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Mais uma rodada de demissões na Wizards of the Coast

A Wizards of the Coast tem uma tradição de fazer demissões em massa no mês de Dezembro, nos quais grandes nomes da editora, como Chris Sims, Scott Rouse, Jonathan Tweed e Rob Heinsoo foram mandados sem muita cerimônia para a o olho da rua. Como ainda estamos à distantes sete meses de celebrar o natal com a WotC, foi com grande surpresa que li a notícia da demissão de Andy Collins, Jesse Decker, Torah Cottrill e Peter Schaefer no twitter do também ex-funcionário da Wizards of the Coast Chris Sims.

O primeiro nome que se destaca é o de Andy Collins, um dos designers do Players Handbook da 4ª edição do Dungeons & Dragons ao lado de Rob Heinsoo e James Wyatt, além de ter trabalhado no Star Wars Saga e dezenas de outros títulos para na 3ª edição do D&D. Não se sabe muito bem se Collins foi mandado embora ou se preferiu sair da editora, as informações de Sims são bem confusas neste ponto, mas é certo que a editora perdeu um de seus mais prolíficos autores.

Jesse Decker é outro cara que escreveu inúmeros livros para a 3ª edição (inclusive o ótimo Unearthed Arcana), mas que não chegou a lançar nada nos últimos anos na Wizards. Segundo o bom e velho Erik Mona, cabeça da Paizo e também um ex-funcionário da WotC, Decker havia assumido nos últimos meses a função de gerenciar a marca Dungeons & Dragons, tarefa que foi de Scott Rouse até 2009…

Peter Schaefer teve uma longa carreira na White Wolf antes de ser contratado pela Wizards, onde executava a função de developer, e escreveu uma série de artigos para as versões online das revistas Dragon e Dungeon. Aparentemente Schaefer também optou por sair da editora por conta própria, e é possível ler um post de despedida em seu blog.

Um nome bem menos familiar, Torah Cottrill é creditado na edição do Player’s Handbook 2 e Dungeon Magazine Anual, pelo menos foi tudo que pude encontrar.

E assim as coisas vão seguindo na Wizards of the Coast. Não duvido nada que Andy Collins e Jesse Decker sejam logo cortejados por outras editoras de RPG, em especial a Paizo, que tem se especializado em crescer com base nas demissões da maior editora de RPG do mundo. E fica a pergunta: dos nomes grandes que sobraram na WotC, como James Wyatt, Mike Mearls e Bruce Cordell, quais terão a sua vez em Dezembro?

Monster Slayers: The Heroes of Hesiod – D&D para crianças!

Volta e meia a Wizards of the Coast consegue fazer algo bacana e surpreendente, que pega todo mundo de surpresa justamente por ir em um sentido diferente do que a editora vinha seguindo. Ontem a WotC mandou mais uma destas boas surpresas, e quando eu achava que as iniciativas da empresa para atrair um público novo se limitariam ao suporte a eventos como o D&D Game Day e na futura linha D&D Essentials (a qual eu tenho minhas críticas), me pegaram de surpresa colocando para download no site da editora a micro aventura Monster Slayers: The Heroes of Hesiod, que vem com um sistema absurdamente simplificado do D&D 4ª edição, voltado para os pais e professores que desejam apresentar o RPG a crianças à partir de 6 anos.

Monster Slayers: The Heroes of Hesiod vem com 5 personagens prontos e os 4 monstros presentes na aventura (com direito a dragão vermelho e beholder!), e o sistema de regras é o mais simples possível, com jogadas de ataque pré-calculadas, dano fixo, e alguns poderes especiais de cada personagem, que apesar de bem simplificadas tem toda aquela pegada da 4e do D&D – quando o bárbaro é atingido por um monstro pode imediatamente empurrá-lo até 2 quadrados de distância, ou seja, o combate tático e focado na movimentação continua ali e deve fazer a diversão dos moleques mais espertos. Ah, e adorei a sugestão (ou regra opcional?) de usar doces para medir os pontos de vida dos monstros, e à medida que os bichos vão levando pancadas as crianças devoram as barrinhas : )

Achei uma idéia excelente, que tem uma pegada foda, simples, gratuito e focado em um público que tem grana, interesse e poucas opções – não, não são as crianças de 6 anos, mas os pais que jogam RPG e querem começar a apresentar o hobby a seus filhos.  Depois de algumas aventuras destas para pular para um D&D Essentials, ou mesmo para um DungeonQuest, ou RPGQuest da vida deve ficar bem mais fácil!

Erik Mona e o futuro do RPG

Entre os dias 5 e 8 de Novembro de 2009 aconteceu em Las Vegas a Neocon/GAMESU, uma conferência de jogos e game design da qual eu nunca havia escutado falar pra ser sincero… Só fui tomar conhecimento do evento agora em Março de 2010 quando os vídeos de algumas das palestras foram disponibilizados na internet. Imediatamente chamou minha atenção a palestra dada pelo Erik Mona, cabeça da editora Paizo e do Pathfinder RPG, com o sugestivo título de Pen & Paper Gaming in the 21st Century, um tema que volta e meia é abordado aqui no Área Cinza. E Mona pra variar mandou muito bem, a apresentação apesar de bem longa (67 minutos pra ser exato) é muito interessante e vale mesmo a pena ser assistida, especialmente para quem se interessa pela história do RPG, as mudanças pelas quais o hobby passou nos últimos 10 anos, e a influência de novas tecnologias e mídias no bom e velho RPG de mesa.

Não vou repetir que vale muito a pena assistir o vídeo todo, mas para quem não tá com tempo ou não se interessa por tudo, vou dar um resumo dos assuntos abordados pelo editor da Paizo na palestra:

  • Aos 2:30 Mona fala sobre os diversos pontos de vista sobre o mercado que podem ser oferecidos dependendo de para quem se pergunta. Distribuidores, editoras, escritores e jogadores certamente apresentarão expectativas e avaliações diferentes sobre o mercado de RPG, baseados obviamente em suas experiências específicas, e como é importante escutar diversas perspectivas. Bem de acordo com a idéia das entrevistas sobre 2009!
  • A partir daí ele conta um pouco de sua história com o RPG, como começou a jogar, como era o mercado na década de 80, na qual não existia muito um mercado de RPG, mas basicamente de Dungeons & Dragons. Depois entra no tema de como começou a trabalhar com RPG na Wizards of the Coast durante o lançamento da 3ª edição do D&D.
  • Ao falar de como foi participar da WotC na época  do lançamento do D&D 3ª edição, Mona aos 9 minutos do vídeo trata das expectativas diferenciadas (e obviamente mais altas) que a editora tem de seus produtos por ser detentora do RPG mais famosos e vendido do mundo. Assim muitos projetos que seriam considerados um grande sucesso em outras editoras, foram cancelados na Wizards justamente por ser a maior e mais lucrativa empresa do ramo.
  • Aos 21 minutos, Erik Mona encerra sua retrospectiva sobre como se envolveu e entrou na indústria do RPG, e aborda o tema principal da palestra: como ele imagina que serão os próximos 10 anos para o mercado de RPG. Ele abre essa discussão marcando que os RPG de mesa hoje são uma pequena parte do que se entende como RPG de forma geral, sendo um nicho muito menos famoso e rentável que a versão eletrônica, mas que por outro lado o RPG que conhecemos a mais de três décadas permite experiências mais abertas e deve passar por grandes modificações nos próximos anos devido as inovações tecnológicas.
  • 10 minutos depois, Mona já está falando sobre algo que considero um dos pontos mais importantes em um mercado de nicho como o RPG, e que grande parte das editoras só tem feito direito muito recentemente: formas que a tecnologia te permite um contato com seus consumidores em potencial de forma muito mais rápida e constante. Não adianta ter um site ou um fórum se ele não é atualizado ou frequentado por quem os jogadores querem fazer contato. A proposta é que os funcionários da empresa prestem atenção e mantenham um contato direto com os jogadores, fazendo com que se sintam-se próximos da editora e dos game designers, uma medida que não só é bacana e gera um feedback excelente, como também pode ajudar a diminuir a pirataria, já que ao criar está referência com a empresa, a tendência é que os jogadores queiram apoiar e divulgar o trabalho de sua editora ou escritor favorito e não ferrá-lo. Mais sobre isso no final do vídeo!
  • Aos 35 minutos de vídeo o editor da Paizo fala sobre o crescimento do mercado de PDFs, e a forma como ele afetou positivamente a indústria do RPG , em especial na  redução de custos de entrada de novos nomes no mercado.
  • Mona então se volta para as tiragens dos livros de Dungeons & Dragons desde a década de 80, especialmente os módulos mais famosos como Temple of Elemental Evil, que venderam mais de 50 mil cópias. A queda destes números à partir da década de 90 mostra como a fatia de mercado do D&D foi canibalizado por outras empresas e outros títulos, e hoje os números de vendas de cada produto, mesmo da WotC são em média, muito menores que os de 25 anos atrás.
  • Ao falar sobre sua experiência na Paizo, aos 40:00 Mona toca no assunto dos lojistas e distribuidores, e mais uma vez aponta como as inovações tecnológicas estão afetando o hobby, desta vez ao falar da Amazon, livraria virtual que esgotou praticamente sozinha a primeira tiragem dos livros básicos do D&D 4ª edição. Uma das medidas que as lojas e distribuidores tem para enfrentar os descontos assustadores da Amazon são as estratégias de jogos organizados e a criação de vínculos com os consumidores, assim como as editoras fazem ou deveria fazer.
  • Finalmente aos 51 minutos Erik Mona começa a concluir sua fala, dizendo da velocidade dos avanços tecnológicos e como é cada vez mais difícil prever que mudanças elas trarão em nossa vida. No entanto ele é muito otimista com os rumos do mercado de RPG, ainda mais depois de 2009 com o aparecimento de outros “jogadores de peso” nas prateleiras – como o próprio Pathfinder RPG e os títulos de Warhammer 40k e a nova edição do Warhammer Fantasy, embora nenhum deles sozinho seja tão grande como o Dungeons & Dragons, juntos eles representam uma parte interessante do mercado.
  • As duas perguntas feitas pela platéia foram legais, em especial a primeira aos 58:30, sobre a ameaça da pirataria e dos PDFs, a  qual a resposta de Mona é excelente. Ele diz que as editoras devem ser mais proativas sobre a pirataria, e se esforçar para oferecer produtos melhores para os fãs e membros da comunidade, e usar esse relacionamento com os fãs como uma estratégia para diminuir os efeitos da pirataria. Bem legal mesmo!

Claro que em mais de uma hora de palestra rolou muito mais que isso, mas estes foram só os tópicos que me chamaram mais a atenção. Ele fala um monte sobre jogos eletrônicos (especialmente Fallout 3!), mas essa não é muito minha praia. Acho que com esse vídeo o Erik Mona roubou o cargo que era do Chris Pramas como o cara do mercado de RPG que eu acho mais esperto e sagaz!

Principais Notícias da D&D Experience 2010

Na última quinta-feira teve início a D&D Experience 2010, evento exclusivo de Dungeons & Dragons organizado pela Wizards of the Coast. Embora eu não tivesse com grandes expectativas, a edição deste ano trouxe um balde de novidades e anúncios importantes para os interessados não apenas no D&D mas também no sistema d20, envolvendo o lançamento de um novo jogo ainda este ano, o cancelamento da linha Star Wars e mais! Vou dar uma passada no que considero as principais novidades:

A primeira e mais impactante notícia da D&D Exp 2010 foi o cancelamento das linhas de RPG e miniaturas baseadas na saga de George Lucas. Abaixo segue o anúncio feito por Greg Yahn, diretor de Marketing da WotC, traduzido pelo camarada Shingo do Paragons:

Ultimamente veem surgido várias questões sobre o futuro das linhas Star Wars Miniatures e Roleplaygame e até agora eu ainda não tinha respostas definitivas para dar para vocês. Após uma avaliação demorada, a Wizards of the Coast decidiu não renovar a licença de Star Wars com a Lucasfilm. Nós tivemos uma jornada longa e fantástica, mas com a crise economica, nós tivemos que fazer esta dura decisão de descontinuar as linhas de Star Wars

A licença termina oficialmente em Maio deste ano, com os produtos da WotC disponiveis até Agosto. Neste meio tempo, nós temos novos produtos incriveis para serem lançados. Esta semana, nós lançamos as miniaturas Dark Times e o Galaxy of Intrigue para o RPG. Nós temos ainda outros lançamentos por vir como as miniaturas Masters of The Force em Abril, linha que contará com os seus personagens favoritos junto com criaturas raras do jogo Dejarik Holochess que nunca apareceram em nosso jogo. Para o RPG nós também lancaremos o The Unknown Regions em Abril que inclui planetas inteiramente novos e mini-aventuras para cada mundo.

Nós estamos terminando com esta linha procurando por programas especiais nas lojas locais para estocarem seus sets favoritos antes que eles vão para a sepultura. Nós continuaremos a dar suporte aos nossos fóruns de Star Wars na Wizards Community então você pode chegar e conversar conosco e com outros fãs.

Eu sei que estas notícias são desapontadoras, nós queriamos fazer este anuncio o mais breve possível e agradeço a vocês por serem ótimos fãs. Tem sido fantástico cavalgar ao lado da comunidade Star Wars e trabalhar com a Lucasfilm. Nós esperamos que vocês aproveitem os próximos meses de ótimos produtos. Vocês nunca sabem quando nós podemos dar voltar e começar de novo!!

Greg Yahn

Irônico que o set de minis lançado mais recentemente seja chamado Dark Times não é? Eu nunca joguei o Star Wars Saga, embora já tenho lido o livro e ache o sistema uma variação mais leve e bem mais interessante do sistema d20 do que a apresentada no Star Wars RPG Revised de 2002. Parece que entre os jogadores e fãs do sistema esse fim já era esperado, e a notícia não parece ter sido recebido com surpresa nos fórums oficiais do jogo – aliás que povo sofrido hein? Três edições em 7 anos, e agora o jogo é descontinuado… Farei um post só sobre o cancelamento da linha Star Wars esta semana, afinal esse ponto da crise econômica e o efeito no mercado do RPG é um dos assuntos favoritos aqui no Área Cinza.

Mas além da anúncio que o Star Wars RPG subiu no telhado, a D&D Exp ainda nos trouxe a confirmação do Gamma World como um novo jogo usando as regras da 4ª edição do D&D, e não um cenário como eu imaginava! O livro terá todas as suas regras inclusas em 160 páginas, não exigindo nenhum dos livros básicos do Dungeons & Dragons para ser jogado, mais ou menos nos mesmos moldes do finado D20 Modern. O jogo será lançado no formato de caixa, que conterá além do livro básico, 2 páginas de marcadores para os monstros (isso mesmo, marcadores de papel e não miniaturas!), 2 mapas de combate dupla face, fichas de personagens e dois decks de cartas – um de mutações e um de tesouros. Tudo pelo precinho camarada de $39.99.

Outra coisa curiosa do Gamma World, é que além de ser independente dos core books o jogo poderá ser complementado por cartas compradas avulsas. Não sou nada familiarizado com o cenário, mas parece que em em todas suas versões o fator randômico da criação de personagens sempre esteve presente, sendo uma das marcas do cenário. Nesta edição umas das formas de incorporar isto foi através deste deck de cartas de mutação, que pelo que entendi, pode ser complementado com cartas compradas em boosters randômicos de 8 cartas, por $3.99. Também foram anunciadas duas expansões (é expansões mesmo e não suplementos, e não fui eu que falei) para este ano, ambas com um livro de aventuras de 160 páginas, mais marcadores de monstros e mapas de combate.

Não sou um grande conhecedor do cenário e não me parece ser grandes coisas também – acho essa pegada setentista breguinha, e tudo que li do cenário me pareceu meio bobo, mas se teve algo que curti foi justamente uma versão mais leve do sistema da 4ª edição, e a idéia de ser um jogo não para longas campanhas, mas algo que possa ser rolado rapidinho ali para tapar um buraco ou em uma tarde de tédio – e nisso o sistema de criação randômica e as regras mais soltas (que vão cobrir os personagens só até 10º nível) vão ajudar um bocado!

Outra novidade excelente por parte da editora é o lançamento da linha D&D Essentials, produtos com a proposta de introduzirem o jogo a novatos, e que por isso mesmo estão sendo chamados de “caixa vermelha da 4ª edição”. Enquanto a proposta dos Essentials é ótima – e a caixa básica parece foda com uma versão mais simplificada das regras, menos raças (anão, elfo, halfling e humano) e classes (clérigo, guerreiro, ladino e mago) divididas em dois livros; um para mestres com 64 páginas e outro para jogadores com apenas 32, marcadores de papel para os monstros, cartas de poderes e um set de dados, tudo por bacanas e acessíveis $20, por outro lado me parece estranho que o D&D Essentials já tenha sido apresentado como uma linha com nada mais nada menos que 10 (!!!) produtos para este ano, como pode ser visto no catálogo da WotC. Pelo visto os outros livros vão incorporar mais classes e raças, novos monstros e um bocado de sets de Dungeon Tiles. Posso ter entendido errado, mas vai virar quase um D&D 4ª edição paralelo, o que não faz muito sentido na minha cabeça. Muito mais lógico seria criar um produto introdutório foda e bem acabado, e dele já fazer a transição para o D&D convencional…

Mesmo assim, a idéia de um produto para novos jogadores é sempre excelente, ainda mais quando vem em formato de caixa (como também o Dragon Age da Green ronin, que segue uma proposta parecida) e por um preço camarada. Um ótimo e bem mais completo artigo sobre o D&D Essentials pode ser lido aqui no Critical Hits.

A D&D Exp também trouxe um bocado de informações sobre Dark Sun, o mais novo cenário de Dungeons & Dragons (para a 4ª edição pelo menos:). Foi confirmado que o cenário terá regras para personagens com menos itens mágicos (que já foram apresentadas no Dungeons Master Guide 2) e que as raças que originalmente não pertencem ao cenário não serão introduzidas obrigatoriamente – cabendo aos mestres encaixá-los ou não. Acho que isso significa que os livros de DS terão dicas de como encaixar os dragonborns,  por exemplo, no mundo assim como alguns livros de Eberron tinham, mas que não veremos NPCs oficiais destas raças.

O Dark Sun Campaign Setting terá 224 páginas com duas novas raças (Muls e Thri-kreens), 10 novos temas (que me parecem uma espécie de kits ou templates) além dos já clássicos talentos, poderes e equipamentos novos, enquanto o Dark Sun Creature Catalog terá 144 páginas com mais de 50 monstros (incluindo os Sorcerer-Kings) e aventura Marauders of  the Dune Sea de apenas 32 páginas cobrirá do 2º ao 5º nível de personagens. Para mais detalhes sobre o Dark Sun na 4ª edição do D&D recomendo enormemente visitar o Ponei Riders, que tem feito o melhor trabalho de cobertura da D&D Exp 2010 em português.

Nada mal para um evento que eu achava que não daria em nada não é?