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Entrevistas sobre 2009 – Rolando 20

A série de entrevistas sobre mercado de RPG em 2009 continua, desta vez com o Daniel Anand do Rolando 20, provavelmente o melhor site nacional de Dungeons & Dragons. Relembrando, a proposta desta série é realizar uma mini-entrevista padronizada com 14 figuras e grupos que considero importantes na cena do RPG nacional,  principalmente sobre como avaliam 2009 e quais as suas expectativas para este ano. A idéia não é fazer uma mega pesquisa com um monte de entrevistas, mas tentar montar um mosaíco com algumas peças chaves do RPG por aqui, e com base nos seus pontos de vista iniciar uma discussão sobre os rumos do hobby no Brasil. Então vamos a entrevista!

1- Como você avalia o ano de 2009 para o mercado nacional de RPG? De forma geral foi um ano melhor ou pior que o anterior? Por quê?

Eu acho que foi um ano melhor que 2008, mas não tão melhor assim no geral.

Para o D&D, a coisa foi super bacana: tivemos vários lançamentos consistentes, superando as expectativas (embora não as promessas). Hoje temos um excelente material para jogadores e DMs que quiserem conhecer o Dungeons & Dragons, em português, e com algum suporte local da RPGA (em alguns centros, um suporte fantástico).

Além disso, tivemos a volta dos livros jogo, tivemos lançamentos de outros cenários (como o Manual dos Malfeitores e Lugares Misteriosos para nWoD), tivemos publicações em PDF (Old Dragon, Cálice de Avandra).

Estamos indo bem para um ano complicado desses, onde tivemos uma mega crise mundial, que afetou todas as indústrias.

2- Qual foi a melhor notícia, iniciativa ou lançamento do RPG nacional este ano na sua opinião?

Ah, sem dúvida o D&D 4e em português. Demorou, mas tivemos um tratamento VIP no D&D. Livros com erratas, com qualidade excelente e preço que surpreendeu todo mundo.

3- De forma mais geral, como você enxerga o ano de 2009 para o mercado mundial de RPG? E qual a notícia, iniciativa ou lançamento que mais se destacou neste ano?

Bom, é difícil falar de mercado mundial. Europa (especialmente Alemanha) e Japão, por exemplo, tem características totalmente diferentes. O que a gente pode dar uma olhada é no mercado americano, que é o que mais reflete aqui no Brasil. E por lá aconteceu um fenômeno bacana, que foi o surgimento de vários novos RPGs não d20, que na minha opinião foi algo positivo para o mercado.

A OGL teve um papel muito bacana na diversificação das empresas de RPG, porque o D&D nos EUA é de longe o maior (e praticamente sinônimo) de RPG. Mas acabou dando uma engessada em sistemas e na inovação, que ocorreu só em RPGs independentes. Com a nova licença dracônica e inutilizável da WotC, vários novos sistemas e cenários começaram a aparecer.

Desde retro-clones ou evolu-clones como o Pathfinder, mas também sistemas totalmente novos, como o Dragon Age RPG, o novo Warhammer e por aí vai. Eu gostei muito de ver a Fantasy Flight Games e seu Warhammer 3e, que inova em termos de sistema de regras, mas volta ao RPG mais focado na história, agora que o D&D abraçou de verdade o seu lado tático.

4- Quais foram seus principais projetos, lançamentos ou iniciativas em 2009? Eles responderam as suas expectativas?

Em 2009 tivemos a Iniciativa 4e, que superou bastante as minhas expectativas. Mesmo tendo um pouco de dificuldades no final do ano, criamos em conjunto muito material bacana para o D&D 4e em português, de qualidade superior a muito material publicado por aí, fiquei bem feliz mesmo com o resultado. Tanto que tivemos iniciativas similares para outros sistemas, o que só traz ainda mais opções aos RPGistas. A revista da Iniciativa, produzida pelo D3System, também ficou muito bacana.

Algo que não saiu como eu esperava foi o meu trabalho junto com o D3System: tive dificuldades de tempo, assim como outros membros, e nosso desempenho na segunda metade do ano deixou a desejar. Esperamos fazer um um 2010 bem melhor!

5- Quais são suas expectativas para o mercado de RPG nacional para 2010?

Olha, como jogador de RPG, nenhuma: o único RPG que tenho em português é o GURPS, e não tenho nenhuma expectativa em relação à 4a edição em português. Mesmo o M&M já tinha em Inglês antes de sair por aqui. No entanto, como blogger, podcaster e entusiasta da 4a edição do D&D, espero ver os lançamentos de D&D irem de vento em popa: os reinos esquecidos para 4e, livro do jogador 2, e por aí vai. E, quem sabe, material nacional publicado para a 4e também.

6- Você já tem projetos, lançamentos ou iniciativas previstos para o ano que vem? Se sim nos fale um pouco sobre eles!

Meu maior objetivo em 2010 é conseguir manter o blog, o podcast e a Iniciativa 4e todos sendo devidamente atualizados! Estou brincando um pouco com o formato de vídeo, e estava pensando em ter um videocast de resenhas, vamos ver. Além disso, eu e o Davi estamos escrevendo uma aventura de D&D 4e, para ser publicada em PDF, e espero terminar em 2010 também. Não sabemos ainda como, mas provavelmente será no esquema do Cálice de Avandra, veremos. Também queremos criar outra Iniciativa Aprimorada, mas queremos fazer isso junto com o próximo encontro de RPG.

Comentários: Concordo demais com o Anand (e com a maioria dos entrevistados!) que 2009 foi um ano melhor que o retrasado, embora o enfoque dele tenha sido no campo estritamente das publicações – e não temos como negar que o ano passado teve muito mais lançamentos de peso no mercado nacional que 2008, com o destaque indo para o tratamento excelente que a Devir tem dado ao Dungeons & Dragons por aqui.

Sobre o mercado gringo o ponto levantado pelo Daniel é importante, afinal quase não conhecemos bem a realidade do que rola em outros países além dos EUA, que possuem cenas de RPG com características bem próprias. Ainda assim, é bacana ver que o efeito da licença aberta utilizada com a terceira edição do D&D ainda tem tido interessantes ecos no mercado, mas como bem aponta o Anand, de uma maneira menos engessada e até mais experimental do que a maioria do material que foi produzido nos anos de Dungeons & Dragons 3.5.

Retornando as coisas legais no RPG brasileiro em 2009, a Iniciativa 4e, com a produção conjunta de vários blogs para a nova edição do D&Da o redor de temas específicos mostrou que se a idéia é boa um monte de gente se agrega para participar e colaborar, tanto é que o efeito foi o apontado pelo Anand: jogadores de outros sistemas, como Mutantes & Malfeitores e 3D&T, adotaram a idéia e construiram suas iniciativas de maneira semelhante!

Outro destaque do ano passado foi o lançamento da aventura Cálice de Avandra, primeiro livro de RPG em português a ser vendido em PDF que eu tenho notícia, e que testou os limites e possibilidades desta forma de distribuição no Brasil. Acho que foi uma jogada inteligente, o pessoal da Iniciativa 4e e do D3system começou pequeno, sem grandes promessas, mais para testar as águas, e a aventura que é resultado deste processo tem uma produção legal e parece bem interessante. O tema obviamente me interessa, e na minha lista de coisas para fazer a conversa mais específica sobre o Cálice de Avandra é uma das prioridades. Quem sabe não falamos sobre ela e a aventura nova dos irmãos do Rolando 20 de uma tacada só?

Gostaria de agradecer ao Daniel Anand pelas respostas e contribuição com a idéia da série de entrevistas. Espero que continue em 2010 rolando 20!

Adiamento do Arsenal do Aventureiro pela Devir e a eterna questão do cronograma

Essa semana o Otávio Gonçalves, editor do Dungeons & Dragons na Devir publicou uma nota no site da editora falando do adiamento do Arsenal do Aventureiro, inicialmente previsto para Outubro, depois para Dezembro e agora para Janeiro de 2010:

Depois de alguns contratempos no mês de Novembro, será preciso adiar para Janeiro o lançamento do Arsenal do Aventureiro, antes previsto para Dezembro.

Um dos contratempos foi a reimpressão da 4ª Edição do Livro do Jogador, que esgotou no começo do mês! Além de novas erratas lançadas pela Wizards no dia 17 de Novembro, foi incorporada também a errata da 1ª impressão (que será disponibilizada no site até o fim do ano). Não poderíamos passar o Natal sem o Livro do Jogador, então precisei gastar um tempo nele.

Outro contratempo, como eu já havia anunciado, é o Escudo do Mestre que também chega no começo de Dezembro. Foi preciso mudar o formato do escudo, que originalmente ficava na horizontal, para a vertical, devido ao tamanho das máquinas da gráfica.

Para piorar, no dia 17 de Novembro a Wizards divulgou mais 5 páginas de errata do Arsenal do Aventureiro, erratas que eu fiz questão de incorporar na versão nacional.

De qualquer forma, tentaremos fazer com que esse atraso não influencie em muito os lançamentos para 2010.

Bom os motivos parecem mais que válidos – afinal é muito mais interessante ter uma nova edição do livro básico mais importante disponível no fim do ano do que um suplemento, que embora bacana, é totalmente focdo nos já iniciados e de forma alguma essencial para o jogo. Novas erratas incorporadas aos livros também são uma mão na roda e agregam valor a versão nacional, o que é uma grande bola dentro.

Dito isso, vou dar meus pitacos sobre a política bizarra de anúncio de lançamentos da Devir, em especial no caso da linha Dungeons & Dragons que é a qual acompanho com mais atenção. A editora tem investido pesado na quarta edição do D&D, e o Otávio tem feito um trabalho notável na linha com o lançamento dos três livros básicos, da aventura introdutória Fortaleza no Pendor das Sombras e do suplemento Poder Marcial em tempo recorde e com uma qualidade excelente.

Ok, mas qual o problema com o cronograma da Devir? Me lembro quando foi anunciado pelo Otávio na RPGCON que a editora produziria nove (é…) livros até Janeiro de 2010, o burburinho pelo auditório recheado de incredulidade. O cronograma era esse aqui:

Livro dos Monstros de D&D (previsto para julho) Lançado

Livro do Mestre de D&D (agosto) Lançado

Escudo do Mestre de D&D (agosto) Adiado para Dezembro

Thunderspire Labyrinth (setembro) ???

Poder Marcial (outubro) Lançado

Adventure’s Vault (outubro) Adiado para Janeiro

Pyramid of Shadows (dezembro) ???

Forgotten Realms Campaign Guide (janeiro 2010)

Forgotten Realms Player’s Guide (janeiro 2010)

Mesmo fazendo um trabalho exemplar como temos acompanhado, me pergunto qual o sentido de divulgar um cronograma tão fora da realidade assim em um dos espaços mais tradicionais de discussão do RPG nacional, a mesa redonda das editoras.  Não acredito que uma só pessoa naquele auditório bem cheio tinha a menor esperança que estes nove (é nove…) livros fossem lançados até Janeiro de 2010, seja porque seria um feito que a Devir nunca chegou perto de realizar, seja porque acreditam que o mercado não absorve tantos lançamentos em tão pouco tempo, ou porque a 4ª edição do D&D ainda não está estabelecida o suficiente. Mas se tinha uma coisa que tenho certeza que todos os que desacreditaram deste cronogrma utópico pensaram naquela hora é “mais um ano a Devir anuncia trocentos livros e vai lançar só uma parte disso”.

E novamente, mesmo com o trabalho foda e sério do Otávio, a Devir anunciou nove livros, lançou três, adiou dois (e acredito que vá adiar também os de Forgotten Realms) e não falou mais nada (que eu tenha visto) das duas aventuras…

Política para sites de fãs de D&D

Semana passada, no dia 6 de Agosto, a Wizards of the Coast liberou as prometidas e esperadas regras que compõe a política da editora para sites dedicados ao Dungeons & Dragons feitos por fãs do jogo. Condicionado a aceitação as regras esta a utilização do chamando Fan Site Kit, um pacote de aproximadamente 6 megas contendo logotipos, capas de livros e ilustrações internas. Sinceramente, não é muita coisa não. E quais são estas regras? Vou citar o resumo feito pelo Shingo do Paragons:

  • Os primeiros parágrafos dizem que você pode usar o material presente no Fan Kit apenas quando relacioná-los com os produtos originais da Wizards, e que voce não pode fazer nenhuma alteração neles que não seja alterar o tamanho das imagens para que elas se adequem ao layout do seu site.
  • Depois vem a parte pesada. Você não pode usar NENHUM material que não seja público, ou autorizado pela Wizards, isto inclui fotos, textos ou regras do jogo. Isto é diretamente apontado para a produção de material pirata, no entanto acerta também qualquer tradução de material da Wizards, que não seja pela detentora dos direitos destes produtos no Brasil.
  • Você não pode usar os materiais da Wizards para conseguir dinheiro para o seu site, a menos que seja pelos termos da GSL. Além de não poder cobrar por acesso e ter qualquer empreendimento comercial relacionado com ele, mas você pode pedir doações. A Wizards não se importa.
  • Não imite os logos da Wizards, para que outros fãs não se confundam e pensem que você trabalha para eles.
  • Não use nenhum material da Wizards para fazer produtos como camisetas, bonés e xicaras. Nenhum.
  • Todos os sites que trouxerem material referente a 4e ou Magic tem que exibir este texto, já que deve-se deixar claro que a Wizards não tem nenhuma ligação com o conteúdo do seu site:

This [Web site] is not affiliated with, endorsed, sponsored, or specifically approved by Wizards of the Coast LLC. This [Web site] may use the trademarks and other intellectual property of Wizards of the Coast LLC, which is permitted under Wizards’ Fan Site Policy [link]. For example, DUNGEONS & DRAGONS®, D&D®, PLAYER’S HANDBOOK 2®, and DUNGEON MASTER’S GUIDE® are trademark[s] of Wizards of the Coast and D&D® core rules, game mechanics, characters and their distinctive likenesses are the property of the Wizards of the Coast. For more information about Wizards of the Coast or any of Wizards’ trademarks or other intellectual property, please visit their website at (www.wizards.com).

Bom o que detona de verdade é o segundo ponto.  Pelo que entendi resenhas e notícias não podem usar imagens dos livros, assim como usar trechos traduzidos, o que inviabiliza praticamente todo e qualquer trabalho de tradução, até mesmo dos previews e material gratuito por parte dos fãs, ponto que inclusive já havia sido descoberto pelo Kimble no Ponei Riders através de um contato com a Devir.

No fim das contas a Wizards cometeu dois grandes erros em relação a política para sites de fãs, como o CF do Covil destacou muito bem em sua avaliação das regras:  o primeiro vacilo forem terem lançado não uma licença para fã sites, mas um amontoado de regrinhas para o uso do Fan Site Kit, que convenhamos, é um monte de imagens. Elas não te dizem como fazer um site de fã de D&D sem ser processado pela Wizards, mas sim o que é preciso fazer para usar o Fan Site Kit sem problemas. E como eu já disse, o Fan Site Kit não vale o esforço. Pior, na hora que as coisas apertam, a nova política da WotC  faz referência a GSL, ou seja, cria uma espécie de loop confuso e emaranhado de lacunas e termos esquisitos para nós-não advogados… Na real, será uma surpresa se os sites de fãs começarem a usar o Fan Site Kit e o disclaimer acima, ao invés de simplesmente continuarem operando normalmente como antes.

UPDATE: Em uma virada maluca de tudo que tínhamos como certo, o Kimble postou no Ponei Riders uma resposta do Otávio A. Gonçalves, editor do D&D no Brasil, sobre a possibilidade dos sites de fãs nacionais traduzirem o material gratuito disponibilizado pela WotC:

Oi César,

Independente daquela conversa, parece que a nova política de fansite da Wizards permite a reprodução de conteúdo gratuito disponibilizado no site da Wizards, portanto, as coisas mudaram.

Eu preciso dar uma lida melhor nisso, mas parece que essa é a nova política.

Otávio A. Gonçalves
Devir Livraria
Editor da 4ª Edição de Dungeons & Dragons no Brasil

Que bizarro não? Eu achava justamente que um dos trechos, que reproduzo abaixo, vetassem a tradução, já que esta poderia ser considerada reprodução do material do site da WotC, o que é proíbido pelas regrinhas do Fan Site Kit:

You may not make content from the Wizards website (audio-visual materials excluded) available through your own site if such use entails Wizards hosting such content for you on Wizards’ website. For example, you may not make available on a Fan Site any content from Wizards’ Web site in a frame, mirror, Iframe, widget, nor may you link directly to a wallpaper file hosted on Wizards’ website.”

Enfim, o trecho acima é tudo menos claro, e relendo com mais calma os termos da Wizards, percebi que horas nenhuma eles falam nada sobre traduções. Na real me pergunto se eles pensaram mesmo sobre isso antes do Otávio (e outros editores de D&D de fora dos EUA) perguntarem sobre esta possibilidade.

Muitas novidades e pouco tempo – RPG Nacional em chamas!

É isso aí, ninguém pode dizer que não é uma época curiosa para o jogador de RPG nacional interessado nas mudanças e novidades das editoras e meios de comunicação do nosso hobby nerd favorito! Embora os últimos dias tenham trazido uma série de notícias, como o cancelamento do EIRPG de 2009, e a confirmação da data de lançamento do Livro do Jogador da 4ª edição pela Devir, as reviravoltas e informações não pararam por ai. Pena que o escravo aqui esta numa semana daquelas, na rotina de 10 horas de trampo com uma eventual cerveja para manter a sanidade no limite do aceitável. Desculpas a parte, vou fazer uma breve lista do que eu acho que merecia posts isolados por aqui, citando pessoas com que tiveram mais habilidade e disposição para fazer a parada!

  • Após a confirmação que o EIRPG não vai rolar este ano, o D3 se comprometeu a realizar o II Encontro de Blogs de RPG na mesma data, um evento paralelo que já iria acontecer dentro do EI como no ano passado, que foi surpreendentemente bem legal! Só que a parada começou a crescer demais, e logo se uniram a empreitada o Wallace e o pessoal da Caravana Surreal. Resultado, o que seria um encontro de blogs deve se tornar um encontro de RPG foda e faça-você-mesmo! Esse é um tema que serei obrigado a retomar aqui, mas até que meu trabalho largue do meu pé o blog do Ooze é uma ótima pedida para ler sobre o assunto!
  • D3system continua com sua contagem misteriosa, faltando nove dias para a tal grande revelação (espero que seja grande mesmo!). O D3 já soltou na lista de blogs que o novo D3system vai ter uma loja de livros de RPG, que será chamada de D3Store. O logo da loja já aparece na tela atual do blog, com uma referência óbvia ao Indy e a frase no RSS “os caçadores do blog perdido”. Aliás o domínioD3store.com.br já está funcionando.Interessante…

Ainda não chegamos na metade e Maio tem se mostrado um mês divertido!