<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
		xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>Área Cinza &#187; Secular Games</title>
	<atom:link href="http://www.areacinza.org/category/secular-games/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.areacinza.org</link>
	<description>Notícias Sobre a Indústria do RPG e o Mundo Nerd em Geral</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Nov 2011 11:57:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
	<copyright>Copyright © Área Cinza 2011 </copyright>
	<managingEditor>rocha@areacinza.org (Área Cinza)</managingEditor>
	<webMaster>rocha@areacinza.org (Área Cinza)</webMaster>
	<ttl>1440</ttl>
	<image>
		<url>http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2011/08/tdc.jpg</url>
		<title>Área Cinza</title>
		<link>http://www.areacinza.org</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Notícias Sobre a Indústria do RPG e o Mundo Nerd em Geral</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Área Cinza</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>Área Cinza</itunes:name>
		<itunes:email>rocha@areacinza.org</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2011/08/tdc.jpg" />
		<item>
		<title>O que a tiragem significa?</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2011/09/o-que-a-tiragem-significa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-a-tiragem-significa</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2011/09/o-que-a-tiragem-significa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 14:57:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[Fiasco]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Gringo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mighty Blade]]></category>
		<category><![CDATA[POD]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
		<category><![CDATA[RetroPunk]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.areacinza.org/?p=3970</guid>
		<description><![CDATA[Volta e meia aparece a discussão sobre as tiragens de livros de RPG no Brasil. Um dado que  é divulgado com certa tranquilidade em outras paragens, e no RPG nacional ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Volta e meia aparece a discussão sobre as tiragens de livros de RPG no Brasil. Um dado que  é divulgado com certa tranquilidade em outras paragens, e no RPG nacional por vezes adotou uma característica meio nebulosa, conhecido muitas vezes apenas pelos &#8220;<em>insiders</em>&#8220;&#8230; Recentemente, a discussão voltou a tona, e desta vez  as tiragens serviram como lastro para o argumento que o RPG teve uma fase áurea que já acabou. Mas o que diabos a tiragem de um livro significa hoje?</p>
<p style="text-align: justify;">A <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CCsQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FTiragem" target="_blank">definição da nossa amiga Wikipedia </a>é simples, mas trás o cerne do elemento que quero discutir aqui:</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3970"></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tiragem</strong> é o nome que se dá à quantidade de exemplares de uma <a title="Publicação" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Publica%C3%A7%C3%A3o">publicação</a> que são colocados no mercado. Não é forçosamente o número de <a title="Leitor" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leitor">leitores</a>, já que as publicações saem em números normalmente maiores que os que são de facto distribuídos.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Como pelo visto até a Wikipedia sabe, se não estamos falando de uma tiragem esgotada, a tiragem não é o número de cópias vendidas, mas o de cópias produzidas e colocadas no mercado. E esse é justamente o problema de se usar as tiragens como parâmetro único para avaliar se um livro foi bem sucedido ou não! Aliás, o próprio conceito de ser bem sucedido é de uma relatividade monstra. 500 cópias por ano de um determinado título pode ser um bom volume de vendas para a <a href="http://www.secular-games.com/" target="_blank">Secular</a>, e ao mesmo tempo ser um fracasso estrondoso para uma editora Planeta ou Escala da vida. E sabe quem ajuda a gente a avaliar se um livro foi &#8220;bem-sucedido&#8221; ou não? A tiragem, mas não sozinha!</p>
<p style="text-align: justify;">A tiragem pode nos ajudar a avaliar se um livro foi bem-sucedido ou não, desde que este dado seja analisado em conjunto com o número de unidades vendidas. Separadas, ambas as informações não dizem muita coisa, e este é o ponto de partida de nossa conversa.</p>
<p style="text-align: justify;">Um livro ser bem sucedido pode significar um monte de coisas &#8211; tem gente que só quer ver seu nome impresso na capa de alguma coisa, e para eles isso já é mais que o suficiente para se considerar bem sucedido. Outros querem viver de publicar livros, e para eles um lançamento bem sucedido é aquele que paga suas contas por alguns meses. Aqui vou usar o uma definição de bem sucedido como: <em>livro que não dá prejuízo, pelo contrário arrecada uma parcela interessante acima de seu investimento inicial</em>. Parcela interessante? Bom aí já entramos em um terreno nebuloso, mas no caso da <a href="http://www.secular-games.com/" target="_blank">Secular</a> é um livro que dá entre 50% e 100% de lucro. Acho que cada editora/autor define o que é uma parcela interessante de lucro, desde que o troço não dê prejuízo!</p>
<p style="text-align: justify;">Logo a tiragem é apenas metade da resposta do problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta eu vir aqui, e pagar de gatão falando que o <em>GURPS Illuminati</em> (este é apenas um exemplo, não sei os números deste livro!) foi um sucesso por ter sido lançado em 1995 com uma tiragem de 5 ou 10  mil cópias, enquanto menosprezo o <em><a href="http://mightyblade.com/home.php" target="_blank">Mighty Blade</a></em> por sua tiragem inicial ter sido de 500 cópias. Porque no final das contas, esse livro de grande tiragem tá aí até hoje, 15 anos depois entupindo os leilões de livros usados desde que existia o Encontro Internacional de RPG, enquanto o <em><a href="http://mightyblade.com/home.php" target="_blank">Mighty Blade</a></em> vendeu 300 cópias em um ano. Mesmo não sabendo os valores exatos de produção de cada livro, e nem margem de lucro, vamos combinar que um livro que vendeu 60% de sua tiragem em um ano tende a ser mais bem sucedido que aquele que está entulhando prateleiras desde 95 né?</p>
<p style="text-align: justify;">E o <em>GURPS Illuminati</em> (que é um livro que gosto muito) é apenas um exemplo disso. Existem dezenas de outros no RPG nacional, como o <em>Shadowrun</em> e seus romances, vários outros livros da linha <em>GURPS</em> (oi Império Romano!), o Livro do Mestre do <em>AD&amp;D</em> e por aí vai. Mesmo sem esses números em mãos, fica fácil sacar quais destes livros as editoras produziram em uma tiragem muito maior que a demanda, em qualquer olhada mais atenta a sebos, leilões e lojas. Se o mesmo título aparece 10 ou 20 vezes, cada vez por preços menores, é uma boa dica que a parada tá mais que encalhada&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas porque as editoras lançam tiragens de milhares de cópias de seus livros, mesmo sabendo que muitas vezes eles iam encalhar? Na década de 90 elas faziam isso por um motivo, hoje acredito que fazem outros. Mas antes de tentar responder essa pergunta, vamos nos debruçar um pouco sobre a relação entre a tiragem e risco, que eu acho que explica e muito bem, o porque das tiragens que encontramos hoje no mercado de RPG (e não só nacional).</p>
<p style="text-align: justify;">Não sou nenhum administrador como meu chapa Tiago da Secular, mas acho que neste conceito básico não tem muito como errar. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo_de_risco" target="_blank">A Wikipedia me ajuda novamente</a>, desta vez sobre risco em uma perspectiva financeira:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cálculo de risco</strong> pode ser definido como a tentativa de se medir o grau de <a title="Incerteza" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Incerteza">incerteza</a> na obtenção do retorno esperado em uma determinada aplicação financeira ou <a title="Investimento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Investimento">investimento</a> realizado. Dessa forma, os <a title="Investimento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Investimento">investimentos</a> podem ser classificados como de baixo, médio e alto risco.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Lançar um livro de RPG é um investimento. E como nossa amiga acabou de mostrar aí em cima, pode ser de baixo, médio e alto risco, dependendo do grau de incerteza de ver o retorno esperado rolar. Um dos fatores desse grau de incerteza é volume de seu investimento inicial, e nisso a tiragem é um fator determinante. Não que a tiragem seja o único fator do investimento inicial de um título, podem existir vários outros como ilustrações, diagramação, tradução, revisão, a própria licença para títulos gringos&#8230; Mas de qualquer forma, o custo da tiragem influencia de forma considerável seu investimento inicial. Logo, é uma<em> tendência</em> que, tiragens mais altas representem um investimento de risco mais alto.</p>
<p style="text-align: justify;">Tamanho da tiragem e risco estão intrinsecamente relacionados quando falamos de publicação, exceto em casos extraordinários, que não acho que sejam muitos no RPG nacional. Todos concordam aqui nestas duas conclusões? Ótimo, vamos continuar então!</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos voltar a pergunta sobre as grandes tiragens das editoras nos anos 90. Porque diabos eles faziam tiragens tão grandes? Em todos os casos isso se relaciona com as expectativas que as editoras tinham &#8211; alguns tinham noções e estimativas realistas, outros viajaram demais e literalmente pagaram por isso. Mas além das expectativas, acredito que outro fator seja determinante para explicar as tiragens mega: a tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">(<em>cliffhanger!)</em></p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que a tecnologia influenciou as tiragens de duas formas. A primeira e mais decisiva delas foi com o aperfeiçoamento das gráficas. De 1990 para cá o serviço de impressão teve avanços de maneiras absurdas, que são visíveis para qualquer um disposto a comparar a qualidade gráfica média de um livro de 91 com um de 2011. E a tecnologia tem essa tendência bacana de se tornar muito mais barata com o tempo à medida que se populariza. Em 1995 seria praticamente impossível (em termos de custo por cópia) fazer uma tiragem de um livro bacana, bem acabado, como o <em><a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/424" target="_blank">Fiasco</a></em> ou <em><a href="http://www.secular-games.com/2011/03/busca-final/" target="_blank">Busca Final</a></em> com uma tiragem menor que mil cópias. Se essa é uma época que se tá sendo chamada de &#8220;Era de Ouro&#8221; do RPG, vou tomar a liberdade de apelidar de &#8220;Idade das Trevas&#8221; nas gráficas. Acredito que mesmo querendo uma tiragem de 1 ou 2 mil cópias, muitas editoras acabavam fazendo 4 ou 5 mil por conta do desconto e redução do preço por unidade. Uma nova editora nesta época, para brincar com seus jogos no modesto <em>play</em> do RPG nacional, precisava levar debaixo do braço alguma milhares de cópias de seu livro para que ele tivesse um preço relativamente em conta, o que como aprendemos ali em cima, mandava o grau de incerteza, e o risco desses investimentos para as alturas! Além de ter que entrar com uma grana considerável, ou seja, a existência de uma necessidade de capital inicial elevado, a chance que estas editoras iam rever seu investimento em um ou dois anos era remota. Isso se não tomassem prejuízo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto no qual o baixo Nível Tecnológico (eu falei que curto <em>GURPS</em>) não ajudava muito o RPG nacional de 20 anos atrás era a falta das ferramentas e hábito para se vender e comprar produtos pela internet. Em 1996, salvo a <a href="http://moonshadows.com.br/loja/" target="_blank">Moonshadows</a>, as lojas de RPG não tinham páginas na internet. E mesmo a <a href="http://moonshadows.com.br/loja/" target="_blank">Moonshadows</a> tinha aquele anúncio clássico na contra-capa, anunciando o site, os produtos, e com um modelo para fazer pedidos por carta que você <strong>recortava, preenchia e enviava</strong> pelos correios&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Se ninguém vendia pela internet, na década de 90 quem mandava eram as lojas físicas. Só que para chegar nestas inúmeras lojas que existiam (e mesmo em bancas de jornais, um formato muito bem sucedido no Brasil na época) eram necessárias essas tiragens monstras. Sem chance de você tentar alcançar as lojas de RPG e cardgames do Brasil em 1998 sem uma tiragem de mil cópias ou mais. Se não me engano, para ir para banca a tiragem devia ser de mais de 10 mil, provavelmente mais&#8230; E para chegar nessas lojas e bancas espalhadas pelo país, as editoras precisavam (e ainda precisam em certa medida) das distribuidoras, que são uma verdadeira desgraça para quem quer publicar no Brasil, cobrando em média 50% do valor de capa do livro pelo serviço, ou seja, ganhando mais que a própria editora, autor e lojista!</p>
<p style="text-align: justify;">Que saudades da &#8220;Era de Ouro&#8221;&#8230; NOT!</p>
<p style="text-align: justify;">Na real, em comparação com o cenário para editoras e autores de livros de RPG de 2011, os anos 90 foram um pedreira desgraçada, e sinceramente pago um pau do caralho para quem conseguiu lançar seus jogos e permanecer no mercado naquela época.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje as coisas são muito mais tranquilas, e novamente graças em boa parte a nossa amiga tecnologia. As gráficas passaram por uma mudança absurda nos últimos 20 anos, em especial em relação a produção de baixas tiragens e qualidade das gráficas rápidas. Suspeito que seria impossível lançar em 1995 um livro com o acabamento do <em><a href="http://portal.retropunk.net/?q=node/204" target="_blank">Rastro de Cthulhu</a></em>, com uma tiragem de 500 cópias e um preço viável. Na verdade com o surgimento de gráficas que trabalham com o modelo de impressão sob demanda (<em>print on demand</em>, ou <em>POD</em>) é possível ter livros bonitões com tiragens de 50 ou 100 cópias! Claro que o custo unitário destas cópias feitas em, por exemplo, uma gráfica de  impressão sob demanda será mais elevado que o custo unitário de uma tiragem de mil unidades. E aqui vamos nós para mais uma constatação meio óbvia, mas bem importante: Se o custo por unidade é maior, o lucro da editora é menor certo? Mas se o preço total da tiragem baixa fica menor que o da tiragem convencional, o risco também é reduzido.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, <em>baixas tiragens tendem a reduzir o lucro da editora, mas também diminuem o risco do investimento</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse é o grande truque de se publicar RPG no Brasil hoje. Como é possível, diferente da década de 90, lançar um livro bonito com tiragem inicial de 50 a 5 mil cópias, o segredo é achar uma tiragem que reduza seu risco, mas também mantenha a margem de lucro que seja considerável pela editora/autor como aceitáveis. Graças a internet (me sinto um apresentador do Fantástico falando assim), as lojas físicas perderam boa parte de sua importância como pontos de venda de jogos de RPG, embora ainda sejam cruciais como lugares para apresentação e crescimento do hobby, o que é um problema para outra discussão. Hoje é perfeitamente possível vender centenas ou mesmo milhares de cópias de seus jogo pela internet, desde que você faça um trabalho bem feito. Até mesmo o contato com lojistas foi facilitado pela internet, ajudando um pouco a distribuição sem a necessidade de apelar para uma distribuidora. Moral da história: você não precisa mais de tiragens acima de mil cópias para chegar ao seus consumidores em potencial. Enfim, atualmente tudo conspira para o lançamento de livros de RPG com um risco cada vez mais reduzido. Sim, você pode tentar chegar quebrando a banca, correndo um risco mais elevado, mas também visando um maior lucro. Mas não<strong> precisa</strong> mais ser assim.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso não só no Brasil. O Brad Murray, da <em>VSCA</em>, que lançou o excelente<em> Diaspora</em> (em breve em português pela<em> RetroPunk</em>!) faz uma discussão precisa nestes <a href="http://www.vsca.ca/halfjack/?p=633" target="_blank">dois artigos sobre a redução de risco</a> e a <a href="http://www.vsca.ca/halfjack/?p=682" target="_blank">postura &#8220;conservadora&#8221; que adotaram com o seu jogo de ficção científica baseado no FATE</a>. Mesmo tendo um livro que valia ouro (literalmente, já que venceram o ENNIE de Ouro para melhor regras em 2010), eles lançaram em um modelo de risco zero, sem tiragem inicial! Colocaram o PDF do livro no Lulu, e a medida que o livro era comprado, o Lulu imprima o número exato de cópias e enviava. Nessa brincadeira eles venderam quase mil cópias antes de lançarem uma tiragem convencional pela <em>Evil Hat</em>, e como o Murray coloca, o lucro deles foi bem reduzido neste modelo, mas eles queriam ter certeza que podiam lançar algo sem correr nenhum risco financeiro. Definitivamente é um modelo interessante, e deu estrutura para o livro crescer, ganhar prêmios e <a href="http://www.vsca.ca/halfjack/?p=664" target="_blank">vender mais de 1.500 cópias até ano passado</a>, ou seja, devem ter batido as 2 mil já com tranquilidade&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">E é isso que as editoras no Brasil tem feito hoje. Elas não precisam mais lançar no mínimo 3 mil cópias para descerem pro <em>play</em>. Podem avaliar de maneira muito mais granulada e precisa o risco de cada título, seu lucro, e a demanda, e tentar equilibrar esses fatores. No caso das editoras independentes, que surgiram nos últimos dois anos, isso é ainda mais gritante. Não só elas estão se dando bem com pequenas e precisas tiragens que se esgotam em um semestre ou no máximo um ano, como estão falando abertamente de seus números e discutindo com todos o porque das escolhas que fizeram. É muito do caralho isso. Ao invés de ficarem pagando de obscuras ou de &#8220;grandes negócios&#8221;, discutem abertamente seus gastos, suas estratégias, criando assim não só vínculos mais fortes de confiança com a comunidade, mas fomentando a entrada de novos autores e editoras, que não vão cometer o erro de tentar de cara tiragens de 1 ou 2 mil cópias.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu queria mesmo discutir o modelo das tiragens e risco reduzido adotado pelas editoras independentes de RPG, mas esse <em>post</em> já está gigantesco. Então escreverei uma continuação deste <em>post</em>, focando na estratégia das novas editoras amanhã ou na quinta ok?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2011/09/o-que-a-tiragem-significa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>23</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>De volta da RPGCON 2010</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2010/07/de-volta-da-rpgcon-2010/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=de-volta-da-rpgcon-2010</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2010/07/de-volta-da-rpgcon-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 15:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[.20]]></category>
		<category><![CDATA[Editoras]]></category>
		<category><![CDATA[Garrell]]></category>
		<category><![CDATA[Giltônio]]></category>
		<category><![CDATA[Mamute]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Paragons]]></category>
		<category><![CDATA[RetroPunk]]></category>
		<category><![CDATA[RPGCON]]></category>
		<category><![CDATA[RPGCON 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Secular]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Trevisan]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.areacinza.org/?p=3255</guid>
		<description><![CDATA[Como já é de praxe, depois de dormir um pouco é hora de escrever minhas impressões sobre a RPGCON 2010 que aconteceu neste último fim de semana em São Paulo. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como já é de praxe, depois de dormir um pouco é hora de escrever minhas impressões sobre a RPGCON 2010 que aconteceu neste último fim de semana em São Paulo. Para quem já foi no evento e conhece a proposta e pegada da RPGCON pode seguir direto com a leitura. No entanto para aqueles que são marinheiros de primeira convenção ou querem saber como surgiu o maior evento de RPG dos últimos dois anos, <a href="http://www.areacinza.org/2009/07/relato-do-1%C2%B0-rpgcon/" target="_blank">recomendo dar uma lida rápida no relato da RPGCON de 2009</a>. O <em>post</em> havia se perdido no <em>crash</em> do Área Cinza, mas várias pessoas legais me enviaram <em>backups</em>, então perdidos mesmo foram só os comentários&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Eu e os trutas Tiago, Giltônio e Garrell chegamos na sexta e de cara já trombamos com o <a href="http://www.dot20.com.br/" target="_blank">Salomão</a> que foi uma espécie de guia para os rolês de comilança e bebedeira na terra da garoa! Além de totalmente sangue bom (deve ser por causa da descêndencia mineira), na sexta mesmo o Salomão começou a agregar a galera, e acabamos fechando o dia bebendo com os também forasteiros  Wallace, CF e Thiago, e o Trevisan velho de guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">Sábado caímos cedo para o evento, afinal nossa palestra sobre produção independente de RPG estava marcada para às 10:30 &#8211; mesmo horário do jogo entre Argentina e Alemanha e do Encontro de Blogs, ou seja, não esperávamos uma vasta platéia! Eram 11 horas e o auditório estava vazio, e pensamos em desistir e  montar nossa barraquinha na Feira de RPG Independente, mas o sábio Giltônio insistiu que começassemos e garantiu que a sala logo encheria se a discussão rolasse&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Dito e feito. Após uma breve apresentação começamos a desembolar a conversa e o pessoal foi aparecendo, fazendo perguntas e contribuindo para que a discussão fosse muito mais rica. Logo o <a href="http://principal.retropunk.net/?p=470" target="_blank">Guilherme da RetroPunk</a>, editora que surgiu recentemente com uma proposta foda de lançar ótimos livros independentes e que pra mim é a grande promessa para dar uma agitada no RPG nacional no próximo ano, se identificou na platéia e fez um monte de colocações excelentes. Falamos um bocado sobre nossa experiência com a venda no mercado gringo através de PDFs, da proposta e da forma como construímos o <a href="http://www.areacinza.org/2010/06/rpgcon-e-mamute/" target="_blank">Mamute</a>, da neurose obsessiva que muita gente tem com o profissionalismo, como se uma proposta amadora não pudesse ser bem feita, da importância em escolher um formato adequado ao seu material, enfim, foi uma ótima conversa embora um tanto informal e meio atropelada. Gostaria mesmo de agradecer quem trocou o Encontro de Blogs (e o primeiro tempo de Alemanha e Argentina) para conversar com a gente!</p>
<div id="attachment_3266" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2010/07/secu11.jpg"><img class="size-full wp-image-3266 " title="Foto por Guilherme &quot;RODO&quot;" src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2010/07/secu11.jpg" alt="" width="800" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">Giltônio, Tiago, Garrell e eu</p></div>
<p style="text-align: justify;">Depois da palestra e de uma ótima conversa com a galera sobre a venda de PDFs e a possibilidade de desembolar isso no Brasil, fomos para o pátio central montar nossa humilde barraquinha e atacar os passantes até que comprassem seus Mamutes! A atividade de ficar na banquinha trocando idéias e apresentando a proposta do fanzine para o pessoal daí pra frente dominou nossa experiência de RPGCON, mas de forma alguma isso foi ruim, na maior parte do tempo a galera era super interessada, fazia sugestões, perguntava do processo de produção e de futuros lançamentos&#8230; E tivemos a força inestimável do Renato Caipira, <em>brodér</em> refugiado de BH, que quebrou vários galhos durante o sábado. Valeu cara!</p>
<p style="text-align: justify;">Na parte da tarde participei da palestra das editoras, que foi bem <a href="http://www.paragons.com.br/rpgcon-a-palestra-das-editoras/" target="_blank">descrita pelo Shingo do Paragons</a>, e na qual o Giltônio foi convidado a subir ao palco no meio da fala do Trevisan para falar do Mamute e da Secular (assim como o Gulherme da Retro) e mandou muito bem. Fiquei só até a metade pois estava mais pilhado de voltar a barraquinha e vender Mamutes, mas a palestra estava bem cheia e com um clima mais animado que a do ano passado, que foi meio morta. Depois rolou a palestra de Tormenta, na qual dei só uma passada rapidinha e pude ver o pessoa da Spell fazendo e recebendo respostas engraçadas do Trio, mas depois de um tempo a brincadeira perdeu a graça&#8230; Após mais uma maratona de vendas &#8211; no primeiro dia vendemos cerca de 45 Mamutes, para um público que em sua maioria já conhecia o zine através daqui do AC, ou pela divulgação em outros blogs (em especial pelo <a href="http://www.doutorcareca.com.br/2010/06/29/dr-careca-entrevista-giltonio-santos-do-mamute/" target="_blank">Trevisan</a>, <a href="http://www.dot20.com.br/2010/07/01/mamute/" target="_blank">.20</a>, <a href="http://jamboeditora.com.br/noticias/mamute01.htm" target="_blank">Jambô</a> e <a href="http://www.paragons.com.br/mamute-zinechiqcervapop/" target="_blank">Paragons</a>, valeu pela força pessoal!), tivemos a previsível e chata indecisão de onde beber! Novamente este ano fomos para o já clássico Omalley&#8217;s, mas acho que talvez fosse mais legal um rolê meio oficial do evento, marcado em um lugar grande, acessível e com antecedência, para que todo mundo pudesse ir. Acabou que nessa indecisão de última hora o pessoal se dividiu, uma boa parte foi para um buteco na Augusta e outra para o bar irlândes, que repito, é incrivelmente foda, mas como boa parte desse pessoal se encontra só uma vez por ano, podíamos privilegiar a troca de idéias e bebedeira, mesmo que fosse em um lugar menos fodão. Acho que vou pegar pra organizar isso ano que vem! De lá caímos direto para uma festa em que o Garrell tocou em um bairro meio longe, mas acho que fiquei mal acostumado com as festas daqui de BH e nem achei grandes coisas. Mas deu pra ficar bem bêbado&#8230;</p>
<div id="attachment_3265" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2010/07/secu21.jpg"><img class="size-full wp-image-3265" title="secu2" src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2010/07/secu21.jpg" alt="" width="800" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">Família Mamute representando na palestra das editoras</p></div>
<p style="text-align: justify;">Domingão de ressaca, e ao montar nossa barraquinha para o segundo dia de labuta, o Garrell nos aparece com uma bandeira do Bob Marley, que ele já tinha levado para a balada na noite anterior. Não pensamos duas vezes e mandamos a bandeira junto com nosso tímido <em>banner</em> o que logo começou a chamar a atenção da galera. Aliás, o perfil das pessoas que se aproximavam da barraquinha no segundo dia era claramente diferente &#8211; nunca tinham ouvido falar do Mamute, Área Cinza, Secular Games e essas bobeiras de internet. Chegamos no mundo real! Obviamente isso dificultou o processo de vendas, mas também foi interessante, pois vimos que muitas pessoas que nunca ouviram falar da gente e das nossas presepadas, ao conhecerem a proposta do Mamute e olharem as suas matérias decidiram apostar 7 pratas no nosso trampo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como no domingo o movimento na nossa barraquinha estava mais derrubado, e muita gente estava curiosa com o que a bandeira do Bob Marley fazia ali, resolvemos animar mais a parada e com a ajuda inestimável do D3 e do Jaime montamos umas caixinhas de som no iPhone do Garrell e já mandamos um <em>set </em>de reggae para animar mais aquele domingo ensolarado Numa boa, à partir daí tivemos alguns dos momentos mais divertidos do evento, com as dancinhas, fotos com o rei do reggae, piadas <em>nonsense</em> e conversas bem espertas com a galera interessada. Adorei a banquinha do domingo, que seguiu bem a proposta do zine &#8211; já que não vamos ganhar dinheiro de verdade com a parada, vamos nos divertir!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2010/07/secu231.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3301" title="secu23" src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2010/07/secu231.jpg" alt="" width="800" height="600" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em um próximo<em> post</em> quero falar mais da venda do Mamute e das minhas impressões, mas vamos voltar aqui para a RPGCON. Fechando o domingo e o evento, tivemos a palestra Mesa de Vidro, onde os organizadores se sentam com os participantes para escutarem sugestões, críticas, e darem um retorno de como foi o processo de organização. Pra mim esta é a alma da RPGCON &#8211; um evento aberto, colaborativo, que pode ser tão bom ou ruim de acordo com o tanto que você se envolver e fizer acontecer. Na mesa de vidro o D3 abriu falando do principal erro da organização na sua avaliação: a falta da opção de receber por cartão de crédito nas lojas, e explicou que houve um atraso na negociação com a empresa que gerencia os cartões Visa e Master. Também foram apontados outros erros e pontos que poderiam ter sido melhores, como os stands, novamente a sinalização e as poucas opções de lanches no evento. Reparem que são críticas somente a estrutura e organização, se não me engano no que se refere ao conteúdo das palestras, organizações presentes, stands, e atividades em geral a RPGCON 2010, assim como no ano anterior, só recebeu elogios. Nesse <a href="http://www.paragons.com.br/ii-rpgcon-como-foi-estar-la/" target="_blank">excelente relato do evento pelo Shingo</a> (droga, ele de novo!) o pessoal têm discutido o evento e seus pontos fracos, inclusive com a participação do Wallace, um dos organizadores, funcionando quase como uma continuação da mesa de vidro. Altamente recomendado!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora meu ponto de vista. Achei o evento muito parecido com a RPGCON do ano passado, tanto nos pontos positivos como nos negativos. Programação vasta, interessante, com uma transparência e abertura a participação da comunidade que eu nunca vi no RPG nacional, com uma proposta de agregar e fomentar, estes são os destaques do evento, e que pra mim o tornam incomparavelmente melhor que os 4 Encontros Internacionais de RPG que participei. Aliás como disse na Mesa de Vidro, a proposta dos eventos pra mim são tão diferentes que  embora ano passado a RPGCON tenha ocupado a lacuna do EIRPG, não acho que faça muito sentido comparar um com o outro. Colocando de uma maneira simplista, o primeiro era o evento de uma empresa, com as coisas boas e ruins que vem com isso; o segundo é um evento da comunidade, também com seus pontos fortes e fracos próprios.</p>
<p style="text-align: justify;">E comparando a RPGCON 2010 com a RPGCON 2009, vejo que pouca coisa mudou, tanto nos erros como nos acertos. Como disse para o Wallace e Luciana, e depois na própria Mesa de Vidro, algumas coisas que rolaram em 2009 foram completamente compreensíveis, tendo em vista que o evento do ano passado foi organizado em <strong>dois meses</strong>. Este ano esta justificativa não se aplicava, e isso tornou a repetição das mesmas questões (como a do cartão de crédito, divulgação e sinalização) bem mais grave na minha opinião. São questões importantes que de certa forma tiraram um pouco o brilho do evento, mas que não foram suficientes para estragar a parada, de forma nenhuma. Aliás segundo o D3 este ano o evento teve cerca de 3100 participantes, contra 2800 do ano passado, o que mostra um crescimento, mas que com uma divulgação mais robusta e para além dos parceiros da internet poderia ter sido ainda maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011 estaremos na RPGCON novamente, não só para assistir as palestras, comprar os lançamentos legais e garimpar a feira de livros usados, mas também para sugerir a programação, oferecer palestras, divulgar nosso trampo e conhecer o que os outros estão criando. Não sei para vocês, mas me parece bem mais interessante, desafiador e divertido que uma mera feirinha de RPG!</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Momento utilidade pública: </strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Muita gente já escreveu relatos da RPGCON 2010, e listarei aqui neste<em> post</em> todos que encontrar. Se você escreveu algum relato ou diário   da RPGCON, ou leu algum que ainda não está por aqui, coloque nos   comentários que atualizo assim que puder ok?</p>
<ul>
<li><a href="http://www.gurpsnation.com/noticias/86-rpgcon-2010" target="_blank">Cobertura do Gurps Nation, obviamente focada no Gurps 4e, ou na falta dele</a></li>
<li><a href="http://www.dot20.com.br/2010/07/04/megaresumao-da-rpgcon-a-vista-de-fora/" target="_blank">Resumo da RPGCON feita pelo Nume do .20</a></li>
<li><a href="http://www.paragons.com.br/ii-rpgcon-como-foi-estar-la/">Relato completo do evento feito Shingo (já falei dele aqui né?) do Paragons</a></li>
<li><a href="http://www.paragons.com.br/rpgcon-palestra-de-tormenta/" target="_blank">Palestra de Tormenta pelo Antonio do Paragons</a></li>
<li><a href="http://www.paragons.com.br/rpgcon-a-palestra-das-editoras/" target="_blank">Palestra das editoras, também no Paragons</a></li>
<li><a href="http://principal.retropunk.net/?p=470" target="_blank">A Participação da RetroPunk na RPGCON</a></li>
<li><a href="http://www.spellrpg.com.br/forum/viewtopic.php?f=11&amp;t=6170&amp;sid=fc5f91a6ddaa64ea19e64a9fba6f33a7" target="_blank">Diários da RPGCON 2010 pelo pessoal da SpellRPG</a></li>
<li><a href="http://newsrpg.wordpress.com/2010/07/04/resumo-da-palestra-das-editoras-na-ii-rpgcon-sp-e-fotos/" target="_blank">Palestra das editoras pelo RPG News do Talude</a></li>
<li><a href="http://rpgdm.erickpatrick.com/rpgcon-parte-1-lancamentos-futuros-da-panini-comics/" target="_blank">Palestra sobre os lançamentos de quadrinhos da Panini, pelo RPG do Mestre</a></li>
<li><a href="http://rpgdm.erickpatrick.com/rpgcon-parte-2-palestra-das-editoras/" target="_blank">Palestra das editoras, também pelo RPG do Mestre</a></li>
<li><a href="http://www.azulcalcinha.com/2010/07/rpgcon-2010.html" target="_blank">Relato do evento pela Germana do Azul Calcinha</a></li>
<li><a href="http://www.rederpg.com.br/portal/modules/newbb/viewtopic.php?viewmode=flat&amp;type=&amp;topic_id=1304&amp;forum=9" target="_blank"><em>É uma puta falta de profissionalismo!</em> A visão da REDERPG sobre o evento</a></li>
<li><a href="http://newtonrocha.wordpress.com/2010/07/06/como-foi-a-minha-rpgcon-2010-diario-do-tio-nitro/" target="_blank">Relato do Nitro sobre o evento com direito a muitas fotos de buteco</a></li>
<li><a href="http://mundotentacular.blogspot.com/2010/07/torneio-tentacular-2010-no-rpgcon-2.html" target="_blank">Relato sobre o Torneio Tentacular 2010</a></li>
<li><a href="http://alemdaimaginacaorpg.wordpress.com/2010/07/08/rpgcon-2010-desafiando-o-inominavel/" target="_blank">E mais um sobre o Torneio Tentacular que parece ter sido foda!</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2010/07/de-volta-da-rpgcon-2010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>18</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Publicação de RPG em PDF &#8211; Perguntas [Parte 1]</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2009/09/publicacao-de-rpg-em-pdf-perguntas-parte-1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=publicacao-de-rpg-em-pdf-perguntas-parte-1</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2009/09/publicacao-de-rpg-em-pdf-perguntas-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[RPG Independente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.areacinza.org/?p=3582</guid>
		<description><![CDATA[Mês passado começamos uma discussão por aqui sobre a viabilidade e os formatos da publicação de livros de RPG no formato PDF no Brasil. Eu sei, se passaram mais de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mês passado começamos uma discussão por aqui sobre a viabilidade e os formatos da publicação de livros de RPG no formato PDF no Brasil. Eu sei, se passaram mais de 40 dias e as coisas aqui no Área Cinza ficaram bem paradas, mas é hora de voltar e retomar essa idéia, que já gerou <a href="../2009/08/levantando-questoes-sobre-a-publicacao-de-rpg-em-pdf/">um bocado de questões muito interessantes</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro desta minissérie de artigos, já tivemos dois &#8211; a <a href="../2009/08/publicacao-de-rpg-em-pdf-a-historia-da-secular-games-parte-1/">primeira parte da história da Secular Games</a>, falando um pouco das nossas expectativas da entrada neste mercado e forma de produção dos livros; e o <a href="../2009/08/levantando-questoes-sobre-a-publicacao-de-rpg-em-pdf/">Levantando questões sobre a publicação de RPG em PDF</a>, que teve uma resposta fenomenal. É tentando responder as perguntas feitas ali que vou escrever este artigo, e provavelmente mais uns dois ou três nessa linha.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste primeiro artigo das perguntas, dei uma dividida para agrupar as questões mais diretamente relacionadas. Acho que poderíamos chamar esse bloco de <strong>Perguntas sobre a Produção</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1- A minha principal questão em relação aos pdfs é ligada ao trinômio ilustração-preço-vendagem.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Parece um paradoxo. Pra ter um bom produto em pdf preciso de boa qualidade gráfica. fazer um doc do word com umas fontes bonitihas e gerar um pdf não me levará a lugar algum. No entanto, ilustrações de boa qualidade, uma capa apresentável e uma diagramação aceitável não são baratas, e aumentam consideravelmente o valor final do produto, que precisa ser baixo para vender. Como resolver essa questão, que fica ainda mais complicada se pensarmos em mercado nacional? (Mr. Pop)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma ótima questão! Pode parecer um senso comum, mas acho que o caminho mais apropriado é alcançar um meio termo nesta tríade entre design gráfico-preço-vendagem. É fato que todos nós queremos lançar um produto ótimo, no sentido de melhor possível, e muitas vezes usamos como parâmetros produtos de editoras maiores que tem muito mais grana que nós para medimos como devem ser nossos livros. Eu mesmo fui um dos que ao saber que o <a href="http://www.waynereynolds.com/Biography.htm">Wayne Reynolds trabalha como freelancer</a> não resistiu olhar quanto ele cobra por uma capa, e sim, é muito mais do que nós da Secular jamais poderemos pagar!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas esse é um caso extremo. Uma editora de PDF que planeje lançar alguns livros por ano tem que criar uma estratégia para maximizar o aspecto gráfico de seus produtos, sem que isso aumente demais o seu custo de produção. Por exemplo, a respeito da identidade visual, livros de uma mesma série (como os <em>Advanced Character Guide</em>, ou mesmo livros de um mesmo cenário, como Tormenta) podem usar as mesmas bordas, fontes e formato da diagramação. Assim, mesmo que tenha que pagar para um designer fazer isso, é um custo que poderá ser dividido entre os outros livros que usarem a mesma base.</p>
<p style="text-align: justify;">No que tange a diagramação, é fato que a diagramação de um profissional difere e muito daquela feita por um amador (e as revistas Dragão Brasil e Dragon Slayer, na época que coexistiram nas bancas eram um exemplo gritante deste fator), mas isso pode ser atenuado. A primeira dica é usar um programa decente de diagramação, e minha <em>weapon of choice</em> é o Adobe InDesign, ferramenta poderosa e de uso bem intuitivo se você já brincou um pouco com o Photoshop e outros da família Adobe. Mesmo com outros programas, uma boa idéia é aproveitar um modelo já existente, seja um dos padrões que acompanham a ferramenta, ou aquele criado pelo seu designer quando desenvolveu a identidade visual do produto (ou linha). Eu sou sociólogo e minha experiência prévia com diagramação era inexistente, mas com o InDesign, e a identidade visual desenvolvida pelo Leo diagramei com tranquilidade (embora não seja a coisa mais divertida do mundo!) todos os livros da Secular, e modéstia a parte ficaram muito bons para um leigo. Ou seja, tenha alguém que entenda por perto, arrume um programa decente, e tente não inventar muito, pelo menos no começo, e com alguma sorte a diagramação não vai ser um peso no seu orçamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas todos nós sabemos que o buraco acontece mesmo nas ilustrações. Um livro de RPG sem elas não deve dar muito certo, e aqueles que possuem ilustrações ruins são ainda piores. Acho que a primeira dica aqui é ser minimalista e criativo &#8211; não adianta querer ter uma ilustração a cada 3 páginas e desenhos de página inteira na abertura de cada capítulo, se você tem somente 100 reais para investir em arte. O melhor é adaptar, espaçando mais as ilustrações, vendo quais você pode reaproveitar de maneira inteligente (as imagens de capa e abertura de capítulo por exemplo podem ser desmembradas, a Paizo faz isso demais!). Mas mesmo com essas gambiarras, ilustrações são caras…</p>
<p style="text-align: justify;">Nós da Secular tínhamos a vantagem de ter um ilustrador de mão cheia entre nós (o Ig Barros), além do <a href="http://braca.wordpress.com/">Leo Braca</a>, que é um excelente designer. Mas mesmo assim o Ig nunca deu conta de ficar por conta e ilustrar tudo por conta de seus outros trabalhos, e nos colocou em contato com alguns excelentes ilustradores. Mesmo cobrando um preço camarada, esses ilustradores chapas do Ig cobravam mais do que tínhamos em caixa no início da editora (éramos todos estagiários!), o que era totalmente justificado, pois eles foram escolhidos pelo Ig exatamente por serem fodas! Chegamos a um acordo então: pagá-los através de porcentagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O esquema era assim &#8211; a cada 3 meses 30% do lucro líquido de um título era dividido entre os ilustradores, de acordo com uma tabelinha que o Ig elaborou comigo, que seguia o número de ilustrações, tamanho, cor, etc.. Isso nos possibilitou colocar nossos primeiros 4 títulos no mercado sem ter um investimento inicial em arte, mas hoje não é um modelo que eu acho mais apropriado para a Secular. Isso porque em primeiro lugar demanda uma camaradagem pré-existente com o ilustrador, pois no mínimo ele tem que ter uma boa dose de fé no seu produto, para apostar que ele vai vender o suficiente para pagar um valor justo pelo seu trabalho. Segundo, mesmo que esse vínculo de confiança seja estabelecido, acredito que este é um formato de relação com o ilustrador que é desgastante a médio e longo prazo. Imagina que saco ficar recebendo 10-15 reais a cada 3 meses por dois desenhos, não seria muito melhor receber logo 60 pratas na bucha do que ficar prolongando o pagamento a conta-gotas? Na real essa lógica só vale se o ilustrador é muito camarada, ou se ele trabalha bastante nesse esquema, aí sim, depois de um tempo ele vai receber todo mês uma quantia menos miserável. Ainda assim acho uma forma de pagamento bem abstrata. E que é um saco de contabilizar para quem administra a grana da editora!</p>
<p style="text-align: justify;">Como hoje temos uma boa grana para investir de lucros dos nossos produtos anteriores, se formos lançar algo certamente não vai ser seguindo essa lógica da porcentagem. Mas isso não quer dizer que ela não seja válida: é uma excelente estratégia para editoras lançarem seus primeiros produtos e foi ela que possibilitou a Secular construir um caixa sem tocarmos nos nossos salários de fome.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra estratégia interessante para ilustrações é usar banco de imagens e <em>art packs</em> apropriados para RPGs, pacotes de ilustrações que depois de comprados dão o direito do comprador os utilizar em seus próprios produtos.  Um <a href="http://www.rpgnow.com/index.php?filters=0_0_2893_0&amp;language=en">bocado deles podem ser encontrados na RPGNow</a> por um preço bem camarada, e embora a grande maioria seja de qualidade duvidosa, existem algumas ilustrações bem usáveis por ali. Nunca usamos estes estoques de imagens e nem os pacotes, mas acho que é uma estratégia muito boa para cortar custos e conseguir algumas imagens legais por um preço muito baixo. Talvez até misturar: algumas imagens mais direcionadas ao produto e pagas normalmente, e outras dos<em> art packs</em> como <em>fillers</em>…</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente meu chapa Richard Garrell se adiantou e começou a responder no próprio tópico, algo que acredito que seja a conclusão desta história toda:</p>
<p style="text-align: justify;">Muito interessante a questão levantada sobre a arte.</p>
<p style="text-align: justify;">É indiscutível que o produto tem que ser bonito. Aliás, isso vale inclusive para RPG. Eu gosto de livros bonitões. Acho um saco por exemplo a mania fanzineira da SJG de fazer livros feiosos (muito embora isso tenha mudado na 4ª edição, e os boardgames sejam bonitões!).</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, é fundamental um projeto gráfico bacana. Nessa dai por exemplo acho que a Secular sai na frente da esmagadora maioria das editoras de pdfs que já vi livros.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora o conteúdo dos livros não seja extraordinário (o que eu achei incrível mesmo, o Loremaster, infelizmente nunca saiu), são .pdfs muito bonitos, realmente diferenciados.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que é um padrão que deve ser observado e mantido. Por outro lado, existe um motivo prático para que isso aconteça: a editora possui dentre seus fundadores um designer bom de serviço, e conta com a camaradagem do Ig Barros, um desenhista excepcional. É verdade que nem todo mundo tem essa sorte.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, acredito que o segredo é mesmo enfiar a mão na cumbuca e tirar algum dinheiro para pagar pelo menos um designer. Devo destacar que ilustrações não necessariamente imprescindíveis. Um designer que tenha um banco de imagens legal já pode fazer várias coisas interessantes, por exemplo. (Garrell)</p>
<p style="text-align: justify;">Concordo totalmente. É possível utilizar seus contatos e soluções criativas, como escrevi ali em cima, para diminuir os custos, mas algum investimento é necessário para lançar um produto bacana.  E aposto que o Mr. Pop já sabe disso… O lance é tentar achar formas de equilibrar esse investimento com o preço final do produto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2- Quanto a parte de ilustração eu realmente acho difícil conseguir uma ilustração sem saber desenhar… mas quanto a editoração eu realmente preciso pagar alguém pra fazer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não existem programas de fácil acesso e fácil de mexer para que um leigo com algumas horas de dedicação possa fazer um material com um mínimo de qualidade? (Leonardo)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bom abordei um pouco sobre isso na resposta acima, mas o Vinicius mandou uma boa resposta também (e aposto que ele é designer ou alguém que trabalha com a parte gráfica!):</p>
<p style="text-align: justify;">Mais ou menos Leonardo. Assim como desenhar costuma ser requisito para gerar boas ilustrações para os livros de RPG, há uma diferença grotesca dum editor profissional para um amador que resolva usar um programa para montar o PDF dele. Claro, dá para fazer &#8211; da mesma forma que dá para fazer livro em PDF com ilustração barata :P. Idealmente, você quer alguém que sabe da coisa para editorar seu livro. (Vinicius)</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente, a diferença é notável entre um editor visual profissional e alguém que está improvisando. Mas o ponto aqui na resposta do Vinicius é o “idealmente”. Claro que se for possível, seja por ter grana em caixa, ou um amigo designer, o ideal é ter alguém profissional nesta área. Mas se não for esta sua realidade, ainda acredito que dê para fazer o básico sem muitas inovações, e sem também correr muitos riscos, na maioria dos casos desde que acompanhado por alguém que te dê umas dicas e um bom programa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas desviando um pouco da pergunta, já que estamos falando de editor, o que acham da necessidade de um editor “convencional”, alguém que edita o texto do escritor? Cada vez mais acho que esta função é determinante para se criar um produto de qualidade e interessante, e nós na Secular nunca tivemos muito bem alguém fazendo isso, embora nos revezássemos informalmente na função à medida que um de nós escrevia um título. Ainda assim, é algo que eu tenho pensando muito ultimamente…</p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar duas perguntas do Cochise:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3-  PDF é um produto pouco atrativo. O pdf é basicamente um livro no computador. E o melhor lugar para os livros é o papel. O formato eletrônico deveria ser mais interativo. As fichas completáveis do Tio Nitro são um bom exemplo de para onde as coisas deveriam ir. Não proponho que se abandone o formato pdf, mas que se o enriqueça. Os recursos ele tem, mas não são tão usados isso encarece um pouco mais o produto final. (Cochise)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bom Cochise o PDF não me parece um produto pouco atrativo. Ele tem características positivas e negativas em relação ao livro convencional de papel, mas do jeito que você coloca parece que ele é claramente inferior em tudo. O livro em PDF tem custo de produção menor, logo pode ser vendido mais barato, não tem custo de envio, uma tremenda vantagem para quem quer comprar livros no exterior, no caso do RPG pode ser usado e consultado com mais facilidade na mesa do jogo se tiver um computador a mão, enfim…</p>
<p style="text-align: justify;">Mas também concordo que os recursos dos livros eletrônicos estão longe de serem plenamente utilizados. Um bom exemplo neste sentido são <a href="http://www.rpgnow.com/product_info.php?products_id=3802&amp;it=1">os mapas da Oonne’s</a>, que são cheios de camadas, e você pode escolher qual delas imprimir. Mas realmente, ainda falta muito pra caminhar…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4- Até o modelo se popularizar é inviável lançar módulos básicos, apenas suplementos. Mais especificamente para o jogo mais jogado de licença aberta, D&amp;D e derivados (Cochise)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como você mesmo apontou, isso é verdadeiro se falamos de <em>Dungeons &amp; Dragons</em> e licença d20 né? Algumas editoras tiveram sucesso com módulos básicos em PDF, como a <a href="http://www.evilhat.com/">Evil Hat</a> e seus <a href="http://www.rpgnow.com/product_info.php?products_id=28296&amp;it=1">Spirit of the Century</a> e <a href="http://www.rpgnow.com/product_info.php?products_id=28052&amp;it=1">Don’t Rest Your Head</a>. Acho que mesmo neste momento antes da popularização plena dos PDF no RPG (e de forma mais geral na produção literária), os sistemas e cenários autorais são um grande e interessante nicho, talvez não tão grande quanto o do D&amp;D, mas certamente possuem o seu lugar. Na verdade acho que hoje, com a 4ª edição, a insuportável GSL e o incrível suporte do <em>D&amp;D Insider</em>, os livros autorais, independentes e bem feitos são uma aposta até mais sólida no mercado de RPG em PDF que o bom e velho d20.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2009/09/publicacao-de-rpg-em-pdf-perguntas-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Publicação de RPG em PDF &#8211; A história da Secular Games [Parte 1]</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2009/08/publicacao-de-rpg-em-pdf-a-historia-da-secular-games-parte-1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=publicacao-de-rpg-em-pdf-a-historia-da-secular-games-parte-1</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2009/08/publicacao-de-rpg-em-pdf-a-historia-da-secular-games-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 23:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Minhas Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[RPG Independente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.areacinza.org/?p=3563</guid>
		<description><![CDATA[Como disse no post da última quarta-feira, vou começar uma pequena série de artigos sobre a publicação de livros de RPG em formato eletrônico, utilizando como base principalmente minha experiência na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como disse no <em>post</em> da última quarta-feira, vou começar uma pequena série de artigos sobre a publicação de livros de RPG em formato eletrônico, utilizando como base principalmente minha experiência na Secular Games, editora que formei junto com alguns amigos que participavam do Círculo na época. Pensei inicialmente em utilizar os seguintes recortes ao escrever cada <em>post</em>, de forma a abordar as questões de diversos ângulos, misturando o que vivemos com o mercado gringo com teorias e propostas para a publicação de livros de RPG em PDF no Brasil :</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>A história da Secular Games: </strong>dois ou três <em>posts</em> abordando quem somos, o que fizemos nestes 3 anos, porque da editora ter ficado parada por tanto tempo, e a proposta de retorno em 2009.</li>
<li><strong>Avaliação dos produtos lançados pela Secular:</strong> análises <a href="http://www.rpgnow.com/index.php?filters=0_0_0_0&amp;manufacturers_id=343">dos 5 livros produtos lançados pela editora</a>entre 2006 e 2008, onde pretendo discutir o formato de cada livro, como fizemos com a arte e diagramação, como estipulamos o preço e retorno em vendas.</li>
<li><strong>Perguntas e teorias sobre a publicação de RPG em PDF no Brasil: </strong>tentativa de responder as perguntas feitas pelos leitores do blog no <em>post</em> <a href="../2009/08/levantando-questoes-sobre-a-publicacao-de-rpg-em-pdf/">Levantando questões sobre a publicação de RPG em PDF</a>, e tentar pensar um modelo viável para este mercado no Brasil.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Claro que este é apenas um esboço para seguir com os artigos, mas acho que já é uma boa trilha &#8211; que pode ser alterada caso as perguntas e direção da conversa apontem para outros caminhos. Como hoje é domingão e o tempo já está escasso, preferi começar com a <a href="../2007/02/aniversario-de-1-ano-da-secular-games/">primeira parte da história da Secular Games</a>, que já havia postado por aqui em 2007 nos primórdios do Área Cinza. O artigo abaixo foi escrito em Janeiro de 2007 como comemoração de 1 ano da editora, e embora o grosso seja reaproveitado, vou fazer comentários sobre algumas coisas que estes dois anos de distanciamento me permitiram avaliar, além de complementar em alguns pontos. E depois da reunião da última semana, nós da Secular estamos em um clima de empolgação bem parecido com este que vivemos em 2007!</p>
<p style="text-align: justify;">O texto abaixo, foi escrito com o objetivo de ser usado para a divulgação de nossa promoção de aniversário e oferecer um breve resumo do nosso primeiro ano no mercado internacional de livros eletrônicos. Algumas coisas descritas abaixo já estão acontecendo a todo vapor, como a tradução do <em>Vikings: Midgard</em> e os últimos ajustes do <em>Secular Games Stat Block Recorder</em>, nosso próximo lançamento. Além disso temos tido algumas idéias interessantes e um plano B que muito em breve pode vir a se tornar o plano A!</p>
<p style="text-align: justify;">Começando do começo! A Secular Games foi fundada no início de 2006,e contava com uma boa parte do Círculo &#8211; eu, Tiago, Giltônio, Leo Braca e Ig Barros, e tinha como foco a produção de material para o mercado gringo em formato eletrônico, além de possivelmente adaptar algumas feitas pelo Círculo (ou editoras nacionais) para serem lançadas lá fora. Na época o Círculo estava muito focado em produzir para as revistas de RPG nacionais, e queríamos testar as águas gringas, assim como aproveitar algumas coisas que criamos para o mercado interno e lançar lá fora, como fizemos com o <a href="http://www.rpgnow.com/product_info.php?manufacturers_id=343&amp;products_id=12227&amp;it=1&amp;filters=0_0_0_0&amp;manufacturers_id=343">Shadows of Shinobi</a>, nosso segundo livro que na verdade é uma versão expandida de uma matéria bacanuda para a DB #115, com a capa pelo Ig.</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia era termos uma equipe auto-suficiente, capaz de produzir livros precisando de pouco ou nenhuma profissional externo, reduzindo assim nossos custos. Tiago e Giltônio ocupavam a função de escritores, com o Giltônio puxando um pouco a função de designer principal por seu domínio de regras da 3ª edição do Dungeons &amp; Dragons, o sistema de regras que escolhemos para nossos principais produtos. O <a href="http://braca.wordpress.com/">Leo Braca</a> é um designer profissional de mão cheia, e cuidava da identidade visual dos livros, e o <a href="http://igbarros.blogspot.com/">Ig Barros</a> dispensa maiores apresentações, e embora à época ele não fosse a potência dos quadrinhos que é hoje, já mandava muito bem nas ilustrações! Nisto eu sou meio que um 2 de paus, cuidando um pouco da parte de manutenção do site e diagramação dos livros com o Leo, dando uns palpites nas regras e textos com Giltônio e Tiago, e cuidando de burocracias e gerenciamento em geral. Esta formação nos permitiu lançar livros esteticamente muito bem acabados com um custo praticamente zero, já que o trampo era feito quase todo por sócios da editora. Mas vamos continuar com o texto sobre o aniversário de 1 ano da Secular…</p>
<p style="text-align: justify;">Nossos três produtos se saíram muito bem em 2006. O primeiro deles, o <em>Advanced Character Guide: Arcane Archer</em> completa um ano junto com a editora e superou em mais de 20% nossa expectativa de vendas do primeiro ano. Como resultado pretendemos dar continuidade a linha Advanced Character Guide em 2007, com os livros <em>Advanced Character Guide: Arcane Trickster</em> e<em>Advanced Character Guide: Loremaster</em>, este último escrito por Rafael Smith, em nosso primeiro trabalho com um escritor freelancer nacional, e que esperamos ser o primeiro de muitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste mês de Fevereiro a Secular Games completou um ano de existência. Foi um ano e tanto para todos nós, e dentre as inúmeras coisas que aprendemos sobre o mercado de livros eletrônicos a principal delas é que ele é muito mais complicado do que imaginávamos!</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>Shadows of Shinobi</em>, uma versão expandida da matéria de capa da Dragão Brasil #115 eo  <em>Lines of Legend: Winter Elves</em>, o primeiro da nova série sobre raças, também não decepcionaram, e têm correspondido nas vendas as boas resenhas e comentários nos sites de notícias. O feedback aos nossos produtos têm sido excelente, e a maior crítica que recebemos em nossos dois primeiros produtos &#8211; em relação a pequenos erros gramaticais, não se repetiu no <em>Lines of Legend: Winter Elves</em>, primeiro livro no qual contamos com o auxílio do Paul King, um revisor norte-americano que tem contribuído com a Secular de maneira fenomenal.</p>
<p style="text-align: justify;">Se cometemos alguns erros por falta de experiência com o mercado de PDFs, o principal deles foi traçar uma previsão bastante otimista da velocidade com que lançaríamos nossos produtos. Para o ano passado a nossa previsão era de lançarmos oito produtos, uma média de um a cada mês e meio. A realidade se mostrou bem mais complexa, e o padrão de qualidade que desejávamos em nossos lançamentos se mostrou mais demorado de se alcançar do que havíamos previsto, o que resultou no lançamento de apenas três produtos em doze meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Realmente, as vendas do <a href="http://www.rpgnow.com/product_info.php?manufacturers_id=343&amp;products_id=12226&amp;it=1&amp;filters=0_0_0_0&amp;manufacturers_id=343">Advanced Character Guide: Arcane Archer</a> superaram nossas expectativas iniciais, e seguir com a linha focadas na expansão das classes de prestígio do Livro do Mestre da 3.5 parecia ser a coisa certa a se fazer. No entanto nunca conseguimos lançar os livros <em>Advanced Character Guide: Arcane Trickster</em> e<em>Advanced Character Guide: Loremaster </em>em grande parte por desorganização e priorização de outros projetos, além das boas e velhas vidas sociais, acadêmicas e profissionais de cada um.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa foi a dura realidade, e na minha opinião, de certa maneira um erro em nossa estratégia. Focamos nossos esforços em livros maiores, com cerca de 40 páginas, que obviamente levavam mais tempo para serem produzidos. Mesmo que fôssemos seguir esta estratégia hoje, o ideal seria misturar produtos menores, de cerca de 10 páginas, entre estes lançamentos maiores, de forma a manter o fluxo de produtos, e conseqüentemente a atenção sobre a Secular lá fora. Uma explicação melhor sobre a importância de manter um fluxo de produtos pode ser encontrada nos próximos parágrafo:</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto esta falha nos ensinou uma série de coisas. A primeira delas foi a importância do efeito alavanca que os lançamentos causam sobre as vendas dos produtos mais antigos. O mercado de livros eletrônicos é bem diferente do de livros impressos, e como tal tem suas próprias vantagens e desvantagens. A principal vantagem é o fato de podermos manter um livro a venda por anos, sem nenhum custo de distribuição, estocagem e reimpressões. Sempre que um consumidor se interessar por um produto d20 sobre ninjas, o <em>Shadows of Shinobi </em>estará disponível para ele imediatamente por $5 dólares, o que não ocorreria, por exemplo, com um livro esgotado ou simplesmente antigo. No entanto o volume de lançamentos em sites como a RPGNow é de dezenas por semana, o que significa que os livros eletrônicos, pelo menos das editoras médias e pequenas, têm um tempo de exposição bem menor que o dos livros impressos, que ficam por meses nas prateleiras das lojas chamando a atenção de potenciais compradores.</p>
<p style="text-align: justify;">É ai que o fluxo constante de lançamentos entra. A cada novo lançamento exposto na página principal, os outros livros da editora também ganham visibilidade, o que gera um aumento substancial de suas vendas. Na verdade, percebemos que o impacto dos lançamentos sobre as vendas dos produtos antigos é muito superior a qualquer aumento proporcionado por resenhas e anúncios.</p>
<p style="text-align: justify;">Preferimos então tentar novamente atingir o ritmo de lançamentos que consideramos ideal, e para isso tivemos que organizar nosso processo de criação de maneira mais precisa. Atualmente a produção de um livro conta com três etapas (Design, Desenvolvimento e Editoração). Com este modelo acreditamos que seja possível coordenarmos de maneira simultânea a produção de três produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos já citamos <em>Advanced Character Guide: Arcane Trickster</em> e <em>Advanced Character Guide: Loremaster</em>, pretendemos lançar no primeiro semestre de 2007 o <em>Secular Games Stat Block Recorder</em> e a versão em inglês do <em>Vikings: Midgard</em>, o aclamado livro da editora Conclave, que terá seu primeiro preview disponibilizado em breve.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção dos livros em etapas teoricamente nos tornaria capazes de produzir vários livros ao mesmo tempo, e embora seja um ótimo modelo, não tínhamos tempo hábil para nos dedicarmos com tamanha precisão. Ainda assim 2006 foi o melhor ano para a Secular em termos de lançamentos, e embora tenhamos aprendido bastante sobre o mercado gringo e as dificuldades da produção de livros de RPG não conseguimos efetivamente transformar isso em uma melhoria em nosso fluxo de produção, não por falta de retorno ou aceitação dos produtos, mas devido a uma série de desafios profissionais e acadêmicos que enfrentávamos na época. Por isso mesmo a tentativa de utilizar escritores freelancers, como forma de otimizar nosso fluxo de lançamentos, mas que infelizmente não decolou porque nossa equipe de produção gráfica enfrentava exatamente os mesmos problemas!</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim com todos os problemas e apenas três lançamentos, conseguimos vender cerca de U$1000 de nossos produtos, com um ganho bruto (descontando a porcentagem cobrada pelas lojas virtuais) de aproximadamente U$700, o que eu não considero nada mal para uma empreitada que era organizada em nosso tempo livre como um hobbie.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas próximas partes da história da Secular os anos de 2007 e 2008, onde demos uma parada completa, e as idéias para um retorno em 2009. O <em>post</em> seguinte sobre a publicação de RPG em formato PDF será respondendo algumas das <a href="../2009/08/levantando-questoes-sobre-a-publicacao-de-rpg-em-pdf/">excelentes perguntas feitas por aqui</a>!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2009/08/publicacao-de-rpg-em-pdf-a-historia-da-secular-games-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Levantando questões sobre a publicação de RPG em PDF</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2009/08/levantando-questoes-sobre-a-publicacao-de-rpg-em-pdf/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=levantando-questoes-sobre-a-publicacao-de-rpg-em-pdf</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2009/08/levantando-questoes-sobre-a-publicacao-de-rpg-em-pdf/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 23:14:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área Cinza]]></category>
		<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.areacinza.org/?p=3559</guid>
		<description><![CDATA[Estava conversando com o Giltônio e meus outros comparsas da Secular Games sobre meu interesse em escrever uma pequena série de artigos no Área Cinza sobre a possibilidade de publicar ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava conversando com o Giltônio e meus outros comparsas da Secular Games sobre meu interesse em escrever uma pequena série de artigos no Área Cinza sobre a possibilidade de publicar livros de RPG em PDF, abordando em primeiro lugar nossa experiência no mercado gringo (uma versão <a href="../2007/02/aniversario-de-1-ano-da-secular-games/">desatualizada desta história pode ser encontrada aqui</a>), e posteriormente algumas teorias e idéias que tenho sobre a viabilidade deste formato de publicação aqui no Brasil, inclusive <a href="http://www.d3store.com.br/calice-de-avandra.html?SID=OMjY7FmdL5P891J3JNWpFaQkTpBwFSHLHjTy3xhoM7c%3D">conversando com quem já está fazendo isso por aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas antes de sair escrevendo como um desvairado sobre o que eu acho que é interessante, acho que seria bacana saber de quem acompanha o blog (e claro, se interessa pelo tema) quais são as principais dúvidas, apostas e teorias sobre a publicação em PDF, seja na gringa como aqui no Brasil. Óbvio que eu não vou conseguir responder metade das perguntas, mas a idéia é justamente discutirmos juntos, pensar nos formatos atuais e no que ainda pode ser implementado, ainda mais aqui onde este tipo de iniciativa está apenas engatinhando.</p>
<p style="text-align: justify;">Então esse não é um <em>post </em>típico do Área Cinza, com meus resmungos sobre as paradas. Não senhores, mais que nunca preciso dos resmungos de vocês!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2009/08/levantando-questoes-sobre-a-publicacao-de-rpg-em-pdf/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Círculo &#8211; Inicio, meio e fim</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2008/08/o-circulo-inicio-meio-e-fim/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-circulo-inicio-meio-e-fim</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2008/08/o-circulo-inicio-meio-e-fim/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 15:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[Contra Arsenal]]></category>
		<category><![CDATA[Dragão Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dragon Slayer]]></category>
		<category><![CDATA[Eu eu eu!]]></category>
		<category><![CDATA[Galrasia]]></category>
		<category><![CDATA[Maratona]]></category>
		<category><![CDATA[O Círculo]]></category>
		<category><![CDATA[The End]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>
		<category><![CDATA[Varna]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.areacinza.org/?p=347</guid>
		<description><![CDATA[(Nada mais apropriado que terminar a maratona de 20 posts em 10 dias com uma nota de encerramento, ainda que tardia) Bom acho que não é nenhuma revelação bombástica, já ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>(Nada mais apropriado que terminar a maratona de 20 posts em 10 dias com uma nota de encerramento, ainda que tardia)</em></p>
<p><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/o-circulo-022.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-378" title="Pokebola" src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/o-circulo-022.jpg" alt="" width="181" height="157" /></a>Bom acho que não é nenhuma revelação bombástica, já que só de sacar pelo <a href="http://ocirculorpg.blogspot.com" target="_blank">blog do Círculo</a> dava pra ver o nível de abandono e desatualização, mas como o Galrasia saiu recentemente e foi nosso último trampo juntos, acho que ainda passa um pouco a impressão que estamos ativos e mandando bala. Bem, não&#8230; O Círculo realmente acabou, mas me conhecendo vocês não esperam que eu anuncie isso sem uma historinha né?</p>
<p>Mas antes um aviso &#8211; essa é minha versão dos fatos. Não que eu acredite que existam várias ou grandes discordâncias, mas o lance é que tudo aqui foi escrito só da minha cabeça sem consultar o resto dos caras, e como minha memória é famosa por ser um lixo, algumas datas e detalhes podem não serem exatamente corretos. Para isso espero que o <a href="http://faire-savoir.info/" target="_blank">Barbi</a> ou <a href="http://www.dareyou.blogger.com.br/" target="_blank">Giltônio</a>, que estão sempre por aqui dêem uma ajuda!</p>
<p>A parada começou em Agosto de 2004, a exatos 4 anos, quando duas galeras distintas se juntaram para escreverem seguirem esta proposta:</p>
<blockquote><p>O Círculo é um conjunto de escritores, desenhistas e designers que se reuniram com o intuito de desenvolverem profissionalmente materiais relacionados a RPG na forma de artigos, ambientações e suplementos. O grupo visa elaborar material de qualidade que sirva tanto para jogadores quanto para mestres, ampliando suas opções de campanha, sanando dúvidas ou estabelecendo novas fronteiras a serem exploradas. A equipe se apresenta estruturada de maneira freelancer, ou seja, encaminhando seus trabalhos para diversos clientes, escrevendo para diversas publicações e editoras e lidando com variados mundos e sistemas de regras, atuando com base nas linhas editorias já estabelecidas, porém, com a liberdade de criar também seus próprios projetos inéditos.</p></blockquote>
<p>A proposta era de algo grande mesmo, envolvendo não só escritores, mas também ilustradores (<a href="http://igbarros.blogspot.com/" target="_blank">Ig</a> e Puly) e designers (<a href="http://braca.wordpress.com/" target="_blank">Leo</a> e Fred), que trabalhariam conosco para entregar um pacote completo ao invés de apenas o texto dos livros. Como eu disse lá em cima todo mundo veio de dois grupos de jogo/convivência distintos &#8211; e do meu lado, ou seja, que já jogavam comigo vieram o <a href="http://faire-savoir.info/" target="_blank">Barbi</a>, Leo, Aguirre, Ig e Fred, enquanto do outro vieram Garrell, Tiago, <a href="http://www.dareyou.blogger.com.br/" target="_blank">Giltônio</a>, Puly e Paulo. O Garrell já tinha publicado alguns artigos na Dragão Brasil e nos orientou um bocado nesta época em relação a como escrever para a revista, e logo lançamos alguns coisas por lá, enquanto em paralelo tentávamos manter uma presença bacana na internet.</p>
<div id="attachment_348" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/picture-030.jpg"><img class="size-medium wp-image-348" title="Todas as pessoas do mundo" src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/picture-030-300x225.jpg" alt="Muita gente, pouco trabalho!" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Muita gente, pouco trabalho!</p></div>
<p>Ainda em 2004 o Tiago conseguiu se infiltrar na organização de um evento de quadrinhos daqui de BH, o Nação HQ, e usamos a parada para chamar o Trevisan e Del Debbio, que vieram com o Leonel Caldela para falarem um pouco do primeiro romance de Tormenta que estava anunciado para ser lançado dentro de alguns meses. Também participaram o <span class="style19">Thiago Augusto e Shaftiel, e o evento em si foi bem mais ou menos, tanto é que a pasta das fotos no meu computador recebeu o adequado nome de &#8220;Evento Esquisito 2004&#8243;. Mas foi muito legal sair com os caras por aqui e tomar umas cervejas, em um ritual de intercâmbio cultural que manteríamos vivo por muitos anos ainda!</span></p>
<div id="attachment_349" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/3.jpg"><img class="size-medium wp-image-349" title="Cerveja" src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/3-300x225.jpg" alt="Da esquerda para direita - Del Debbio, Aguirre, Garrell com 16 anos, Trevisan, Caldela, Paulo e Puly escondidos, eu e Barbi bêbado. " width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para direita - Del Debbio, Aguirre, Garrell com 16 anos, Trevisan, Caldela, Paulo e Puly escondidos, eu, e Barbi bêbado. </p></div>
<p>Depois de um tempo o Paulo e Fred decidiram pular do barco, e o Giltônio teve a idéia de criar uma coluna semanal no site REDERPG, a <a href="http://www.rederpg.com.br/portal/modules/news/article.php?storyid=2330" target="_blank">Curva de Desenvolvimento</a>, que tratava da criação de cenários e se estendeu durante mais de um ano em mais de cinquenta artigos. Foi uma parada que eu acho que não mereceu a atenção suficiente, uma pena, pois o trabalho foi bem completo e minucioso, além de muito divertido de escrever. Temos que lançar isso em PDF!</p>
<p>Nesse meio tempo a Dragão Brasil passou pela conturbada mudança editorial, e nessa nova fase publicamos nosso mini-cenário <span class="style19"><span class="style1"><strong>Varna: Chamado da Guerra</strong>. O Varna foi uma experiência maluca e desgastante, embora o resultado tenha sido muito legal, principalmente esteticamente, onde o Ig, Leo, os amigos Glauco Nobre e Kenzo Abeki e especialmente o Puly fizeram um trabalho sensacional. A idéia de mini-cenários, sacada esperta do Barbi, acabou virando um mote da nova DB, e rendeu mais algumas coisas depois. Em outro momento o Varna foi publicado pela editora Daemon, mas eu particularmente não curti o resultado.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/800_04.jpg"><img class="size-full wp-image-353 aligncenter" title="Wallpaper " src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/800_04.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/800_06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-354" title="E um do Puly" src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/800_06.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/capa-sos-3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-358" title="Shadows of Shinobi" src="http://www.areacinza.org/wp-content/uploads/2008/08/capa-sos-3-300x231.jpg" alt="" width="245" height="188" /></a>Enquanto isso eu, Tiago, Giltônio, Leo e Ig fundamos a <a href="http://www.seculargames.com/" target="_blank">Secular Games</a>, que tinha como foco a produção de material para o mercado gringo de livros eletrônicos, e que poderia adaptar coisas feitas pelo Circulo aqui dentro. Foi exatamente neste modelo que lançamos o <a href="http://www.seculargames.com/products.html#ninja" target="_blank">Shadows of Shinobi</a>, uma versão expandida de uma matéria bacanuda para a DB #115, com a capa pelo Ig.</p>
<p>No Encontro Internacional de RPG de 2005 também fomos convidados a escrevermos um novo cenário oficial para a Dragão, mas vários membros preferiram não participar, assim o que seria um projeto do Círculo se tornou (mais uma!) iniciativa de apenas alguns membros do grupo.</p>
<p>Nesse meio tempo também tivemos a adição do Marcelo no Círculo, que além de ser um ara ótimo (e muito doido) tinha um background interessante trabalhando no <a href="http://outerspace.ig.com.br/" target="_blank">Outerspace</a>. Mas ele entrou em uma época meio de baixa, na qual cada um estava totalmente atolado com suas carreiras acadêmicas, trabalhos, enfim, 2006 foi um ano meio parado e morto para nós.</p>
<p>Depois de três anos publicando em um monte de lugares, embora este período tenha sido intercalado com meses de silêncio de rádio e inatividade, finalmente recebemos uma proposta excelente por parte do Cassaro e da editora Jambô. Eles nos deram bastante liberdade para produzir <a href="http://www.areacinza.org/?p=67" target="_blank">não um, mas dois livros para Tormenta</a>, a aventura Contra Arsenal e o suplemento Galrasia: Mundo Perdido. Isto foi em meados de 2007, e as coisas estavam cada vez mais complicadas, afinal quase todos nós estávamos em nossos últimos meses de suas respectivas faculdades&#8230;</p>
<p>Decidimos que a chance era boa demais para ser perdida &#8211; afinal montamos o Círculo justamente com a idéia de pegar algo assim! Dividimos a equipe em duas, cada metade com um projeto, mas imediatamente tivemos uma baixa em cada lado: o Barbi e o Giltônio decidiram parar de escrever para se concentrarem em seus mestrados. O resto continuou em frente com os projetos, mas a verdade é que rolou um grande desgaste e todas essas dificuldades de se trabalhar em conjunto, principalmente quando as prioridades se atropelam.</p>
<p><img class="alignright" title="Galrasia: Mundo Perdido" src="http://www.jamboeditora.com.br/imagens/capas/tor-gal_g.jpg" alt="" width="256" height="340" />Depois do Barbi e Giltônio foi minha vez de abandonar o barco. Assim que eu, Marcelo e Aguirre (e com o apoio do Cassaro) entregamos o manuscrito do Galrasia, decidi sair do Círculo, embora diferentemente do Barbi, ainda quisesse continuar escrevendo RPG. Mas como um guerreiro solitário a partir dai. Na mesma semana o Aguirre e Garrell anunciaram que também não estavam mais com tempo e condições para manter o grupo, e o Círculo acabou em Dezembro de 2007.</p>
<p>Os caras ainda estão entre meus melhores amigos &#8211; encontro alguns deles toda semana, seja no RPG ou nos butecos da vida. Outros deram uma sumida porque estão na correria total, mas ainda dão sinal de vida de vez em nunca. Quando escrever RPG (ou qualquer outra atividade em conjunto) com seus amigos se torna chato, é melhor dar prioridade para o que realmente importa &#8211; conversar sobre a vida, beber e jogar RPG : )</p>
<p>Participar do Círculo por 3 anos foi uma experiência excelente, com momentos de real compartilhamento de idéias, debates animados e criação conjunta. Foda que com a correria da vida real isto se tornou cada vez mais difícil, até marcar reuniões era um suplício. Mas ainda assim, foi bacana fazer um monte de contatos, poder participar de tantas coisas, criar a Secular (um <em>post</em> sobre ela no futuro!), enfim, 3 anos muito interessantes com grandes amigos sempre por perto.</p>
<p>Vai ver é por isso que eu nem me importo quando ainda falam que eu sou o Rocha do Círculo, porque no fim das contas eu ainda me orgulho muito da parada.</p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2008/08/o-circulo-inicio-meio-e-fim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vikings-Midgard entre os mais vendidos de Janeiro!</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2008/01/vikings-midgard-entre-os-mais-vendidos-de-janeiro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vikings-midgard-entre-os-mais-vendidos-de-janeiro</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2008/01/vikings-midgard-entre-os-mais-vendidos-de-janeiro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 21:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[RPGNow]]></category>
		<category><![CDATA[Vikings]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.seculargames.com/areacinza/?p=158</guid>
		<description><![CDATA[Eu sei que é feio ficar se gabando, mas eu sou um cara feio mesmo, então vamos lá! Acabei de ver na minha visita diária a RPGNow e DriveThruRPG que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei que é feio ficar se gabando, mas eu sou um cara feio mesmo, então vamos lá! Acabei de ver na minha visita diária a <a href="http://www.rpgnow.com/index.php" target="_blank">RPGNow</a> e <a href="http://rpg.drivethrustuff.com/" target="_blank">DriveThruRPG</a> que o <a href="http://www.rpgnow.com/product_info.php?products_id=51572" target="_blank">Vikings-Midgard</a> chegou de assalto na lista dos 15 livros mais vendidos em Janeiro (a popular lista do <em>Hottest Items</em>).</p>
<p>Agora é segurar e tentar subir um pouco mais em Fevereiro : )</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2008/01/vikings-midgard-entre-os-mais-vendidos-de-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vikings &#8211; Midgard pela Secular Games!</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2007/09/vikings-midgard-pela-secular-games/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vikings-midgard-pela-secular-games</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2007/09/vikings-midgard-pela-secular-games/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Sep 2007 16:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[Vikings]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.seculargames.com/areacinza/?p=86</guid>
		<description><![CDATA[Finalmente depois de vários meses a versão eletrônica em inglês do Vikings &#8211; Midgard se encontra em fase de finalização! A parceria entre a Secular e a Conclave foi excelente, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Finalmente depois de vários meses a versão eletrônica em inglês do <em>Vikings &#8211; Midgard </em>se encontra em fase de finalização! A parceria entre a Secular e a Conclave foi excelente, e é praticamente certo que tão logo o Vikings seja lançado no mercado internacional começaremos o precesso de tradução do <em>Vikings: Reinos de Pedra</em>, segundo livro da série. A versão online está sendo diagramada, e já conta com mais de 100 páginas, com uma previsão final de aproximadamente 150, o que definitivamente torna o livro o maior lançamento da Secular até então.</p>
<p align="justify">O primeiro dos dois previews já está pronto, e pode ser acessado <a href="http://seculargames.com/preview_vikings.zip" target="_blank">clicando aqui</a>. Abaixo uma versão<img src="http://img410.imageshack.us/img410/4691/previewvikings4wx9.jpg" style="float: right" /> traduzida do release do livro:</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><strong>Das terras congeladas do Norte para a sua aventura!</strong></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">Fruto de uma parceria entre as editoras <a href="http://www.editora.conclaveweb.com.br/" target="_blank">Conclave</a> e <a href="http://seculargames.com/" target="_blank">Secular Games</a>,<br />
Vikings &#8211; Midgard é a versão em inglês do livro básico da série que se tornou sucesso em língua portuguesa, e contém todas as informações necessárias para iniciar uma campanha num cenário que tira sua inspiração da mitologia e cultura dos antigos nórdicos. Nas mais de 150 páginas de Vikings &#8211; Midgard, você encontrará:</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">• Regras opcionais, como talentos e classes de prestígio, para personagens vikings.<br />
• Novas raças, baseadas nos mitos escandinavos.<br />
• Uma rica descrição da ambientação de Midgard, ponto de partida para as aventuras no universo de Vikings.<br />
• Novos Monstros.<br />
• Renome e Pontos de Façanha.<br />
• Regras para Combate em Massa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2007/09/vikings-midgard-pela-secular-games/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novidades de Março</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2007/03/novidades-de-marco/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=novidades-de-marco</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2007/03/novidades-de-marco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2007 00:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Minhas Coisas]]></category>
		<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[C7L]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.seculargames.com/areacinza/?p=19</guid>
		<description><![CDATA[Duas semanas afastado, sim as aulas voltaram. Espero que este seja o último semestre que eu diga essas palavras. Nesse meio tempo a Secular lançou um novo produto, o Secular ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Duas semanas afastado, sim as aulas voltaram. Espero que este seja o último semestre que eu diga essas palavras.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Nesse meio tempo a <a href="http://www.seculargames.com/" target="_blank">Secular</a> lançou um novo produto, o <a href="http://www.yourgamesnow.com/index.php?main_page=product_info&amp;products_id=1355/" target="_blank">Secular Games Stat Block Recorder</a>, uma ficha em PDF com formulários bacanas e uma enorme tabela de três páginas com todos os talentos e habilidades especiais da SRD, com links para uma excelente versão da <a href="http://www.d20srd.org/">SRD online</a>. Bem bacana, já comecei a usar em minha campanha de Eberron!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">Também escrevi uma das colunas semanais do Crônicas da Sétima Lua, falando sobre as classes de aventureiros, em especial as que sofreram modificações – Monge, Feiticeiro e Paladino. Outras coisas legais estão acontecendo, mas ainda é cedo demais para abrir a boca. Espero poder falar delas em breve com a mesma empolgação que estou sentindo agora.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;">E para completar o <a href="http://doutorcarecalab.blogspot.com/2007/03/link-to-past.html">Trevisan fez em seu blog um post camarada</a> sobre os respectivos blogs do pessoal do Círculo, no qual diz que este que vos fala <em><span style="color: black;">“faz um apanhado das notícias do mercado de RPG gringo (embasadas com links, estatísticas e tudo mais) e opina sobre o assunto com a autoridade de quem participa da brincadeira”.</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black;">Isso foi bacana ou não foi?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"></span></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2007/03/novidades-de-marco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aniversário de 1 Ano da Secular Games</title>
		<link>http://www.areacinza.org/2007/02/aniversario-de-1-ano-da-secular-games/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=aniversario-de-1-ano-da-secular-games</link>
		<comments>http://www.areacinza.org/2007/02/aniversario-de-1-ano-da-secular-games/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2007 10:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Secular Games]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[PDF]]></category>
		<category><![CDATA[planos]]></category>
		<category><![CDATA[previsões]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.seculargames.com/areacinza/?p=16</guid>
		<description><![CDATA[O texto abaixo, foi escrito com o objetivo de ser usado para a divulgação de nossa promoção de aniversário e oferecer um breve resumo do nosso primeiro ano no mercado ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">O texto abaixo, foi escrito com o objetivo de ser usado para a divulgação de nossa promoção de aniversário e oferecer um breve resumo do nosso primeiro ano no mercado internacional de livros eletrônicos. Algumas coisas descritas abaixo já estão acontecendo a todo vapor, como a tradução do Vikings e os últimos ajustes do <em>Secular Games Stat Block Recorder</em>, nosso próximo lançamento. Além disso temos tido algumas idéias interessantes e um plano B que muito em breve pode vir a se tornar o plano A!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Nossos três produtos se saíram muito bem em 2006. O primeiro deles, o <em>Advanced Character Guide: Arcane Archer</em> completa um ano junto com a editora e superou em mais de 20% nossa expectativa de vendas do primeiro ano. Como resultado pretendemos dar continuidade a linha Advanced Character Guide em 2007, com os livros <em>Advanced Character Guide: Arcane Trickster</em> e <em>Advanced Character Guide: Loremaster</em>, este último escrito por Rafael Smith, em nosso primeiro trabalho com um escritor freelancer nacional, e que esperamos ser o primeiro de muitos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Neste mês de Fevereiro a Secular Games completou um ano de existência. Foi um ano e tanto para todos nós, e dentre as inúmeras coisas que aprendemos sobre o mercado de livros eletrônicos a principal delas é que ele é muito mais complicado do que imaginávamos!<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">O <em>Shadows of Shinobi</em>, uma versão expandida da matéria de capa da Dragão Brasil #115 eo  <em>Lines of Legend: Winter Elves</em>, o primeiro da nova série sobre raças, também não decepcionaram, e têm correspondido nas vendas as boas resenhas e comentários nos sites de notícias. O feedback aos nossos produtos têm sido excelente, e a maior crítica que recebemos em nossos dois primeiros produtos &#8211; em relação a pequenos erros gramaticais, não se repetiu no <em>Lines of Legend: Winter Elves</em>, primeiro livro no qual contamos com o auxílio do Paul King, um revisor norte-americano que tem contribuído com a Secular de maneira fenomenal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Se cometemos alguns erros por falta de experiência com o mercado de PDFs, o principal deles foi traçar uma previsão bastante otimista da velocidade com que lançaríamos nossos produtos. Para o ano passado a nossa previsão era de lançarmos oito produtos, uma média de um a cada mês e meio. A realidade se mostrou bem mais complexa, e o padrão de qualidade que desejávamos em nossos lançamentos se mostrou mais demorado de se alcançar do que havíamos previsto, o que resultou no lançamento de apenas três produtos em doze meses.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">No entanto esta falha nos ensinou uma série de coisas. A primeira delas foi a importância do efeito alavanca que os lançamentos causam sobre as vendas dos produtos mais antigos. O mercado de livros eletrônicos é bem diferente do de livros impressos, e como tal tem suas próprias vantagens e desvantagens. A principal vantagem é o fato de podermos manter um livro a venda por anos, sem nenhum custo de distribuição, estocagem e reimpressões. Sempre que um consumidor se interessar por um produto d20 sobre ninjas, o <em>Shadows of Shinobi </em>estará disponível para ele imediatamente por $5 dólares, o que não ocorreria, por exemplo, com um livro esgotado ou simplesmente antigo. No entanto o volume de lançamentos em sites como a RPGNow é de dezenas por semana, o que significa que os livros eletrônicos, pelo menos das editoras médias e pequenas, têm um tempo de exposição bem menor que o dos livros impressos, que ficam por meses nas prateleiras das lojas chamando a atenção de potenciais compradores.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">É ai que o fluxo constante de lançamentos entra. A cada novo lançamento exposto na página principal, os outros livros da editora também ganham visibilidade, o que gera um aumento substancial de suas vendas. Na verdade, percebemos que o impacto dos lançamentos sobre as vendas dos produtos antigos é muito superior a qualquer aumento proporcionado por resenhas e anúncios.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Preferimos então tentar novamente atingir o ritmo de lançamentos que consideramos ideal, e para isso tivemos que organizar nosso processo de criação de maneira mais precisa. Atualmente a produção de um livro conta com três etapas (Design, Desenvolvimento e Editoração). Com este modelo acreditamos que seja possível coordenarmos de maneira simultânea a produção de três produtos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify">Além dos já citamos <em>Advanced Character Guide: Arcane Trickster</em> e <em>Advanced Character Guide: Loremaster</em>, pretendemos lançar no primeiro semestre de 2007 o <em>Secular Games Stat Block Recorder</em> e a versão em inglês do <em>Vikings: Midgard</em>, o aclamado livro da editora Conclave, que terá seu primeiro preview disponibilizado em breve.<span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify"><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana">Nosso site acabou de ser atualizado e iniciamos uma promoção de desconto de 30% em todos os nossos produtos durante todo o mês de Fevereiro para comemorar nosso aniversário. Esperamos que este seja apenas o primeiro de muitos!</span><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.areacinza.org/2007/02/aniversario-de-1-ano-da-secular-games/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

