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Fim dos livros básicos do D&D 4ª edição?

Como os mais astutos devem ter percebido, tem um tempo que eu parei de lançar notícias sobre o Dungeons & Dragons 4 edição, já que meu interesse na linha caiu para perto de zero depois de várias sessões do jogo nas quais vi que definitivamente a 4e não combinava com o estilo do meu grupo. Ok, acontece… Assim acompanhei com alguma distância mais algumas demissões dos funcionários da WotC e o anúncio do lançamento da linha Essentials, em Janeiro deste ano, e como ela rapidamente foi se transformando de “uma nova linha para os iniciantes” para só “uma nova linha”.

Isto até ontem, quando um rumor sobre o fim das reimpressões dos livros básicos da 4ª edição causou furor na internerd, acendeu o alerta de uma nova edição e jogou o Essentials de “nova linha” para “Dungeons & Dragons 4.5″. O rumor foi divulgado em um site especializado em Magic: The Gathering, e bem desconhecido no ramo de notícias de RPG, então recomendo guardar a credulidade no bolso até a GenCon:

ManaNation has received a tip that Wizards of the Coast has decided to end the print run of the Dungeons and Dragons 4th Edition Core Handbooks, instead aiming to turn the game in the direction of “Dungeons and Dragons Essentials”, a product to be released later this year. The first product for the Essentials line is starting with the ‘Dungeons & Dragons Fantasy Roleplaying Game’ also being called ‘the Red Box’ and is due to be released on Sept. 7th, 2010.

It is our understanding that they are not going to be reprinting any of the three main books, the Players Handbook, Dungeon Master Guide and Monster Manual from this point on to allow them to be phased out. No other books have been mentioned.

Embora a parada deste site de Magic seja meio duvidosa, o fato é que uma série de lojistas gringos têm sido informados que não podem mais pedir os livros básicos da 4ª edição, assim como certos distribuidores vinham recomendando a estes mesmos lojistas que fizessem estoques dos três básicos. E realmente aí eu botei mais fé que no tal ManaNation.

O que isso significa? Veremos o Dungeons & Dragons 4.5 na GenCon? Acho que a Wizards of the Coast vai segurar até o fim a compatibilidade entre as linhas, e pelo pouco que vi dos Essentials nada foi substituído – erratas foram incorporadas e novas opções de classes foram criadas, assim como outras (como o warlord) foram retiradas. E apesar do choque da notícia, na real só vamos saber mesmo se o material do PH1, MM1 e DMG1 será abandonado quando dermos uma olhada no tal Rules Compendium, e em como a WotC vai lidar com este material antigo através do D&D Insider.

Não é impossível que o tal Rules Compendium, com as regras dos livros básicos, e mais importante, já com as centenas de erratas que os básicos da 4ª edição recebeu incorporadas, se torne um novo ponto básico para iniciantes junto ao Essentials. Mas ainda assim seria burrice, afinal depois de criar o tal Essentials para atrair jogadores iniciantes, eles vão jogar pela janela uma das vantagens do modelo de caixa – que é trazer todo o material necessário para o jogo em um só produto, ao forçar, ou pelo menos recomendar, a aquisição de outro livro para jogar Dungeons & Dragons.

Ou então que o Essentials realmente substitua os livros básicos como tudo que um novato precisa para jogar (e o nome da linha deixa isso a entender né?), e que a galera que já está no Dungeons & Dragons 4ª edição tenha que se virar com a combinação D&D Insider, agora mais essencial (ops…) que nunca, e a linha Essentials para suprir os builds antigos e as classes que não terão novas versões como Warlord e Bardo.

Definitivamente a GenCon acabou de ficar bem mais interessante. Pessoalmente acho que por um lado faz muito sentido. Desde o começo achei idiota a WotC manter as duas linhas, a da 4ª edição convencional e a do Essentials focada nos novatos. Uma coisa é fazer um produto para novatos, outra é uma linha, e ao fazer o segundo achei que a editora ia repetir os mesmos passos da TSR e começar a fragmentar seus consumidores em mais de uma linha de produtos não compatíveis. Por outro lado, retirar os básicos na 4ª edição de circulação me parece muito mais uma medida tomada para transmitir um determinado ponto, uma idéia, do que devido as baixas vendas, afinal todos sabem que via de regras os livros básicos de um sistema ou linha são seus títulos mais vendidos. Se o problema dos básicos da 4ª edição não é a Crise, e nem as baixas vendagens, o que a Wizards quer transmitir ao retirar os básicos do mercado? Obviamente que os livros básicos da 4ª edição estão desatualizados. Ou elaborando um pouco mais, que os livros que tem todo o fundamento e base do sistema de regras do Dungeons & Dragons 4ª edição estão desatualizados…

Sendo D&D 4.5 ou não, o fato é que dificilmente a galera do marketing da Wizards of the Coast vai conseguir jogar para debaixo do tapete que os livros lançados a 2 anos já estão ultrapassados, não importa quantas frases bonitas e eufemismos eles utilizem daqui pra frente porque é exatamente isso que a empresa está dizendo ao tirar seus livros mais vendidos de circulação.

As demissões de fim de ano da Wizards of the Coast

A Wizards of the Coast manteve este ano a incrível tradição de demitir funcionários importantes de seu quadro na véspera do natal. Se as vítimas no ano passado foram figuras de destaque como Dave Noonan e Randy Buehler, a atual listinha de natal divulgada na EN World por uma fonte anônima, e depois confirmada por alguns dos ex-funcionários, trás nomes como Logan Bonner, Chris Sims, Stephen Radney e pasmém, Rob Heinsoo, não só um dos escritores do Player’s Handbook como uma das mentes por trás da 4ª edição do Dungeons & Dragons. A lista de contribuições dos caras para a 4ª edição é longa:

Rob Heinsoo:

Player’s Handbook

Player’s Handbook 3

Primal Power

Divine Power

Monster Manual 2

Adventurer’s Vault 2

Underdark

The Plane Above

Chris Sims:

Seekers of the Ashen Crown

Monster Manual 2

Adventurer’s Vault

Forgotten Realms Campaign Guide

Death’s Reach: Adventure E1

Além de ser um dos responsáveis pelo D&D Insider, em especial a revista Dragon.

Logan Bonner:

Adventurer’s Vault

Arcane Power

King of the Trollhaunt Warrens: Adventure P1

Logan Bonner fez um post na EN World falando sobre seus colegas de trabalho na WotC e realmente não deu a entender que a saída foi uma decisão dele, ao contrário do que aparentemente ocorreu com Scott Rouse alguns meses atrás. Já Lisa Stevens, uma das cabeças da Paizo e ex-funcionária da Wizards forneceu nos fóruns da sua editora um interessante ponto de vista sobre as demissões que ocorreram nos últimos dois anos:

Having been at Wizards and survived a number of layoffs before finally being ousted in 2000, I can tell you that there is usually some method to the madness. Magic: The Gathering generally doesn’t have many layoffs because it is usually a star player at WotC, though it doesn’t avoid the hatchet every year, just most years. Other teams including D&D, book publishing, organized play, the whole online initiative, Avalon Hill, the miniatures teams, etc. haven’t been as successful at various times in the past, and thus, each year, the layoffs help to lower overhead for those teams that WotC/Hasbro deem need the lowered costs. Sometimes you may not realize that an employee that you think works for one team, has really been working for another team. Jonathan Tweet is a perfect example from last year. We all think of him as an RPG designer, but I believe he was on the team that did other TCGs and things like Dreamblade at the time of his layoff. A lot of the people who were laid off last year were part of the online initiative, which included some D&D stuff but also Gleemax and their aborted online games thing on Gleemax.

The three guys from this year’s layoffs all worked on the pen and paper aspect of D&D as far as I know. What conclusions you derive from that are your own to make. There are implications here that only WotC knows and we can only speculate about. But they don’t lay people off at random. There is a method to it, even if it may seem a bit mad or even random. A lot of good friends and talented people have been laid off in the past, so this doesn’t reflect on the individuals at all.

I hope all find new jobs and can unleash their talents once again into this industry!

-Lisa

A última parte do post da Lisa é bem curiosa – afinal no ano passado rolou justamente o contrário, boa parte das demissões foi de funcionários ligados ao Gleemax, rede social da Wizards que não deu certo. Já este ano parece que o modelo do D&D Insider decolou de vez, e o que nossa amiga Lisa Stevens deixa implícito é que a WotC está focando seus esforços neste modelo online em detrimento do formato clássico impresso. Será? Se a lógica for esta mesmo, me parece estranho que o Chris Sims tenha sido demitido então, afinal o cara ocupava um papel fundamental junto a produção das matérias das revistas eletrônicas. Mas se tem algo no qual eu tenho certeza que a Lisa está correta é na afirmação que as demissões não são aleatórias, como muita gente nos fóruns da EN World parece acreditar. Claro, elas são motivados por uma redução de custos com a chegada do fim do ano fiscal da empresa, mas funcionários mais antigos foram mantidos, então nos resta especular sobre qual a lógica que orienta os cortes, e o rumo que a Wizards e a Hasbro querem para o Dungeons & Dragons.

Adiamento do Arsenal do Aventureiro pela Devir e a eterna questão do cronograma

Essa semana o Otávio Gonçalves, editor do Dungeons & Dragons na Devir publicou uma nota no site da editora falando do adiamento do Arsenal do Aventureiro, inicialmente previsto para Outubro, depois para Dezembro e agora para Janeiro de 2010:

Depois de alguns contratempos no mês de Novembro, será preciso adiar para Janeiro o lançamento do Arsenal do Aventureiro, antes previsto para Dezembro.

Um dos contratempos foi a reimpressão da 4ª Edição do Livro do Jogador, que esgotou no começo do mês! Além de novas erratas lançadas pela Wizards no dia 17 de Novembro, foi incorporada também a errata da 1ª impressão (que será disponibilizada no site até o fim do ano). Não poderíamos passar o Natal sem o Livro do Jogador, então precisei gastar um tempo nele.

Outro contratempo, como eu já havia anunciado, é o Escudo do Mestre que também chega no começo de Dezembro. Foi preciso mudar o formato do escudo, que originalmente ficava na horizontal, para a vertical, devido ao tamanho das máquinas da gráfica.

Para piorar, no dia 17 de Novembro a Wizards divulgou mais 5 páginas de errata do Arsenal do Aventureiro, erratas que eu fiz questão de incorporar na versão nacional.

De qualquer forma, tentaremos fazer com que esse atraso não influencie em muito os lançamentos para 2010.

Bom os motivos parecem mais que válidos – afinal é muito mais interessante ter uma nova edição do livro básico mais importante disponível no fim do ano do que um suplemento, que embora bacana, é totalmente focdo nos já iniciados e de forma alguma essencial para o jogo. Novas erratas incorporadas aos livros também são uma mão na roda e agregam valor a versão nacional, o que é uma grande bola dentro.

Dito isso, vou dar meus pitacos sobre a política bizarra de anúncio de lançamentos da Devir, em especial no caso da linha Dungeons & Dragons que é a qual acompanho com mais atenção. A editora tem investido pesado na quarta edição do D&D, e o Otávio tem feito um trabalho notável na linha com o lançamento dos três livros básicos, da aventura introdutória Fortaleza no Pendor das Sombras e do suplemento Poder Marcial em tempo recorde e com uma qualidade excelente.

Ok, mas qual o problema com o cronograma da Devir? Me lembro quando foi anunciado pelo Otávio na RPGCON que a editora produziria nove (é…) livros até Janeiro de 2010, o burburinho pelo auditório recheado de incredulidade. O cronograma era esse aqui:

Livro dos Monstros de D&D (previsto para julho) Lançado

Livro do Mestre de D&D (agosto) Lançado

Escudo do Mestre de D&D (agosto) Adiado para Dezembro

Thunderspire Labyrinth (setembro) ???

Poder Marcial (outubro) Lançado

Adventure’s Vault (outubro) Adiado para Janeiro

Pyramid of Shadows (dezembro) ???

Forgotten Realms Campaign Guide (janeiro 2010)

Forgotten Realms Player’s Guide (janeiro 2010)

Mesmo fazendo um trabalho exemplar como temos acompanhado, me pergunto qual o sentido de divulgar um cronograma tão fora da realidade assim em um dos espaços mais tradicionais de discussão do RPG nacional, a mesa redonda das editoras.  Não acredito que uma só pessoa naquele auditório bem cheio tinha a menor esperança que estes nove (é nove…) livros fossem lançados até Janeiro de 2010, seja porque seria um feito que a Devir nunca chegou perto de realizar, seja porque acreditam que o mercado não absorve tantos lançamentos em tão pouco tempo, ou porque a 4ª edição do D&D ainda não está estabelecida o suficiente. Mas se tinha uma coisa que tenho certeza que todos os que desacreditaram deste cronogrma utópico pensaram naquela hora é “mais um ano a Devir anuncia trocentos livros e vai lançar só uma parte disso”.

E novamente, mesmo com o trabalho foda e sério do Otávio, a Devir anunciou nove livros, lançou três, adiou dois (e acredito que vá adiar também os de Forgotten Realms) e não falou mais nada (que eu tenha visto) das duas aventuras…

A pesquisa da Wizards sobre o Dungeons & Dragons e D&D Insider

Na semana passada foi noticiada na ENWorld a criação de uma enquete pela Wizards of the Coast para avaliar, além dos hábitos D&Dísticos dos jogadores, o que eles esperam e o que tem achado do D&D Insider.

Pelo que eu percebi, a pesquisa aparece apenas às vezes como um pop-up na página do D&D Insider, o que deixa claro o recorte e enfoque do questionário nos usuários deste serviço. Afinal, uma pesquisa mais genérica apareceria também na página do Dungeons & Dragons, que deve ser muito mais acessada.

Mesmo assim, a pesquisa tem questões bem interessantes, com algumas perguntas que talvez sejam mais esclarecedoras que suas possíveis respostas. A multiplicidade de respostas para a pergunta 2 (Quando você joga D&D, você…), que inclui até “usa dados” (huh?) como uma possível resposta, explícita a proposta da WotC de tornar a marca D&D mais que apenas o jogo de RPG mais famoso do mundo, algo que eu acho que não é novidade, mas que está sendo levado com uma seriedade e prioridade nunca antes vistas. Aliás tendo a achar que daqui pouco tempo vai ser muito mais difícil entrarmos estas discussões sobre a WotC e os rumos do jogo sem levar em conta seu caráter de “hobby de múltiplas plataformas” e como se dá a integração entre elas na experiência de jogar Dungeons & Dragons.

As perguntas 10, 14 e 16, algumas das específicas sobre o D&D Insider, dão a opção de avaliar não apenas cada uma das ferramentas do D&DI, mas também de opinar sobre possíveis adições ao serviço, como descontos na compra de livros impressos para os assinantes, contato direto como os designers, ferramentas para compartilhar as suas criações com outros usuários do D&DI e por ai vai.

E a pesquisa vai fundo nas maiores críticas ao serviço online da Wizards of the Coast nas perguntas 19 e 20, que tratam da confiança do público que a empresa vá conseguir criar ferramentas digitais de qualidade e no prazo prometido para o Dungeons & Dragons. Imagino como serão as respostas depois que o Character Builder atrasou um bocado e a esperada D&D Virtual Game Table ainda não passa de uns screenshots.

A pesquisa é uma iniciativa bacana da WotC, além de uma forma mais focada e fácil de colher feedback do que acompanhar os infinitos tópicos que falam sobre a 4ª edição e as novidades da Wizards nas maiores comunidades de jogadores da internet. E para nós jogadores, é uma maneira simples de participar deste retorno e nos fazermos ouvir, embora provavelmente os resultados disso sejam praticamente imperceptíveis a curto prazo ou mesmo em qualquer prazo. De qualquer forma, se você é um de nós que adora discutir os rumos do Dungeons & Dragons, seja por aqui ou em listas de discussão e fóruns, não custa nada responder ao questionário.

(E depois vir discutir aqui!)

A estréia da 4ª edição no Brasil

Notícia atrasada, mas ainda assim importante! Nesta semana, mais especificamente no dia 14, a Devir lançou o primeiro produto da 4ª edição do Dungeons & Dragons em português, a aventura Fortaleza no Pendor das Sombras, ou seja, a boa e velha Keep on the Shadowfell. Abaixo o texto de divulgação no site da Devir:

Fortaleza no Pendor das Sombras

Uma aventura introdutória para D&D 4ª Edição

A aventura Fortaleza no Pendor das Sombras apresenta a nova edição de Dungeons & Dragons — o RPG mais clássico de todos os tempos com um sistema muito mais moderno e dinâmico. Ela inclui as regras essenciais para que os veteranos possam conhecer a 4ª edição e os novos jogadores possam ingressar nas fantásticas aventuras do RPG.

A Trama

A cidade do Abrigo do Inverno é um posto de vigia para uma fortaleza arruinada, outrora um baluarte do bem no reino. Essa fortaleza protege a entrada para a Greta Sombria, uma cicatriz negra sobre a face do mundo que já serviu como um portal para o Pendor das Sombras, mas está inativo há décadas. Agora, um clérigo maligno de Orcus, o Senhor dos Mortos-Vivos, está tentando reabrir o portal — e o único obstáculo capaz de detê-lo é um pequeno grupo de bravos heróis!

A Fortaleza no Pendor das Sombras é uma aventura repleta de mistérios e combate para Dungeons & Dragons, desenvolvida para personagens de 1º a 3º níveis. Ela inclui um Guia Rápido de Jogo, com as regras essências da 4ª Edição de D&D, três mapas de dupla face quadriculados para usar com miniaturas e um livro de aventuras com 80 páginas.

O custo foi uma grande bola dentro da Devir – R$43,00 por 80 páginas de aventura, um folheto com as principais regras da nova edição e três mapas é um preço mais que camarada. Por esse preço é um produto perfeito tanto para colecionadores, como para aqueles interessados em testarem a 4ª edição antes de adquirirem os três livros básicos. O prazo de lançamento também foi quase respeitado, afinal a aventura havia sido prometida para Dezembro, então um mês de atraso, contrariando as expectativas negativas que muitos ainda tem sobre a editora.

Sobre a aventura propriamente dita, joguei a versão em inglês  (relatos aqui e aqui) e não achei grandes coisas. Um grande foco em combate, NPC’s sem personalidade e um clima de falta de inspiração generalizado, que implora por um mestre criativo para tornar a aventura memorável. Claro, a base está lá, mas se eu tiver que gastar horas do meu tempo antes de cada sessão para tornar a aventura menos genérica e repetitiva, qual o sentido de ter escolhido mestrar uma aventura pronta em primeiro lugar? De qualquer forma, é  muito legal ver a Devir seguindo o mesmo plano feito pela Wizards lá fora na introdução à 4ª edição, e lançando algo por aqui apenas uns 6 meses depois que na gringa. Agora é manter o ritmo e liberar logo os livros básicos!

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