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Testando o Character Builder

Dez dias atrás foi liberado para assinantes do D&D Insider o download da versão beta do Dungeons & Dragons Character Builder, e como eu já havia prometido vou dar uma analisada por aqui além de indicar outros lugares onde a ferramenta foi avaliada.

Diferentemente de várias outras pessoas, não tive problema nenhum com a instalação, talvez por ter o mínimo de sabedoria e não utilizar o Windows Vista, já que rolava um bug que segundo o Randy Buehler foi corrigido. Depois de instalado o Character Builder se mostrou bonitinho e simples, sem muitas inovações, mas fazendo o trabalho de maneira elegante e tranqüila. Pelo menos a maior parte dele…

A tela inicial do programa, vista acima, apresenta três opções básicas – Load Character, Create New e Quick Character. Load Character é auto-explicativo, e Quick Character cria um personagem em alguns segundos, embora a customização fique por conta do programa: você escolhe nome, raça, nível, classe e build do personagem, e o Character Builder faz o resto (talentos, poderes, atributos, perícias…) de maneira relativamente otimizada. Não é exatamente recomendável para personagens de jogadores, mas pode quebrar o galho na hora de criar aquele NPC de emergência.

Mas a grande estrela é obviamente a opção Create New, onde todas as opções do personagem são feitas pelo jogador – e o programa lida com elas muito bem, tanto no que tange as informações de cada talento/poder/pericia, como em termos de interface, bastante simples de usar, embora exija cliques demais. Mais sobre isso a frente…

No Create New a primeira tela que surge é a da escolha da raça, e além das oito apresentadas no Player’s Handbook também temos doze do Monster Manual (Bugbear, Doppelganger, Githyanki, Githzerai, Gnomo, Goblin, Hobgoblin, Kobold, Minotauro, Orc, Shadar-kai e Shifter), duas de Forgotten Realms (Genasi e Drow) e duas apresentadas na Dragon (Gnoll e Warforged). Todas com uma bacana explicação na barra lateral. Vamos de Gnoll neste teste!

Hora de escolher as classes, e além das oito conhecidas do Player’s Handbooks também temos os Artificers da Dragon #365 e a classe Swordmage de Forgotten Realms. Cada classe tem seus respectivos builds, que são opcionais, e vou ignorá-los para escolher tudo por conta própria. Para nosso amigo gnoll escolhi ranger como classe, e o estilo de combate Two-Blade Fighting Style.

Agora hora da diversão, os atributos! Todas as principais opções estão aqui: escolha automática do programa, que segue um padrão de atributos 18,14,11,10,10,8 (err… não!); a clássica rolagem de 4d6 retirando o menor valor; os atributos padronizados do PH (16,14,13,12,11,10); e ainda a chata compra por pontos. Decidi ir pela rolagem, e logo senti falta de um marcador de quantas vezes os dados foram rolados depois que o personagem foi criado- ok, um cara desocupado pode começar o personagem do zero toda vez que sair com atributos ruins, mas pelo menos já daria mais trabalho do que simplesmente ficar clicando em Roll Dice até sair uns stats monstruosos…

Depois temos as pericias e talentos, nada de muito novo aqui. É muito legal que todo o texto relativo a cada uma destas opções apareça no canto direito, dá realmente para fazer tudo sem precisar do Player’s Handbook por perto. Outra coisa excelente é o destaque para as opções válidas ao seu personagem – no que se refere as pericias aquleas que podem ser treinadas pela classe aparecem em negrito, enquanto nos talentos somente aqueles nos quais o personagem cumpre os pré-requisitos aparecem na tela de seleção.

Toda seleção dos poderes também é tranqüila, seguindo a ordem de poderes at-will, por encontro e diários.

Agora é escolher os itens e rituais. A parte de itens mágicos parece bem organizada, e o que o personagem não sabe usar fica em vermelho berrante (e não selecionável). O ranger Canino vai passar sem rituais, e esta pronto para os toques finais, como nome, alinhamento, divindade, idade e por ai vai…

Finalmente o resultado final é a ficha de personagem prontinha do ranger Canino, com direito a cartas dos poderes e tudo, bem bacana.

Conclusão: a avaliação geral da parada é positiva, muito fácil de usar e intuitiva, com uma aparência bem agradável e relativamente bem integrada com o D&D Compendium atráves de links em cada bloco de informação. Minhas críticas vão no excesso de cliques para cada opção – já que não basta clicar no Gnoll como raça por exemplo, mas antes “Choose Gnoll” e depois sim o “Next Step” para escolher a classe. Por que diabos não clicar na raça de uma vez e depois ir para a próxima escolha? Pode parecer chatisse minha, mas quando você tem que escolher umas 15 variáveis no programa a parada realmente enche um pouco.

Outra crítica que eu tenho foi em relação a integração dos talentos e edição da ficha de personagem. Como vocês podem ver eu escolhi o talento racial de Gnolls Claw Fighter que permite tratar as garras como armas leves que causam 1d6 de dano. Ok, bacana, mas essa opção de ataque não apareceu na ficha, apenas o ataque de alcance usando o arco longo. Hmm chato, mas é só editar a ficha né? Mais ou menos… Editar a ficha dentro do programa é bem complicado, principalmente quando você não quer apenas mudar um número, mas criar alguma entrada nova, como no caso do pobre Canino, que precisava do seu ataque com as garras onde não existia nada. Na real depois de 10 minutos tentando eu desisti de adicionar os ataques do rapaz no Character Builder e fui mexer no Acrobat, onde resolvi a parada em aproximados 30 segundos.

Enfim o Dungeons & Dragons Character Builder é divertido e funcional, mas talvez por estar na versão beta, não vai muito além do arroz com feijão mais básico, e ainda pode ter vários ajustes positivos. Segundo o Randy Buehler esta versão beta, que permite a criação de personagens só até o 3° nível, será disponibilizada para todos ainda em Dezembro, e a versão completa para assinantes bem no inicio de 2009, junto com um aumento de preço na pechincha dos $4,95 por mês para assinar o D&D Insider. Provavelmente será neste aumento que eu vou pular do barco se eles não mantiverem algum tipo de assinatura básica, só com acesso as revistas Dragon e Dungeon.

Para encerrar recomendo outras três excelentes resenhas e posts sobre o Character Builder. O primeiro é do ótimo Critical Hits, que fez em um modelo que gostei tanto que copiei por aqui. Outro post bacana, e o único até então em português foi o do Tomo 4e. E finalmente um usuário bem empolgado da ENWorld fez um vídeo de 13 minutos mostrando como o programa funciona, que é simplesmente a forma mais didática e fácil de ver os prós e contras da parada sem ter ele instalado no seu computador.


O Bardo aparece na 4ª edição! – Parte I

A primeira coluna Ampersand desde que o D&D Insider se tornou um serviço pago trás nada mais nada menos que um preview do bardo que será apresentado definitivamente no Player’s Handbook 2, a classe que todo mundo adorava zoar na 3ª edição, mas que na mudança para a nova edição do Dungeons & Dragons se tornou um verdadeiro mártir ao ser substituído pelo Warlord.

“The clash of blades, a note.
A battle fought, a verse.
The hero’s war, a song.”

Correspondendo ao que muitos especulavam o bardo é um líder arcano, que tem como principais atributos Carisma, Inteligência e Constituição. Como nos velhos tempos o bardo parece um misto de ladino com mago, e se aproxima mais do primeiro no quesito Pontos de Vida, com o mesmo número de PVs no 1° nível, ganhos por nível e 7 healing surges, uma a mais! Ele é proficiente com mais armas e armaduras que o ladino, além de poder usar os implementos das varinhas, e ter uma lista de pericias parecida com a do ladino, mas expandida e com a adição óbvia de Arcana. Contra o que alguns esperavam, a lista de pericias não contém Atuação ou alguma coisa parecida.

BARD OVERVIEW

Characteristics: Your powers are a mix of ranged, melee, and close attacks, giving you plenty of options whether you choose to lead from the front or the rear. Your attacks can provide bonuses and extra movement to you and your allies, or they can charm and deceive your enemies.

Vamos as habilidades da classe então. Bardic Training dá ao personagem o talento Ritual Caster, e algumas vantagens ao invocar rituais de bardo (sim, teremos novos rituais!). Bardic Virtue possuí duas opções que devem ser escolhidas de acordo com o build do personagem - Virtue of Cunning, que permite uma vez por rodada, sempre que um inimigo errar um ataque conta um aliado próximo, mover este aliado 1 quadrado como uma ação livre; e Virtue of Valor, que permite dar Pontos de Vida temporários a um aliado próximo que derrubou um inimigo. Virtue of Cunning se destaca por poder ser usado uma vez por rodada como uma ação livre, deixando o Warlord com inveja de seus poderes de movimentação dos amigos!

Multiclass Versatility permite ao bardo escolher talentos de Muticlasse de diversas classes, o que eu queria ver na prática como funciona, um bardo com 5 talentos destes, cheio dos poderes de outras classes parece muito foda! Na mesma linha do “faz tudo” Skill Versatility fornece um bônus de +1 nos testes de pericias destreinadas, o que somado ao talento Jack of all Trades pode resultar em um excelente bônus de +3 nas pericias que o bardo não possui.

Song of Rest é uma habilidade de classe que faz com que as melodias tocadas pelo bardo enquanto seus aliados descansam aumentem ainda mais a efetividade da cura, economizando algumas healing surges. Majestic Word e Words of Friendship são dois poderes da classe, o primeiro é um poder que assim como o Healing Word do clérigo pode ser usado duas vezes por encontro, e que cura seus aliados na área de um burst 5 (que aumenta para 10 e 15 a cada 10 níveis). O segundo poder também é por encontro e de uso pessoal apenas, fornecendo um bônus de +5 no próximo teste de Diplomacia do bardo.

A extensa parte de habilidades da classe ainda fala dos implementos, e além das conhecidas varinhas, cita as novas Songblades e instrumentos musicais mágicos, que estarão no capítulo 3 do Player’s Handbook 2.

O único build apresentado no preview é o do Cunning Bard, focado na Inteligência e habilidades que a utilizam, embora o ataque de praticamente todos os poderes seja baseado no Carisma. Certamente teremos outro build no PH2, do bardo carismático, e acho que embora improvável, seria muito legal um build do bardo faz-tudo, cheio de talentos de multiclasses e poderes quebra-galhos. Se não tiver isso eu mesmo faço um!

Infelizmente vou ter que dividir o post em duas partes, tenho que correr para o trampo. Essa noite (ou madrugada, o que é mais provável), subo a segunda parte falando especificamente dos poderes do bardo até o nível 10, até onde o preview vai. Até lá!

Sunderheart – Domínios do medo na Dungeon

Como já foi muito discutido por aqui e outras paragens, a Dragon vai trazer a polêmica adaptação de alguns dos domínios do medo de Ravenloft para a 4ª edição do Dungeons & Dragons, e começou este mês com Sunderheart, a cidade dos mortos.

O artigo começa situando Sunderheart e os outros domínios do medo dentro do plano de Shadowfell como já sabíamos, e o apresenta como um domínio voltado para personagens de nível paragon, cujo principal desafio aos aventureiros, como todos os domínios, é escapar com vida.

A historia da cidade é bem contada, embora não seja das mais inspiradas – começa como uma espécie de “Romeu e Julieta” com magia, na qual os nobres Ivania Dreygu e Vorno Kahnebor, ambos herdeiros de casas nobres obviamente inimigas do império de Bael Turath, que fogem e tomam em seu poder a cidade de Harrack Unarth. Lá eles se unem e formam uma corte decadente e nefasta dedicada a todo tipo de perversão e prazeres proibidos, que conta até mesmo com a presença do Imperador.

Quando o fatídico pacto que sela o destino do império de Bael Turath (e o surgimento dos tieflings) é feito, Ivania e Vorno fizeram um pacto separado com o diabo Nephigor, que os deixaria viver sem envelhecer em troca das almas do casal. Mas como em toda história, a vida eterna é digamos… um saco. Vorno começou a se encher depois de séculos e se tornou uma pessoa ainda mais estranha, reclusa e paranóica sobre o destino de sua alma. Como é normal em um casamento, Ivania ficou de saco cheio por Vorno estar de saco cheio, e decidiu dar um jeito na situação.

Ela pegou a garota mais bonita do reino, e em uma festa a embebedou e a ofereceu para Vorno, que depois de se divertir com a garota comeu ela. No sentido literal. Também. Só que Ivania tinha enchido a ninfeta de venenos, e ficou assistindo a morte lenta e dolorosa de Vorno. Nessa hora nasceu uma dark lord.

Harrack Unarth caiu em decadência. Logo começaram os nascimentos de crianças deformadas, e depois um inverno longo e terrível se abateu sobre a cidade. Os últimos sobreviventes a escapar afirmaram que viram vultos demoníacos andando sobre a neve. Quando a longa nevasca acabou, a cidade estava deserta, sem nenhum corpo congelado ou sinal que alguns meses antes alguém havia morado ali. O exército de Bael Turath ocupou a cidade, mas logo as maldições vieram a tona – cada casa, cada objeto, tudo carregava uma maldição única, e logo a cidade foi abandonada novamente e passou a ser conhecida como Harrack Unarth, a cidade das maldições.

A história é divertida, embora não seja nada que se destaque ou entre para o hall das tragédias do RPG. Séculos depois da treta com a nevasca e o longo inverno, Harrack Unarth continua existindo e é brevemewnte descrita no artigo. Já Lady Ivania Dreygu e os poucos que não escaparam do inverno sombrio foram tomados por um certa névoa, e acordaram em Sunderheart, uma versão bizarra e distorcida da antiga cidade. Agora vem o twist maligno – ao acordar neste lugar, Ivania percebe algo preso ao seu corpo, e descobre que é o corpo morto-vivo de Vorno que foi fundido as suas costas, afinal eles haviam pedido para viverem juntos para sempre, e o diabo Nephigor ia forcá-los a cumprir a promessa!

15 localidades da cidade de Sunderheart são descritas em pouco mais de 4 páginas, o que mostra como a parada é sucinta, e tem como objetivo mesmo jogar idéias para o mestre, e não apresentar algo pronto ou definitivo. A primeira destas localidades é justamente a névoa que cerca todo o perímetro da cidade e não deixa que nenhum de seus moradores ou visitantes escape. No mais Sunderheart é uma cidade amaldiçoada normal, e achei a descrição da cidade em si menos interessante que a história de sua criação. As formas de sair de lá (não vou contar aqui!) são bem pensadas, e embora como muitos temiam, uma das maneiras de sair seja através da porrada – esta solução trás algumas consequeências morais para os personagens.

E falando em porrada, como muitos previram a ficha da dark lord Ivania está presente na matéria (Level 17 Solo Skirmisher para os curiosos), assim como do diabo Nephigor. Como discutido no outro post, se antes no Ravenloft muitas aventuras ou mesmo campanhas aconteciam sem a presença direta dos temíveis dark lords, pelo que vi nesta matéria não será o caso dos novos Domínios do Medo. Mas também vale lembrar que não é uma nova versão do clássico cenário de horror fantástico, mas apenas uma reciclagem de alguns de seus conceitos para a nova edição. Dentro desta perspectiva eu acho que Sunderheart cumpre seu papel, com umas boas 12 páginas de descrição e história, que obviamente não aproximam das centenas existentes nos livros de Ravenloft, mas também não se resumem as fichas de combate e poderes que temos visto na maioria do material da 4ª edição.

Gladiadores

Ok, ok, eu admito que não resisti e assinei o D&D Insider, pelo menos nos próximos 3 meses. E se antes eu não estava muito animado coma parada, o que me fez mudar de idéia foram as excelentes críticas e comentários sobre o artigo da Dragon #368 que entrou essa semana, o We Who Are About to Die… sobre gladiadores no D&D. E realmente a matéria é foda, com 14 páginas cheias de novas opções e idéias para o combate. Vou comentar as partes do artigo e o que mais me animou:

Conceitos de Gladiadores, coisas breves e básicas, mas úteis para criar um personagem meio em cima da hora ou um NPC que vive nas arenas. São eles:

Criminoso
Entusiasta
Profissional
Endividado
Escravo
Vingança

Talentos, muitos talentos!

Heroic Feats:
Bloodthirsty Mien
Deft Footwork

Divine Rage [Divinity]
Double Team [Warlord]
Fearless Mind
Feign Injury
Grim Promise
Pin Down [Fighter]

Shield Fighting
Sickening Finish
Staff Fighting
Underhanded Tactics [Rogue]

Paragon Tier Feats:

Brutal Finish
Called Shot
Serpent Strike Fighting
Two-Weapon Ambush

Epic Tier Feats
Crushing Grab [Fighter]
Tactical Action [Warlord]

Até aqui as coisas estavam legais, mas a matéria começa a se destacar mesmo com os chamados Arena Fighting Feats, que introduzem uma nova mecânica para talentos. Estes talentos podem ser adquiridos por qualquer personagem de classe marcial e ao invés de oferecem um bônus ou nova manobra, eles permitem que os poderes at-will que já existem tenham outros efeitos. Bizarro não? Um pouco, mas também muito legal!

Por exemplo, o talento de Arena Arkhosian High Style só pode ser adquirido por um Dragonborn ou um personagem com Carisma 13 ou mais. Ele permite modificar três poderes at-will de três classes distintas:

  • Commander’s Strike do warlord (PH 145), se seu aliado acertar o ataque você pode dar shift.
  • Piercing Strike do ladino, (PH 118), se a jogada de ataque deste poder for um acerto crítico, o alvo recebe uma penalidade de -2 em sua CA até o fim do seu próximo turno.
  • Reaping Strike do guerreiro, (PH 77), se o personagem for um dragonborn, em uma jogada de ataque que tenha errado, ao invés de causar o dano especificado pelo poder, você pode usar o sopro de dragão como uma ação livre.

Deu para sacar mais ou menos como são os Arena Fighting Feats? Eu gostei mesmo da idéia – são muitas possibilidades para pequenas mudanças nos poderes dos guerreiros, ladinos, warlords e rangers, e de quebra um multiclasse bem feito ainda pode se beneficiar de duas possibilidades de um mesmo Arena Fighting Feat. E se você gostou da idéia, se prepare, porque o artigo não tem dois ou três destes talentos de arena, mas 24 deles!

Arena Fighting Feats:
Arena Specialist [Arena Fighting]
Arkhosian High Style [Arena Fighting]
Battle-Scarred Veteran [Arena Fighting]
Binding Style [Arena Fighting]
Catspaw Style [Arena Fighting]
Daring Performer [Arena Fighting]
Deft Hurler Style [Arena Fighting]
Exotic Fighting Style [Arena Fighting]
Expert Charioteer [Arena Fighting]
Fluttering Leaf Style [Arena Fighting]
Grudge Style [Arena Fighting]
Hunting Spider Style [Arena Fighting]
Menacing Brute Style [Arena Fighting]
Mocking Knave Style [Arena Fighting]
Nerathi Vanguard Style [Arena Fighting]
Spear and Shield Style [Arena Fighting]
Starlight Duelist Style [Arena Fighting]
Swift Blade Style [Arena Fighting]
Trickster’s Blade Style [Arena Fighting]
True Arrow Style [Arena Fighting]
Turathi Assault Style [Arena Fighting]
Untamed Berserker Style [Arena Fighting]
Warborn Fury Style [Arena Fighting]
Warding Shield Style [Arena Fighting]

Só esses talentos já valeriam o artigo de tão legais que são. Mas não ligue agora! O We who are about to die… ainda trás uma paragon path - Arena Champion voltado para a Intimidação, com algumas habilidades de Carisma e poderes que causam dano e status prolongados para enfraquecer o oponente. São também apresentadas 5 novas armaduras mágicas e 4 armas mágicas:

Armaduras mágicas:
Battle Harness Level 4+
Piecemeal Armor Level 5+
Savage Armor Level 2+
Stanching Armor Level 3+
Vitality Armor Level 7+

Armas mágicas:
Flensing Weapon Level 5+
Savage Weapon Level 13+
Singing Weapon Level 9+
Victory Flash Weapon Level 8+

Mas a melhor parte dos equipamentos são as 3 novas armas apresentadas: rede, chicote e bolas. Verdadeiros clássicos da arena, faltou só o tridente! Todos as três são armas superiores e vêm acompanhadas dos chamados Weapon Mastery Feats, outra novidade. Estes talentos não só dão proficiência com a arma, como também fornecem um bônus extra (por exemplo, o alvo de um ataque com a rede por fica sempre slowed) e abrem uma árvore de outros 3 talentos para cada arma. Assim, tanto rede, bolas como chicote possuem seus respectivos talentos de training, novice, expert e specialist. Mas como nem tudo são flores, para abrir esse mundo de vantagens é preciso do talento training daquela respectiva arma, que sempre são talentos de multiclasse. Não entendi muito bem o objetivo disto, mas acho que é para limitar os personagens – quem se especializa tanto em uma arma não pode fazer multiclasse, mas sinceramente tenho que ler esta parte com mais calma. A primeira vista parece isso.

Weapon Mastery Feats:
Bola Training [Multiclass]
Bola Novice
Bola Expert
Bola Specialist

Net Training [Multiclass]
Net Novice
Net Expert
Net Specialist

Whip Training [Multiclass]
Whip Novice
Whip Expert
Whip Specialist

Enfim o artigo esta brutalmente bom, como deve ter dado para perceber, recheado de coisas interessantes e novas mecânicas espertas, o que para mim o coloca diretamente atrás do preview do bárbaro como o segundo melhor artigo publicado no D&DI até hoje. Sinceramente eu espero muito que o resto do material pago do D&D Insider mantenha este nível, embora meu lado cético duvide um pouco. Ainda assim, me surpreenderam demais, parabéns para o autor Robert J. Schwalb pela façanha!

OBS: Embora eu esteja até animado com o D&D Insider, ele parece não gostar muito do Firefox, e às vezes desloga automaticamente, o que é um saco.