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One Bad Egg encerra suas atividades

Na última sexta-feira a One Bad Egg, editora de livros de RPG eletrônicos especializada em criar produtos para a 4ª edição do Dungeons & Dragons, anunciou o fim de suas atividades. Com uma proposta bem interessante de livros diferentes e criativos, e formada por figuras bem conhecidas no cenário do RPG independente, como Fred Hicks, um dos responsáveis pelo Spirit of the Century, a One Bad Egg lançou 12 produtos para a nova edição do D&D antes de declarar o fim de suas atividades na nota abaixo:

The Egg Goes Dark

Posted by Fred | In Main | 11 Sep 09

This probably shocks very few people, but we’ve made a decision to let One Bad Egg go dark. We’ve got a number of reasons for the decision — reasons which I’ll ask the others to chime in on in the next few days, if they’re so inclined — but it all boiled down to a collective lack of the wind staying in our sails. This is not because we’ve fallen out of love with fourth edition — quite to the contrary, in fact. But loving playing and running the game is much different beast from loving writing for and doing third party design work for the game, at the end of the day.

There’s also the matter of sales that haven’t quite been there: our best selling products never managed to break the 300 copies sold mark, and many of our catalog didn’t even hit 100. We’d have had to see significantly higher numbers for the sales themselves to make a strong argument for continuing the work. They didn’t happen. And moreover some of our products were outright disappointments to us. We really love the Purifiers and the Codex Venenorum stuff, but the sales really abandoned us there, making the hard work put in on those ones yielding us a net loss. (Thankfully, at our scale, a net loss is not a bank-buster, at least.)

But it’s more than sales stuff. WOTC is doing a great job providing support for their game, and the online tools that come with a DDI subscription have had the curious side-effect of defining a product space that we can’t even touch, as third party publishers. Creating classes — already hard work — pretty much becomes a nonstarter when there’s no way to provide a “class definition” for use with the DDI character builder, and creating monsters (even ones as oogy fun as the Death Mother) starts to be questionable when a solid Monster Builder tool debuts from the primary publisher.

Design, too, has turned out to be less fun in practice than in theory. It’s a hard slog, and the only stuff that’s truly easy to cook up is the stuff on the margins. That makes it hard to keep a small stable of creative writers and designers motivated.

Finally, there’s been a simple issue of time. None of the founders have the kind of spare time that One Bad Egg demands, if the product output we think it needs to sustain is to happen.

I’m sure there’s more factors afoot, but that’s what I can tell ya from my perspective right now.

All is not lost, however. Our products will continue to be available — we won’t shut down the website this year or next, at least, so folks who’ve bought stuff through the Bookshelf will be able to continue to access it. Elsewhere, our products will continue to be on sale as we work in early October to transfer our product line over to Daniel M. Perez’s Highmoon Media, which should make it possible to continue to purchase OBE products you haven’t had the opportunity to pick up yet. We like Daniel a lot, and know he’ll do right by our stuff.

At any rate, thanks very much for your past and present support of One Bad Egg. We definitely got a small core group of serious fans, and that helped us keep going for as long as we did. But we know it’s time to close this chapter, and move onto our next ones. Thanks for coming along on the ride.

O site da One Bad Egg está fora do ar devido a problemas com o servidor, mas segundo Hicks voltará em breve com mais informações sobre o fim da editora e suas impressões sobre o desempenho dos livros lançados. Mas algumas coisas já chamam a atenção na declaração acima, como a parte sobre escrever para a 4ª edição ser muito diferente de jogar a 4ª edição, algo que muitos já imaginavam depois de ler a Game System License (GSL) que rege a criação de produtos usando as regras da 4ª edição do Dungeons & Dragons. Criaturas doManual dos Monstros que não podem ter seus blocos de estatísticas reproduzidos (ou sequer a página onde se encontram citados), definições de classe e raça que não podem ser alterados, tudo isso e muito mais tornam a criação de livros de RPG usando a GSL do D&D uma tarefa muito menos divertida…

As vendas foram outro fator, embora Hicks tenha comentado em outros lugares que as vendas abaixo do esperado não foram o principal fator para o fim da editora. Cem cópias vendidas de um PDF pequeno como oRaces of the Shroud for D&D 4E: The Apelord (que vendeu mais de cem cópias, só olhar o símbolo de Popular Copper Pick no canto direito) não me parece um negócio ruim, e dois livros mais elaborados da editora, o Hard Boiled Armies for D&D 4EHard Boiled Cultures for D&D 4E venderam mais de duzentas cópias por um preço entre os $4 e $6 dólares em 8 meses, o que ao meu ver está até acima da média que se pode esperar de um livro de RPG em PDF. Claro que estes são os livros mais bem sucedidos, porque alguns como o Poisoncraft for D&D 4E: The Codex Venenorum mesmo com suas elogiadas 50 páginas de venenos e regras para sua criação, ainda não alcançou as cem cópias vendidas (embora tenha sido lançado recentemente, em Junho).

E o comentário sobre o excelente trabalho de suporte desenvolvido pela Wizards of the Coast com o D&D Insider definitivamente merece ser examinado. Realmente a WotC tem dado um suporte para o jogo que vai além de qualquer coisa que vimos na edição anterior, entregando mensalmente mais material do que seria possível usar mesmo jogando 3 campanhas simultaneamente. Aventuras, classes, raças, talentos, poderes e itens, tudo isso está sendo produzido em um ritmo alucinante, e no geral com uma qualidade bem satisfatória, pela editora, o que realmente dificulta o trabalho das outras editoras que trabalham com o sistema. Citando Justin Jacobson, um dos designers da One Bad Egg em uma discussão na EN World sobre a “competição” com o D&D Insider:

For my part, it’s not so much that we couldn’t compete with WotC. Rather, I lost a lot of the drive to design as WotC put out more and more material as if they sucked it from my brainpan while I slept.

My 2cp: I first approached Rob and Fred about doing some 4e stuff with them for a simple reason: I liked playing 4e and had a lot of design ideas floating around in my head. We were all pretty much on the same page. OBE would be a good venue for us to explore those design ideas and get them out to other people who might find them fun and useful too. Things started out great. As I started working on 4e projects, though, a peculiar thing happened. I kept have to push back some design stuff based on what WotC was putting out. Me: I’ll work on a binder class. WotC: We’re releasing the shaman in PHB2. Me: I’ve got a lot of neat ideas for minions. WotC: Here’s a shiny new Monster Builder that makes monster design virtually obsolete. You get the idea. (And there are many more examples, q.v., Fred’s arena powers and WotC’s arena items in AV2.)

For me, this is a good thing. The company that publishes D&D is routinely doing almost exactly the kinds of things I am looking for. OTOH, it makes the hard work of creating and publishing material difficult to justify.

Este é um dos riscos de ser pioneiro em algo. Quando a One Bad Egg começou no início do ano, o D&D Insidernão era nem de perto o serviço excelente que é hoje, e a proposta da editora de fazer material com uma pegada fortemente autoral misturada com uma parte mecânica sólida obviamente soou excelente. Mas na prática não vingou. Claro que o D&D Insider é um fator forte aí, e as editoras que quiserem se aventurar na publicação de material para a 4ª edição do D&D terão que calcular principalmente não apenas a concorrência das outras editoras, mas o que o D&D Insider já cobre. Isso sem contar o esforço de manobrar no campo minado jurídico que é a GSL…

Por outro lado acho que apesar da excelente qualidade do material, o pessoal da One Bad Egg deveria ter investido mais em coisas para o mestre usar pontualmente, que não concorressem diretamente com o material da Wizards, como pequenas aventuras, encontros de pericias e monstros. Na verdade acho que atualmente este é o meio mais seguro de sobreviver no mercado de livros para o D&D 4ª edição sem ser esmagado pelo rolo compressor do excelente D&D Insider!

Scott Rouse e o seminário sobre D&D 4ª edição no GAMA Trade Show

Apesar dos fins de semana serem dias tradicionais de posts inúteis e engraçadinhos, excepcionalmente neste sábado temos algo interessante: alguns dados liberados pelo Scott Rouse, um dos principais responsáveis pelo D&D atualmente, durante um seminário no GAMA Trade Show, feira em Las Vegas focada nos lojistas e revendedores.

Trask do Living Dice fez um mega-resumo ao vivo diretamente do seminário, que por sua vez foi copiado na ENWorld, onde o próprio Rouse retornou para comentar alguns pontos. Como o post do Trask chega a ser telegráfico em alguns momentos, vou compilar as informações dele com o que o Rouse escreveu nos fóruns ok? Primeiro os dados que foram obtidos através de uma pesquisa feita pela Wizards (não é aquela que comentei aqui recentemente!), que segundo o Rouse foi feita em oito países (EUA, Reino Unido, Espanha, Alemanha, Itália, Canada, Australia e França) e que teve, além de um recorde etário, como requisito que os entrevistados fossem jogadores de video-games.

Aided Awareness 89% (brand recognition)

89% D&D

80% WOW

54% have played D&D

94% think D&D is the same or better than other games (WOW, etc)

56% of respondents have high interest in buying D&D products in the next six months

Ok, talvez eu precise de ajuda aqui, mas pelo que entendi dentro do total de entrevistados 89% reconheceu a marca Dungeons & Dragons, enquanto 80% reconheceu World of Warcraft, o que é bem surpreendente se pensarmos no recorde da pesquisa – voltada a jogadores de jogos eletrônicos. Dentre os entrevistados 54%  já jogou D&D (embora não especifique se as versões eletrônicas da marca, como os jogos das séries Baldur’s GateNeverwinter Nights também contem), e 94% acredita que D&D é igual ou melhor que outros jogos – não entendi essa mesmo, sem a pergunta é difícil entender o que esse resultado quer dizer. Finalmente 56% possuí grande interesse em comprar produtos da marca Dungeons & Dragons nos próximos seis meses, provavelmente os jogos eletrônicos contam aqui.

Agora a parte meio confusa com o restante das anotações do Trask:

  • For 2009 will continue to market to existing players and hope to have a halo effect on other new gamers.
  • More organized play, Delve Night, Game Days and Living ForgottenRealms. Delve Night numbers are fading, WOTC wants more stickiness to make players come back.
  • Plans web-based DM/player game “meet-up” page. “Organized Play” rewards for new and veteran DMs. Training videos for new DMs, such as table management tips.

Esses pontos foram bem expandidos pelo Scott Rouse na ENWorld, onde ele apresentou melhor a estratégia de alcançar antigos jogadores de D&D e novatos:

Overall our strategy for 2009 will be to continue to market to the existing D&D fans. Lapsed players, current players of other editions, and fans of the brand who participate in other ways like novels and video games. Our hope is that as D&D becomes a multi-generational brand with players now becoming moms & dads, the next generation starts being recruited with in existing playing families. We also will get some halo effect acquistion through our efforts focused on core fans. In 2010 we’ll start to focus more on pure acquisition on non-players.

We are continuing to invest in expanding our Organized Play efforts including re-tool Delve night, 3 game days this year, and a new DM rewards program.

Estratégia interessante e de longo prazo, bacana a tentativa de reforçar, ou mesmo criar, a tradição de jogar D&D – e conseqüentemente RPG. Quero ver como vai ser a partir de 2010 essa iniciativa de recrutar novos jogadores, quem sabe não rola uma caixa básica decente como a boa e velha da Grow?

Our marketing efforts will focus mostly on core hobby media and less on mass type media. This will include a focus on bloggers, podcasts, core RPG sites, and more “viral” web based media. Print will be minimal with some trade adversting and a few core magazines like KQ and Level Up.

Hah! Garotos espertos esses da Wizards, principalmente lidando com um mercado cujas informações são fornecidas e comentadas muito mais por fontes fragmentadas e dispersas do que grandes canais, revistas e por aí vai.

We really want top counter the perception that D&D is a tactical, combat focused war game. We want to show off the roleplaying potential with the system. I have been told Robin has written an excelennt chapter on storytelling inthe DMG 2 and we hope to demonstrate the RP potential of the system in other ways including a 4e version of Village of Homlet.

Tá ai uma tarefa difícil, contrapor a percepção que o D&D é um jogo tático e baseado no combate, ainda mais depois da 4ª edição… Podiam contratar o Anand, no Brasil é quem melhor faz esse trabalho árduo! Se eles querem mesmo começar a mudar essa percepção, um bom início é lançar produtos que não tenham essa pegada “wargame bombado”, especialmente as aventuras oficiais, que muitas vezes servem de “modelo” para como os designers pensaram o jogo. E convenhamos, depois de uma Keep on the Shadowfell é difícil não encarar a parada como um jogo tático. Ainda assim, chamar o Robin Laws para escrever um capítulo doDungeon Master Guide 2 novamente (ele colaborou com o DMG2 da última edição) é um ótimo começo, o cara é foda, mestre mesmo da narrativa colaborativa. Eu abandono esse blog se o capítulo dele não for no mínimo bom!

Voltando as anotações caóticas do Trask:

  • Three new titles for this year, MM2, PHB2, DMG2. There will be a greater focus on creating new game groups, either through creating new DMs or aid in organizing game groups.
  • Focus on marketing to support the “2″ books. Game days, targeted advertising (primarily online), new D&D website, web strategy and community building are all part of the plan. The Penny-Arcade podcast drove 700k to the D&D website. Marketing will focus on bloggers and podcasters.
  • PHB2 sold out in one week. More in stock on 4-30-09.

É, novamente temos a anti-fonte perdida… Eu que devia ganhar os livros!

  • Monster Manual 2 comes out May 19, 2009. Rust Monster and Frost Giant will be back. Divine Power’s PCs will be available for the next game day.

Quem mais aposta que o Rust Monster vai ser uma versão babona e dócil comparada com aquele terror das armas e armaduras mágicas que era no passado? Gosto de muita coisa dentro dessa lógica de ” frustrar os jogadores não é divertido”, como o fim das jogadas save or die, monstros que drenam níveis e tal. Mas poxa, para que voltar o Rust Monster, um bicho claramente feito pra escrotar os jogadores dentro desse paradigma? Por mim deixava ele descansar junto com toda sua glória das edições passadas…

  • DMG2 contains, traps, hazards and new locations. Robin Laws will have a chapter on storytelling in 4E. They have received feedback that the 4e game is a tactical wargame with limited role-playing.
  • DMG2 game day will have players creating encounters and then playing them the same day in the store.

Bem bacana essa de criar os encontros e jogar no mesmo dia – a construção de encontros é um dos pontos fortes da 4ª edição e deve mesmo ser mais explorado.

  • “Dungeons and Dragons Insider” has doubled subscribers base since January.
  • Overview of existing D&D Insider features. future applications include “Campaign Tools” for monsters, enounters, maps and adventures for DMs.

D&D Insider bombando hein? Embora dobrar possa ser relativo, ainda mais desde Janeiro, com cerca de 3 meses do serviço pago, parece que as coisas estão indo até bem na iniciativa digital, embora novamente, eu não ponha a minha mão no fogo em relação a capacidade da Wizards de decepcionar seus consumidores com produtos digitais.

  • “Eberron Player’s Guide” comes out 6-16-09. “Eberron Campaign Guide” coues out 7-21-09.

Ansioso aqui esperando pelos livros de Eberron, embora meu sentido de arranha tenha apitado depois do que disseram sobre a possibilidade das Dragonmarks serem liberadas para todas as raças

Resultados da pesquisa feita pela WotC

Dois meses atrás a Wizards of the Coast fez uma pesquisa para escutar dos jogadores o que eles esperam do D&D Insider e sobre seus hábitos rpgísticos de forma mais geral. Esta semana a editora divulgou os resultados da pesquisa, que foi respondida mais de 4 mil vezes, embora não traga os dados mais gerais sobre Dungeons & Dragons e a qualidade do serviço oferecido pela WotC, mas apenas aqueles focados no D&D Insider, o que é uma pena.

One message came across loud and clear – you want tools that will make it easier than ever to participate in and run ongoing D&D campaigns. We’ll call them Campaign Tools for now. Here’s what you said:

We asked subscribers how likely they would be to use various new features (they could choose more than one). Top responses included:

  • Tool to create and manage campaign info: 83% of subscribers
  • Tool to customize and print monsters: 82% of subscribers
  • Tool to customize and print pre-made adventures: 77% of subscribers
  • Tool to create character portraits: 69% of subscribers

Resultados um pouco previsíveis, embora meio na contramão do que a WotC conseguiu efetuar até agora com oD&D Insider. Curioso que a D&D Game Table, que foi anunciada com tanto alarde na véspera do lançamento da 4ª edição (e que até hoje não está pronta), é a última dentro das preferências dos assinantes…

Sobre o que os não-assinantes gostariam de ver implementado para aderir ao serviço:

  • Tool to customize and print pre-made adventures: 56% of non-subscribers
  • Tool to customize and print monsters: 55% of non-subscribers
  • Tool to create and manage campaign info: 52% of non-subscribers
  • Tool to play tabletop D&D over the internet: 46% of non-subscribers
  • Tool to create character portraits: 41% of non-subscribers

Quase a mesma coisa, mas com percentuais bem mais baixos, afinal uma boa parte dos não-usuários ainda não deve ter sido contemplada com as respostas possíveis. Me espantou também que a resposta sobre o preço do serviço não tenha aparecido como um dos possíveis fatores para trazer novos assinantes, realmente o custo ainda está bem em conta para os padrões gringos, o que tem deixado a desejar aparentemente ainda é a qualidade e variedade do mesmo.

A pesquisa da Wizards sobre o Dungeons & Dragons e D&D Insider

Na semana passada foi noticiada na ENWorld a criação de uma enquete pela Wizards of the Coast para avaliar, além dos hábitos D&Dísticos dos jogadores, o que eles esperam e o que tem achado do D&D Insider.

Pelo que eu percebi, a pesquisa aparece apenas às vezes como um pop-up na página do D&D Insider, o que deixa claro o recorte e enfoque do questionário nos usuários deste serviço. Afinal, uma pesquisa mais genérica apareceria também na página do Dungeons & Dragons, que deve ser muito mais acessada.

Mesmo assim, a pesquisa tem questões bem interessantes, com algumas perguntas que talvez sejam mais esclarecedoras que suas possíveis respostas. A multiplicidade de respostas para a pergunta 2 (Quando você joga D&D, você…), que inclui até “usa dados” (huh?) como uma possível resposta, explícita a proposta da WotC de tornar a marca D&D mais que apenas o jogo de RPG mais famoso do mundo, algo que eu acho que não é novidade, mas que está sendo levado com uma seriedade e prioridade nunca antes vistas. Aliás tendo a achar que daqui pouco tempo vai ser muito mais difícil entrarmos estas discussões sobre a WotC e os rumos do jogo sem levar em conta seu caráter de “hobby de múltiplas plataformas” e como se dá a integração entre elas na experiência de jogar Dungeons & Dragons.

As perguntas 10, 14 e 16, algumas das específicas sobre o D&D Insider, dão a opção de avaliar não apenas cada uma das ferramentas do D&DI, mas também de opinar sobre possíveis adições ao serviço, como descontos na compra de livros impressos para os assinantes, contato direto como os designers, ferramentas para compartilhar as suas criações com outros usuários do D&DI e por ai vai.

E a pesquisa vai fundo nas maiores críticas ao serviço online da Wizards of the Coast nas perguntas 19 e 20, que tratam da confiança do público que a empresa vá conseguir criar ferramentas digitais de qualidade e no prazo prometido para o Dungeons & Dragons. Imagino como serão as respostas depois que o Character Builder atrasou um bocado e a esperada D&D Virtual Game Table ainda não passa de uns screenshots.

A pesquisa é uma iniciativa bacana da WotC, além de uma forma mais focada e fácil de colher feedback do que acompanhar os infinitos tópicos que falam sobre a 4ª edição e as novidades da Wizards nas maiores comunidades de jogadores da internet. E para nós jogadores, é uma maneira simples de participar deste retorno e nos fazermos ouvir, embora provavelmente os resultados disso sejam praticamente imperceptíveis a curto prazo ou mesmo em qualquer prazo. De qualquer forma, se você é um de nós que adora discutir os rumos do Dungeons & Dragons, seja por aqui ou em listas de discussão e fóruns, não custa nada responder ao questionário.

(E depois vir discutir aqui!)