimável do Renato Caipira, brodér refugiado de BH, que quebrou vários galhos durante o sábado. Valeu cara!

Na parte da tarde participei da palestra das editoras, que foi bem descrita pelo Shingo do Paragons, e na qual o Giltônio foi convidado a subir ao palco no meio da fala do Trevisan para falar do Mamute e da Secular (assim como o Gulherme da Retro) e mandou muito bem. Fiquei só até a metade pois estava mais pilhado de voltar a barraquinha e vender Mamutes, mas a palestra estava bem cheia e com um clima mais animado que a do ano passado, que foi meio morta. Depois rolou a palestra de Tormenta, na qual dei só uma passada rapidinha e pude ver o pessoa da Spell fazendo e recebendo respostas engraçadas do Trio, mas depois de um tempo a brincadeira perdeu a graça… Após mais uma maratona de vendas – no primeiro dia vendemos cerca de 45 Mamutes, para um público que em sua maioria já conhecia o zine através daqui do AC, ou pela divulgação em outros blogs (em especial pelo Trevisan, .20, Jambô e Paragons, valeu pela força pessoal!), tivemos a previsível e chata indecisão de onde beber! Novamente este ano fomos para o já clássico Omalley’s, mas acho que talvez fosse mais legal um rolê meio oficial do evento, marcado em um lugar grande, acessível e com antecedência, para que todo mundo pudesse ir. Acabou que nessa indecisão de última hora o pessoal se dividiu, uma boa parte foi para um buteco na Augusta e outra para o bar irlândes, que repito, é incrivelmente foda, mas como boa parte desse pessoal se encontra só uma vez por ano, podíamos privilegiar a troca de idéias e bebedeira, mesmo que fosse em um lugar menos fodão. Acho que vou pegar pra organizar isso ano que vem! De lá caímos direto para uma festa em que o Garrell tocou em um bairro meio longe, mas acho que fiquei mal acostumado com as festas daqui de BH e nem achei grandes coisas. Mas deu pra ficar bem bêbado…

Família Mamute representando na palestra das editoras

Domingão de ressaca, e ao montar nossa barraquinha para o segundo dia de labuta, o Garrell nos aparece com uma bandeira do Bob Marley, que ele já tinha levado para a balada na noite anterior. Não pensamos duas vezes e mandamos a bandeira junto com nosso tímido banner o que logo começou a chamar a atenção da galera. Aliás, o perfil das pessoas que se aproximavam da barraquinha no segundo dia era claramente diferente – nunca tinham ouvido falar do Mamute, Área Cinza, Secular Games e essas bobeiras de internet. Chegamos no mundo real! Obviamente isso dificultou o processo de vendas, mas também foi interessante, pois vimos que muitas pessoas que nunca ouviram falar da gente e das nossas presepadas, ao conhecerem a proposta do Mamute e olharem as suas matérias decidiram apostar 7 pratas no nosso trampo.

Como no domingo o movimento na nossa barraquinha estava mais derrubado, e muita gente estava curiosa com o que a bandeira do Bob Marley fazia ali, resolvemos animar mais a parada e com a ajuda inestimável do D3 e do Jaime montamos umas caixinhas de som no iPhone do Garrell e já mandamos um set de reggae para animar mais aquele domingo ensolarado Numa boa, à partir daí tivemos alguns dos momentos mais divertidos do evento, com as dancinhas, fotos com o rei do reggae, piadas nonsense e conversas bem espertas com a galera interessada. Adorei a banquinha do domingo, que seguiu bem a proposta do zine – já que não vamos ganhar dinheiro de verdade com a parada, vamos nos divertir!

Em um próximo post quero falar mais da venda do Mamute e das minhas impressões, mas vamos voltar aqui para a RPGCON. Fechando o domingo e o evento, tivemos a palestra Mesa de Vidro, onde os organizadores se sentam com os participantes para escutarem sugestões, críticas, e darem um retorno de como foi o processo de organização. Pra mim esta é a alma da RPGCON – um evento aberto, colaborativo, que pode ser tão bom ou ruim de acordo com o tanto que você se envolver e fizer acontecer. Na mesa de vidro o D3 abriu falando do principal erro da organização na sua avaliação: a falta da opção de receber por cartão de crédito nas lojas, e explicou que houve um atraso na negociação com a empresa que gerencia os cartões Visa e Master. Também foram apontados outros erros e pontos que poderiam ter sido melhores, como os stands, novamente a sinalização e as poucas opções de lanches no evento. Reparem que são críticas somente a estrutura e organização, se não me engano no que se refere ao conteúdo das palestras, organizações presentes, stands, e atividades em geral a RPGCON 2010, assim como no ano anterior, só recebeu elogios. Nesse excelente relato do evento pelo Shingo (droga, ele de novo!) o pessoal têm discutido o evento e seus pontos fracos, inclusive com a participação do Wallace, um dos organizadores, funcionando quase como uma continuação da mesa de vidro. Altamente recomendado!

Agora meu ponto de vista. Achei o evento muito parecido com a RPGCON do ano passado, tanto nos pontos positivos como nos negativos. Programação vasta, interessante, com uma transparência e abertura a participação da comunidade que eu nunca vi no RPG nacional, com uma proposta de agregar e fomentar, estes são os destaques do evento, e que pra mim o tornam incomparavelmente melhor que os 4 Encontros Internacionais de RPG que participei. Aliás como disse na Mesa de Vidro, a proposta dos eventos pra mim são tão diferentes que  embora ano passado a RPGCON tenha ocupado a lacuna do EIRPG, não acho que faça muito sentido comparar um com o outro. Colocando de uma maneira simplista, o primeiro era o evento de uma empresa, com as coisas boas e ruins que vem com isso; o segundo é um evento da comunidade, também com seus pontos fortes e fracos próprios.

E comparando a RPGCON 2010 com a RPGCON 2009, vejo que pouca coisa mudou, tanto nos erros como nos acertos. Como disse para o Wallace e Luciana, e depois na própria Mesa de Vidro, algumas coisas que rolaram em 2009 foram completamente compreensíveis, tendo em vista que o evento do ano passado foi organizado em dois meses. Este ano esta justificativa não se aplicava, e isso tornou a repetição das mesmas questões (como a do cartão de crédito, divulgação e sinalização) bem mais grave na minha opinião. São questões importantes que de certa forma tiraram um pouco o brilho do evento, mas que não foram suficientes para estragar a parada, de forma nenhuma. Aliás segundo o D3 este ano o evento teve cerca de 3100 participantes, contra 2800 do ano passado, o que mostra um crescimento, mas que com uma divulgação mais robusta e para além dos parceiros da internet poderia ter sido ainda maior.

Em 2011 estaremos na RPGCON novamente, não só para assistir as palestras, comprar os lançamentos legais e garimpar a feira de livros usados, mas também para sugerir a programação, oferecer palestras, divulgar nosso trampo e conhecer o que os outros estão criando. Não sei para vocês, mas me parece bem mais interessante, desafiador e divertido que uma mera feirinha de RPG!

Momento utilidade pública:

Muita gente já escreveu relatos da RPGCON 2010, e listarei aqui neste post todos que encontrar. Se você escreveu algum relato ou diário da RPGCON, ou leu algum que ainda não está por aqui, coloque nos comentários que atualizo assim que puder ok?

O Círculo – Inicio, meio e fim

(Nada mais apropriado que terminar a maratona de 20 posts em 10 dias com uma nota de encerramento, ainda que tardia)

Bom acho que não é nenhuma revelação bombástica, já que só de sacar pelo blog do Círculo dava pra ver o nível de abandono e desatualização, mas como o Galrasia saiu recentemente e foi nosso último trampo juntos, acho que ainda passa um pouco a impressão que estamos ativos e mandando bala. Bem, não… O Círculo realmente acabou, mas me conhecendo vocês não esperam que eu anuncie isso sem uma historinha né?

Mas antes um aviso – essa é minha versão dos fatos. Não que eu acredite que existam várias ou grandes discordâncias, mas o lance é que tudo aqui foi escrito só da minha cabeça sem consultar o resto dos caras, e como minha memória é famosa por ser um lixo, algumas datas e detalhes podem não serem exatamente corretos. Para isso espero que o Barbi ou Giltônio, que estão sempre por aqui dêem uma ajuda!

A parada começou em Agosto de 2004, a exatos 4 anos, quando duas galeras distintas se juntaram para escreverem seguirem esta proposta:

O Círculo é um conjunto de escritores, desenhistas e designers que se reuniram com o intuito de desenvolverem profissionalmente materiais relacionados a RPG na forma de artigos, ambientações e suplementos. O grupo visa elaborar material de qualidade que sirva tanto para jogadores quanto para mestres, ampliando suas opções de campanha, sanando dúvidas ou estabelecendo novas fronteiras a serem exploradas. A equipe se apresenta estruturada de maneira freelancer, ou seja, encaminhando seus trabalhos para diversos clientes, escrevendo para diversas publicações e editoras e lidando com variados mundos e sistemas de regras, atuando com base nas linhas editorias já estabelecidas, porém, com a liberdade de criar também seus próprios projetos inéditos.

A proposta era de algo grande mesmo, envolvendo não só escritores, mas também ilustradores (Ig e Puly) e designers (Leo e Fred), que trabalhariam conosco para entregar um pacote completo ao invés de apenas o texto dos livros. Como eu disse lá em cima todo mundo veio de dois grupos de jogo/convivência distintos – e do meu lado, ou seja, que já jogavam comigo vieram o Barbi, Leo, Aguirre, Ig e Fred, enquanto do outro vieram Garrell, Tiago, Giltônio, Puly e Paulo. O Garrell já tinha publicado alguns artigos na Dragão Brasil e nos orientou um bocado nesta época em relação a como escrever para a revista, e logo lançamos alguns coisas por lá, enquanto em paralelo tentávamos manter uma presença bacana na internet.

Muita gente, pouco trabalho!

Muita gente, pouco trabalho!

Ainda em 2004 o Tiago conseguiu se infiltrar na organização de um evento de quadrinhos daqui de BH, o Nação HQ, e usamos a parada para chamar o Trevisan e Del Debbio, que vieram com o Leonel Caldela para falarem um pouco do primeiro romance de Tormenta que estava anunciado para ser lançado dentro de alguns meses. Também participaram o Thiago Augusto e Shaftiel, e o evento em si foi bem mais ou menos, tanto é que a pasta das fotos no meu computador recebeu o adequado nome de “Evento Esquisito 2004″. Mas foi muito legal sair com os caras por aqui e tomar umas cervejas, em um ritual de intercâmbio cultural que manteríamos vivo por muitos anos ainda!

Da esquerda para direita - Del Debbio, Aguirre, Garrell com 16 anos, Trevisan, Caldela, Paulo e Puly escondidos, eu e Barbi bêbado.

Da esquerda para direita - Del Debbio, Aguirre, Garrell com 16 anos, Trevisan, Caldela, Paulo e Puly escondidos, eu, e Barbi bêbado.

Depois de um tempo o Paulo e Fred decidiram pular do barco, e o Giltônio teve a idéia de criar uma coluna semanal no site REDERPG, a Curva de Desenvolvimento, que tratava da criação de cenários e se estendeu durante mais de um ano em mais de cinquenta artigos. Foi uma parada que eu acho que não mereceu a atenção suficiente, uma pena, pois o trabalho foi bem completo e minucioso, além de muito divertido de escrever. Temos que lançar isso em PDF!

Nesse meio tempo a Dragão Brasil passou pela conturbada mudança editorial, e nessa nova fase publicamos nosso mini-cenário Varna: Chamado da Guerra. O Varna foi uma experiência maluca e desgastante, embora o resultado tenha sido muito legal, principalmente esteticamente, onde o Ig, Leo, os amigos Glauco Nobre e Kenzo Abeki e especialmente o Puly fizeram um trabalho sensacional. A idéia de mini-cenários, sacada esperta do Barbi, acabou virando um mote da nova DB, e rendeu mais algumas coisas depois. Em outro momento o Varna foi publicado pela editora Daemon, mas eu particularmente não curti o resultado.

Enquanto isso eu, Tiago, Giltônio, Leo e Ig fundamos a Secular Games, que tinha como foco a produção de material para o mercado gringo de livros eletrônicos, e que poderia adaptar coisas feitas pelo Circulo aqui dentro. Foi exatamente neste modelo que lançamos o Shadows of Shinobi, uma versão expandida de uma matéria bacanuda para a DB #115, com a capa pelo Ig.

No Encontro Internacional de RPG de 2005 também fomos convidados a escrevermos um novo cenário oficial para a Dragão, mas vários membros preferiram não participar, assim o que seria um projeto do Círculo se tornou (mais uma!) iniciativa de apenas alguns membros do grupo.

Nesse meio tempo também tivemos a adição do Marcelo no Círculo, que além de ser um ara ótimo (e muito doido) tinha um background interessante trabalhando no Outerspace. Mas ele entrou em uma época meio de baixa, na qual cada um estava totalmente atolado com suas carreiras acadêmicas, trabalhos, enfim, 2006 foi um ano meio parado e morto para nós.

Depois de três anos publicando em um monte de lugares, embora este período tenha sido intercalado com meses de silêncio de rádio e inatividade, finalmente recebemos uma proposta excelente por parte do Cassaro e da editora Jambô. Eles nos deram bastante liberdade para produzir não um, mas dois livros para Tormenta, a aventura Contra Arsenal e o suplemento Galrasia: Mundo Perdido. Isto foi em meados de 2007, e as coisas estavam cada vez mais complicadas, afinal quase todos nós estávamos em nossos últimos meses de suas respectivas faculdades…

Decidimos que a chance era boa demais para ser perdida – afinal montamos o Círculo justamente com a idéia de pegar algo assim! Dividimos a equipe em duas, cada metade com um projeto, mas imediatamente tivemos uma baixa em cada lado: o Barbi e o Giltônio decidiram parar de escrever para se concentrarem em seus mestrados. O resto continuou em frente com os projetos, mas a verdade é que rolou um grande desgaste e todas essas dificuldades de se trabalhar em conjunto, principalmente quando as prioridades se atropelam.

Depois do Barbi e Giltônio foi minha vez de abandonar o barco. Assim que eu, Marcelo e Aguirre (e com o apoio do Cassaro) entregamos o manuscrito do Galrasia, decidi sair do Círculo, embora diferentemente do Barbi, ainda quisesse continuar escrevendo RPG. Mas como um guerreiro solitário a partir dai. Na mesma semana o Aguirre e Garrell anunciaram que também não estavam mais com tempo e condições para manter o grupo, e o Círculo acabou em Dezembro de 2007.

Os caras ainda estão entre meus melhores amigos – encontro alguns deles toda semana, seja no RPG ou nos butecos da vida. Outros deram uma sumida porque estão na correria total, mas ainda dão sinal de vida de vez em nunca. Quando escrever RPG (ou qualquer outra atividade em conjunto) com seus amigos se torna chato, é melhor dar prioridade para o que realmente importa – conversar sobre a vida, beber e jogar RPG : )

Participar do Círculo por 3 anos foi uma experiência excelente, com momentos de real compartilhamento de idéias, debates animados e criação conjunta. Foda que com a correria da vida real isto se tornou cada vez mais difícil, até marcar reuniões era um suplício. Mas ainda assim, foi bacana fazer um monte de contatos, poder participar de tantas coisas, criar a Secular (um post sobre ela no futuro!), enfim, 3 anos muito interessantes com grandes amigos sempre por perto.

Vai ver é por isso que eu nem me importo quando ainda falam que eu sou o Rocha do Círculo, porque no fim das contas eu ainda me orgulho muito da parada.

Vikings-Midgard entre os mais vendidos de Janeiro!

Eu sei que é feio ficar se gabando, mas eu sou um cara feio mesmo, então vamos lá! Acabei de ver na minha visita diária a RPGNow e DriveThruRPG que o Vikings-Midgard chegou de assalto na lista dos 15 livros mais vendidos em Janeiro (a popular lista do Hottest Items).

Agora é segurar e tentar subir um pouco mais em Fevereiro : )

Vikings – Midgard pela Secular Games!

Finalmente depois de vários meses a versão eletrônica em inglês do Vikings – Midgard se encontra em fase de finalização! A parceria entre a Secular e a Conclave foi excelente, e é praticamente certo que tão logo o Vikings seja lançado no mercado internacional começaremos o precesso de tradução do Vikings: Reinos de Pedra, segundo livro da série. A versão online está sendo diagramada, e já conta com mais de 100 páginas, com uma previsão final de aproximadamente 150, o que definitivamente torna o livro o maior lançamento da Secular até então.

O primeiro dos dois previews já está pronto, e pode ser acessado clicando aqui. Abaixo uma versão traduzida do release do livro:

 

Das terras congeladas do Norte para a sua aventura!

 

Fruto de uma parceria entre as editoras Conclave e Secular Games,
Vikings – Midgard é a versão em inglês do livro básico da série que se tornou sucesso em língua portuguesa, e contém todas as informações necessárias para iniciar uma campanha num cenário que tira sua inspiração da mitologia e cultura dos antigos nórdicos. Nas mais de 150 páginas de Vikings – Midgard, você encontrará:

 

• Regras opcionais, como talentos e classes de prestígio, para personagens vikings.
• Novas raças, baseadas nos mitos escandinavos.
• Uma rica descrição da ambientação de Midgard, ponto de partida para as aventuras no universo de Vikings.
• Novos Monstros.
• Renome e Pontos de Façanha.
• Regras para Combate em Massa.

Novidades de Março

Duas semanas afastado, sim as aulas voltaram. Espero que este seja o último semestre que eu diga essas palavras.

Nesse meio tempo a Secular lançou um novo produto, o Secular Games Stat Block Recorder, uma ficha em PDF com formulários bacanas e uma enorme tabela de três páginas com todos os talentos e habilidades especiais da SRD, com links para uma excelente versão da SRD online. Bem bacana, já comecei a usar em minha campanha de Eberron!

Também escrevi uma das colunas semanais do Crônicas da Sétima Lua, falando sobre as classes de aventureiros, em especial as que sofreram modificações – Monge, Feiticeiro e Paladino. Outras coisas legais estão acontecendo, mas ainda é cedo demais para abrir a boca. Espero poder falar delas em breve com a mesma empolgação que estou sentindo agora.

E para completar o Trevisan fez em seu blog um post camarada sobre os respectivos blogs do pessoal do Círculo, no qual diz que este que vos fala “faz um apanhado das notícias do mercado de RPG gringo (embasadas com links, estatísticas e tudo mais) e opina sobre o assunto com a autoridade de quem participa da brincadeira”.

Isso foi bacana ou não foi?

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Comentarios Recentes:

  • harmoniarpg: Continuem com a excelência. Aguardo o proximo post. ...
  • Francisco Martellini: Excelente! Me deu várias idéias para minha campanha!...
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  • ssazzzz: Vai sair de jeito nenhum ...
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